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Economia

Vendas de carros usados no Paraná aumentam 16% em setembro, diz associação

Resultado considera a comparação com o mês anterior; em setembro, quase 120 mil veículos seminovos e usados foram vendidos em todo o estado.

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Fotos: Reprodução/RPC

No mês de setembro, 119.676 veículos seminovos e usados foram vendidos em todo o Paraná – 16% a mais que no mês anterior (102.429 unidades), conforme a Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado do Paraná (Assovepar).

Se comparado com o mês de setembro de 2019, o resultado foi ainda maior: de 24%, pois no período foram comercializadas 95.920 unidades.

O bom resultado está trazendo um alívio para quem trabalha no setor.

“Nós tínhamos a expectativa de que o mercado ia vir com tudo, que tinha uma demanda reprimida dos compradores, mas ela foi acima de qualquer expectativa”, comentou o empresário Silvan Dal Bello.

De acordo com a Assovepar, alguns fatores podem ter contribuído para esse resultado.

Um deles é a busca por um meio de transporte mais individualizado, na tentativa de se sentir mais seguro em relação ao coronavírus. Outro motivo é uma confiança gerada pelo que se observa nas ruas.

“Tem um aspecto novo que é a confiança do consumidor. Com essa retomada do trabalho, da economia, o consumidor está se sentindo bastante confiante e assumindo compromissos de quatro, cinco anos. Então, para isso tem que ter confiança no mercado”, explicou César Lançoni, presidente da associação.

Gabriel de Miranda é motorista de aplicativo e, para continuar trabalhando no ano que vem, precisaria de um carro mais novo. Por isso, ele acabou antecipando a compra por causa das taxas vantajosas para financiamento.

“Eu comprei esse carro sem nem R$ 1 de entrada, ganhei transferência e tanque cheio, então eles estão ajudando bastante devido à crise, talvez, mas o tempo é propício para quem quer trocar de carro”, relatou o motorista.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Economia

Imposto de Renda: Receita abre consultas a lote residual de restituição

Dinheiro da restituição será liberado no próximo dia 30. Receita irá pagar R$ 399 milhões a mais de 198 mil contribuintes nesse lote.

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (23) as consultas ao lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de novembro.

Clique aqui para fazer a consulta

O lote residual vai pagar R$ 399 milhões a 198.967 contribuintes. Segundo a Receita, o dinheiro das restituições será depositado no dia 30 de novembro.

As consultas poderão ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146.

Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda.

A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Consultas
Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado:

. que foi contemplado e que receberá os valores na semana que vem;

. ou que a declaração está na “fila de restituição”, ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses),

. ou que está “em processamento”, ou na “fila de espera” do órgão. Quando a declaração está “em processamento” ou na “fila de espera”, pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

Integração consolida citricultura do Paraná entre as maiores do País

Avanço é resultado da atuação integrada dos setores público e privado: pesquisa e defesa agropecuária promovidas pelo Governo do Estado e investimentos de cooperativas agroindustriais.

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Fotos: SEAB e Jaelson Lucas/Arquivo AEN

Desde meados da década de 70, quando a citricultura comercial foi reintroduzida no Paraná, o setor cresceu, se fortaleceu e se tornou o terceiro maior do País. A integração entre os setores público e privado garantiu à atividade o suporte necessário para avançar como opção de renda e de criação de empregos, principalmente em regiões vulneráveis do Estado, como o Noroeste, onde predomina o solo de arenito, e recentemente, o Vale do Ribeira onde se consolida a produção de Ponkan, de forma mais comercial.

O avanço é resultado de pesquisa e defesa agropecuárias promovidas pelo Governo do Estado e investimentos de cooperativas agroindustriais. Atualmente o Paraná é o terceiro maior produtor nacional de laranjas, com mais de 23.000 hectares, mesmo com área cultivada inferior ao da Bahia, que é o terceiro neste quesito. No Paraná é a fruta mais produzida em toneladas, o que corresponde a 28% de todas as fruteiras.

Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, no ano passado foram produzidas 687,5 mil toneladas de laranjas no Estado. Esse mercado gera cerca de três mil empregos, explorados por mais de 600 citricultores, em mais de 100 municípios com áreas médias entre 19 e 35 hectares. Os laranjais paranaenses rendem R$ 315 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP), o que representa 6% do total nacional. O Noroeste é a principal região produtora do Estado, com 70% dos pomares.

No Vale do Ribeira, concentra-se a produção de tangerinas, com destaque para a variedade poncã. A região é considerada área livre de pragas como o cancro cítrico e o HLB, ambas causadas por bactérias, é bem mais antiga e tem como característica as pequenas e micros propriedades familiares.

