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Economia

Tarifa de água vai subir 9,62% a partir de 31 de outubro no Paraná, diz agência

Reajuste foi homologado nesta terça-feira (25) pela Agepar; último aumento na conta havia sido em abril de 2019.

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Fotos: Sanepar/Divulgação e Aniele Nascimento/Arquivo/Gazeta do Povo

A tarifa de água e esgoto no Paraná vai ter aumento de 9,62% a partir de 31 de outubro deste ano, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar). O reajuste foi homologado nesta terça-feira (25).

De acordo com a Sanepar, o último aumento da tarifa havia sido em abril de 2019. A companhia informou que o aumento deveria ter sido homologado em abril deste ano e passado a vigorar em maio.

Porém, a Agepar postergou o reajuste da tarifa por 120 dias por causa da pandemia do novo coronavírus. Esse prazo venceu em 17 de agosto. A prorrogação até 31 de outubro ocorre também em função da crise hídrica no estado, segundo a agência.

Conforme a Sanepar, o novo índice será aplicado de forma proporcional durante o mês de novembro e terá impacto integral a partir de dezembro deste ano.

Ainda segundo a companhia, “o reajuste repõe custos com energia elétrica, pessoal, produtos químicos nos tratamentos de água e de esgoto, manutenção e operação de redes, estações e equipamentos e faz frente aos investimentos da companhia”.

Cálculo do índice
Segundo a Agepar, o cálculo da tarifa do saneamento, que chegou ao índice de 9,6299%, é composto da seguinte forma:

.o índice de 6,1860% é de uma composição de indexadores que incidem na variação da cesta dos índices (IPCA, IGP-M e INPC) mais a variação de custos (energia elétrica, produtos químicos utilizados no tratamento da água, entre outros). O custo da energia elétrica e a variação cambial do dólar em 2019, que elevou muito os preços dos produtos químicos importados, influenciaram na alta deste indicador;

.o índice de 3,4439% é refente à quarta parcela do diferimento tarifário, que recompõe a tarifa do congelamento ocorrido entre 2005 e 2010, aprovado em 2017.

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Economia

Sexta parcela do auxílio emergencial, com novo valor, começa a ser paga esta semana

Beneficiários do Bolsa Família vão poder sacar a 6ª parcela do auxílio, agora no valor de R$ 300, a partir de quinta-feira (17).

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A sexta parcela do auxílio emergencial, agora com novo valor de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) começa a ser paga na próxima quinta-feira (17) para os beneficiários do Bolsa Família.

O calendário de pagamentos segue a ordem do dígito final do número do NIS, habitual do programa, sempre nos dez últimos dias úteis do mês.

Na quinta-feira (17), recebem os beneficiários com NIS de final 1 e assim por diante (veja calendário completo abaixo) até 30 de setembro.

Para os cadastrados no programa via Cadastro Único, aplicativo e pelo site do auxílio emergencial, a sexta e as demais parcela do auxílio emergencial residual de R$ 300 (mais quatro parcelas no total) ainda não tiveram as datas de pagamento definidas pelo governo.

Calendário da sexta parcela do auxílio emergencial para quem tem Bolsa Família

Fonte: https://valorinveste.globo.com

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Economia

Portos do Paraná registram alta de 8% na movimentação até agosto

Faltando quatro meses para o fim de 2020, os portos do Estado já movimentaram 38,67 milhões de toneladas de cargas – o equivalente a 73% do total transportado no ano passado inteiro.

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Fotos: Claudio Neves

O volume de cargas movimentado pelos portos paranaenses já passa das 38,67 milhões de toneladas em 2020. O total acumulado de janeiro a agosto deste ano é 8,4% maior que o registrado no mesmo período em 2019, quando foram transportadas 35,65 milhões de toneladas.

“O volume movimentado no ano passado foi o melhor da história. Até o momento, já movimentamos quase 73% desse movimento e as expectativas são muito boas. Se conseguirmos manter a mesma média para os próximos meses, de setembro a dezembro, deveremos encerrar 2020 com um novo recorde”, adianta o diretor-presidente da empresa Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

De acordo com ele, apesar de um ano totalmente atípico em decorrência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, o comércio exterior teve um bom desempenho, com alta constante nas exportações, principalmente. “Isso é reflexo das medidas que foram adotadas pelo Governo do Estado e pelas empresas que atuam em nossos portos, para proteção aos trabalhadores e garantia de que os serviços não seriam interrompidos”, afirma Garcia.