A produção anual de tangerinas supera 5 milhões de caixas (23,0 kg) da fruta que tem seu mercado consumidor preferencial na cidade de Curitiba e também é bastante exportada para Santa Catarina.

Nas duas regiões, prevaleceu a ação da pesquisa, que desenvolveu cultivares resistentes às pragas e doenças, e da defesa agropecuária, que atua de forma ininterrupta junto aos produtores para que evitem a contaminação de pragas e fungos nos pomares.

De acordo com o engenheiro agrônomo José Croce Filho, coordenador do programa de Vigilância e Prevenção das Pragas da Citricultura, da Gerência de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), mesmo com as adversidades provocadas por pragas e doenças como cancro cítrico, HLB – huanglongbing, mosca negra e pinta preta dos citros, a citricultura paranaense consolidou-se, tornando-se das mais competitivas do mundo.

TRAJETÓRIA
Há quatro décadas, aproximadamente, a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento decidiu enfrentar a praga Cancro Cítrico, causado pela bactéria Xanthomonas citri sbsp citri. Isso se deu a partir de pesquisas do antigo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), que desenvolveu seleção de clones de citros com características de resistência à doença.

Com os resultados, o Governo do Estado desenvolveu um pacote tecnológico para enfrentamento da doença, em que a combinação de variedades resistentes, com aplicação preventiva de bactericidas à base de cobre e implantação de quebra-ventos para proteção dos pomares, resultou em normas para a implantação da citricultura.

Paralelamente a esse trabalho, procurou parceiros na iniciativa privada para o desenvolvimento da atividade em regiões do Paraná que tinham restrição ao cultivo de citros por conta dos danos causados pela bactéria.

Ao final dos anos 1980, entram em cena as cooperativas Cocamar e a extinta Copagra, que passaram a inscrever produtores rurais interessados em diversificação das atividades em suas propriedades, implantando pomares de laranjas, na região Noroeste.

AVANÇO
José Croce Filho diz que a partir do início dos anos 1990 os primeiros pomares foram plantados com basicamente três variedades de laranjeiras (Pêra, Valência e Folha Murcha). “Partiu-se do zero absoluto para uma área cultivada hoje de mais de 20.000 hectares nas regiões Norte e Noroeste do Estado. Em 1994 a Cocamar já estava com a primeira indústria em operação para a transformação dos frutos em suco congelado, no município Paranavaí”, lembra ele.

Nos anos seguintes novos estudos foram publicados pelo Iapar e a lista de variedades resistentes à praga Cancro Cítrico, de variedades precoces e tardias, foram incorporadas à listagem de “liberadas”, ampliando as opções para o citricultor, consequentemente ampliando os períodos de colheita e aumentando o período de operação da indústria.

Mais recentemente surge a Integrada – Cooperativa Agroindustrial, que também passa a ampliar a oportunidade para seus cooperados, que respondem de maneira efetiva e implantam pomares tecnicamente muitos bem conduzidos e dentro das boas práticas agronômicas e da legalidade imposta pelo Governo do Estado.

Os cooperados adquiriram mudas de produtores registrados, com comprovada qualidade genética, culminando com excelente produtividade dos pomares e da qualidade de fruto, que passa a dar suporte para a implantação de uma unidade processadora no município de Uraí, na região Norte.

PRAGA
Em 2004, no estado de São Paulo, houve a primeira ocorrência de HLB no Brasil, chegando ao Paraná em 2007. A praga mobilizou as ações de defesa em todas os estados e no Paraná, mais uma vez, a boa integração entre o poder público e o setor privado, resultou em ações rápidas da defesa sanitária vegetal. Imediatamente foi o Grupo de Trabalho HLB que atuou para o cumprimento das normas e também para o treinamento do produtor rural na identificação de sintomas e nas boas práticas para o controle da praga e do inseto vetor.

À Adapar coube a coordenação do Grupo de Trabalho, que teve como participantes profissionais do Iapar, a Emater, Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Ocepar. A medida propiciou o enfrentamento conjunto e homogêneo, que resultou na minimização aos impactos causados pela praga na citricultura paranaense.

PRODUÇÃO
Atualmente o Paraná é terceiro maior produtor nacional de laranjas, com mais de 23.000 hectares, mesmo com área cultivada inferior ao estado da Bahia, que é o terceiro em área cultivada. No Paraná é a fruta mais produzida em toneladas, o que corresponde a 28% de todas as fruteiras. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, no ano passado foram produzidas 687,5 mil toneladas de laranjas no Estado.

Esse mercado gera cerca de três mil empregos, explorados por mais de 600 citricultores, em mais de 100 municípios com áreas médias entre 19 e 35 hectares. Os laranjais paranaenses rendem R$ 315 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP), o que representa 6% do total nacional. O Noroeste é a principal região produtora do Estado, com 70% dos pomares.

No Vale do Ribeira, concentra-se a produção de tangerinas, com destaque para a variedade poncã. A região é considerada área livre de pragas como o cancro cítrico e o HLB, ambas causadas por bactérias, é bem mais antiga e tem como característica as pequenas e micros propriedades familiares. A produção anual de tangerinas supera 5 milhões de caixas (23,0 kg) da fruta que tem seu mercado consumidor preferencial na cidade de Curitiba e também é bastante exportada para Santa Catarina.

DEFESA SANITÁRIA E FISCALIZAÇÃO
Durante todo o desenvolvimento do cultivo de laranjas no Paraná, o Governo do Estado tem participação efetiva e decisiva. Em 2011, com a criação da Adapar, as normativas legais passaram a ser atualizadas, bem como a fiscalização em todos os segmentos da produção de citros.

Em 2017, quando o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou os ordenamentos para o Brasil, sobre o cancro cítrico, o Paraná optou pelo Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a praga, excetuando-se 31 municípios da Região Metropolitana de Curitiba e do Litoral onde a Adapar busca o reconhecimento do status de Área Livre da Praga (ALP).

Independente de normas editadas pelo governo federal, a Adapar criou, dentro da estrutura funcional da Gerência de Sanidade Vegetal, a coordenadoria de sanidade da citricultura, o que demonstra para os parceiros da pesquisa e da iniciativa privada a importância que o governo do estado atribui à atividade.

Os FDA
Fiscais de Defesa Agropecuária são treinados e capacitados para o cumprimento das normas técnicas e legais para a continuidade do processo de produção de citros, bem balizados no passado e que conferem à atividade o sucesso alcançado.

Nas ações desencadeadas pelos FDA, ressaltam-se as fiscalizações do comércio de mudas de citros, sob o aspecto fitossanitário, tanto no ambiente do comerciante instalado e registrado na Adapar, quanto ao trânsito entre as UF que limitam o Estado e também nas rodovias estaduais em trânsito interno. Também estão presentes na emissão de PTV (Permissão de Trânsito de Vegetais), subsidiadas por CFO (Certificado Fitossanitário de Origem) e CFOC (Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado).

Nos pomares, são aplicadas na fiscalização as medidas impostas por normativas do Ministério da Agricultura e da lei de Defesa do Paraná, onde prevalece a orientação ao produtor rural, através da ação presencial e a distribuição de material para conhecimento das pragas e doenças, como panfletos, cartilhas e cartazes.

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Economia

PIX começa a operar nesta terça em fase restrita

A partir do dia 16, sistema ficará disponível 24h por dia a todos os clientes bancários cadastrados.

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Fotos: Reprodução

O Banco Central dá início, nesta terça-feira (3), à primeira etapa das operações do PIX, o novo sistema de pagamentos eletrônicos no Brasil. Nesta primeira fase, que funcionará como teste da nova modalidade, somente clientes selecionados pelos bancos terão acesso à todas as funcionalidades.

Chamada de fase restrita, essa etapa se estende até o dia 15 de novembro. Neste período, apenas alguns clientes bancários poderão realizar operações de pagamento, em horários determinados. Somente a partir do dia 16 o PIX irá funcionar integralmente, para todos os clientes cadastrados, 24h por dia, 7 dias da semana.

São dois os principais objetivos desta fase restrita do PIX:
. Verificar o funcionamento do PIX no ambiente de produção dos bancos e do Banco Central

. Testar todos os casos de uso disponíveis do PIX para lançamento do sistema integral

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o BC orientou as instituições financeiras a selecionarem usuários aptos a operar no PIX de modo a refletir o perfil de seus clientes, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, em termos de faixa etária e localização geográfica.

“Vale frisar que no período de operação restrita todos os clientes já deverão estar aptos a receber um PIX mediante inserção manual ou chave PIX (desde que possuam chaves cadastradas), enquanto os clientes selecionados terão acesso à integralidade de funcionalidades do PIX”, destacou a Febraban.

Ou seja, na fase restrita do PIX, que vai até o dia 15 de novembro, somente clientes selecionados pelos bancos poderão fazer pagamentos, mas qualquer pessoa que já tenha cadastrado uma chave no novo sistema poderá receber as transferências.

Nesta fase restrita de operações, o PIX vai funcionar somente em horários pré-definidos:
. Das 9h às 22h nos dias 3, 4, 7, 8, 9, 10, 11, 14 e 15 de novembro
. Das 9h às 24h nos dias 5 e 12
. Das 0h às 22h nos dias 6 e 13

O que é o PIX?
O PIX é um novo meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo Banco Central para facilitar as transações financeiras. Não é um aplicativo nem banco, e funciona com as contas que o cliente já tem em alguma instituição financeira.

A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. A quantia cai instantaneamente.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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