Somente em agosto, 5,37 milhões de toneladas chegaram ou saíram do Brasil pelos portos do Paraná – 2,27% a mais que o registrado no mesmo mês em 2019.

A alta na atividade portuária paranaense, em 2020, foi regular, com crescimento médio de 8% ao mês. O melhor mês do ano foi maio, com 5.717.200 toneladas.

SEGMENTOS
Quase 67% das cargas movimentadas em 2020 nos portos de Paranaguá e Antonina foram graneis sólidos. A soma dos produtos de importação e exportação do segmento ultrapassa 25,78 milhões de toneladas. O volume é 9% superior que nos mesmos oito meses de 2019.

De carga geral, foram cerca de 8,05 milhões de toneladas. O equivalente a 21% da movimentação no ano. Na comparação com igual período do ano passado, crescimento de 9%.

Os granéis líquidos representaram 12% das cargas de exportação e importação nos portos paranaenses, com 4,83 milhões de toneladas movimentadas no segmento. Alta de 5% em relação a 2019.

CONTÊINERES
A movimentação de contêineres nos últimos oito meses também registra crescimento de 5%. Este ano, já são 604.787 unidades (TEUs). Em 2019, no mesmo período, foram 575.860. Em 2020, 51,3% das unidades foram importadas (310.282 TEUs) e 294.505 TEUs exportadas.

GERAL
Na movimentação geral, considerando todos os tipos de cargas, as exportações representaram quase 66% de toda a atividade nos portos do Paraná. De janeiro a agosto, 25,46 milhões de toneladas de produtos brasileiros seguiram para outros países. O volume exportado é 13% maior que o mesmo período, em 2019 (22,55 milhões de toneladas).

Já as importações, que este ano somaram 13,2 milhões de toneladas, registraram alta de 1% em relação ao volume registrado em 2019 (13,1 milhões).

Confira o resumo da movimentação por produto.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

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Economia

Amazon anuncia 5º centro de distribuição no Brasil com ‘expansão extraordinária’ do ecommerce

Novo centro será o maior da empresa no país, com mais de 100 mil metros quadrados.

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Foto: Mike Segar/Reuters/Arquivo

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (3) a inauguração de seu quinto e maior centro logístico no Brasil, na esteira da expansão do comércio eletrônico com as medidas de isolamento social para conter a pandemia da Covid-19.

Localizado em Cajamar, região metropolitana de São Paulo, o centro tem mais de 100 mil metros quadrados e, segundo a empresa, ajudará nos planos de atender mais clientes de entregas rápidas.

“A Amazon está animada em expandir nossas operações de logística na região de São Paulo, gerando empregos adicionais e aumentando nossa capacidade para lidar com o crescimento extraordinário que temos registrado no Brasil”, afirmou em nota o responsável pela Amazon no Brasil, Alex Szapiro.

O centro é o quarto da Amazon na Grande São Paulo, além de outro em Cabo Santo Agostinho, Pernambuco, lançado em novembro de 2019 para atender a região Nordeste.

O movimento da companhia norte-americana, que diz oferecer no país cerca de 30 milhões de produtos, incluindo itens de pequenas e médias empresas, acontece simultaneamente aos esforços de empresas da cadeia para ampliarem suas estruturas de logística para dar conta do aumento da demanda do ecommerce.

Em agosto, a companhia de logística Sequoia, especializada em ecommerce, pediu registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e listagem na B3.

O Mercado Livre contratou 60 carretas e buscará outras 90 até o fim do ano para ajudar nas entregas de encomendas, enquanto busca dar vazão ao aumento expressivo das operações e depender menos de terceiros.

Em abril, a Via Varejo anunciou a compra da startup ASAPlog, especializada em soluções de logística e conexão de transportadoras em longas distâncias.

https://g1.globo.com/economia/

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