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Economia

Senac oferta curso de e-commerce gratuito para auxiliar empresas

Serão 1.500 vagas em 32 unidades com aulas realizadas de forma remota.

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Foto: Reprodução

Diante das dificuldades enfrentadas pelas empresas durante a pandemia e a necessidade de retomada da economia, o Senac PR está apoiando o desenvolvimento do comércio digital no Paraná.

Para isso, 32 Unidades de Educação Profissional e Tecnológica do Estado ofertarão o curso gratuito “E-commerce: Vendendo no Comércio Eletrônico”.

No total, são 1.500 vagas para trabalhadores de empresas do comércio de bens, serviços e turismo nas áreas de atuação do Senac PR.Essa formação totalmente gratuita de comerciários faz parte do Programa Senac de Gratuidade (PSG), destinado a pessoas e trabalhadores de baixa renda.

Assim, para participar é preciso também atender aos critérios do programa, que tem como pré-requisito renda familiar per capita (soma da renda de toda a família, dividida pelo número de integrantes) até dois salários mínimos federais.

“Neste momento difícil para todos, inclusive para o setor produtivo, o Senac Paraná traz a sua contribuição para os empresários do comércio.

Com a necessidade do isolamento social e até do fechamento das lojas em alguns momentos, as empresas tiveram que migrar para as vendas virtuais, mas nem todas tinham estrutura e pessoal qualificado para isso. Neste sentido, o curso de E-commerce do Senac será de grande ajuda, especialmente para os pequenos e médios negócios, que precisam se adequar aos canais digitais para continuar vendendo”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana (foto abaixo).

Os participantes serão indicados pelas empresas filiadas aos Sindicatos Empresariais vinculados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) ou à Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios (CMEG) da Fecomércio PR.

A empresa interessada em qualificar seus funcionários deve entrar em contato com o Sindicato Patronal de sua cidade ou região ou com a CMEG local. Do dia para a noite, o mundo se abrigou em casa. A vida em sociedade mudou radicalmente e os modelos de negócios também.

O varejo teve que se reinventar em pouquíssimo tempo para atender às demandas de consumo da população em isolamento e superar o fechamento de suas lojas físicas.

A pandemia intensificou o uso dos canais digitais. Com todos recolhidos na segurança do lar, as atividades presenciais foram substituídas pelas virtuais, inclusive a aquisição de produtos e serviços. Levantamento virtual realizado com mais de 1,7 mil entrevistados pela plataforma de inteligência e pesquisa NZN Intelligence revela que 71% dos brasileiros pretendem aumentar o volume de compras on-line.

O curso de e-commerce do Senac Paraná tem como objetivo auxiliar as empresas a estruturarem estratégias de vendas no comércio eletrônico.

A formação tem carga horária de 42 horas e as turmas iniciam em 3 de agosto. As aulas serão realizadas de forma remota, ao vivo, com o uso de tecnologias digitais, o que permitirá a completa interação dos alunos e contextualização para a realidade e necessidades do comércio local, além da troca de experiências entre os participantes.

As turmas serão ministradas por instrutores do Senac Paraná, capacitados para o ensino remoto, a fim de trazer ao aluno a melhor experiência de aprendizagem digital.

O curso inclui conteúdos sobre legislação específica do comércio eletrônico, modalidades de e-commerce, marketing digital, ações de marketing direcionadas para lojas virtuais (buzz marketing, marketing viral e de oportunidades, análise de e-mail marketing e newsletter, uso de ferramentas gratuitas), otimização em buscadores (Search Engine Optimization – SEO) e o uso das técnicas de UpSell e Tripwire, feedback dos usuários, comunicação visual eletrônica e monitoramento através de métricas e indicadores de desempenho.

“É um curso bastante completo e prático, que possibilita com que o participante esteja preparado para implantar ou aperfeiçoar as estratégias do comércio digital de sua empresa diante do novo contexto trazido pela pandemia, que intensificou as vendas pela internet”, explica a diretora da Divisão de Educação e Tecnologia do Senac PR, Denyze Cristina Lorenzon Rückl.

O curso de E-commerce é o primeiro de uma série de formações que compõem a Trilha do Comércio Digital, que será lançada em setembro pelo Senac PR.

Fonte: https://npdiario.com

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Economia

Vendas do varejo encolhem 8,8% na semana do Dia dos Pais; e-commerce cresce 22%

Dados são do Índice Cielo de Varejo Ampliado; vendas de chocolates, vinhos e outros alimentos cresceram em relação a 2019, enquanto que as de vestuário e acessórios encolheram 21%.

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Em meio à pandemia do novo coronavírus, as vendas do varejo encolheram 8,8% na semana do Dia dos Pais, na comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados divulgados pela Cielo nesta terça-feira (11).

Os números da empresa de meio de pagamentos foram mensurados por meio do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que utiliza modelos matemáticos e estatísticos para calcular o desempenho do setor e não leva em conta apenas a base de clientes da companhia.

Apesar do recuo, o número é visto como um sinal de recuperação.

“No começo do isolamento, por volta da terceira semana de março, o faturamento do varejo teve queda de cerca de 50%”, compara o gerente de Inteligência da Cielo, Pedro Lippi.

No Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, a queda foi de 26%. Ou seja, os resultados negativos do setor têm sido cada vez menos intensos.

Comércio eletrônico
O faturamento das lojas físicas encolheu 6,7% na semana do Dia dos Pais, enquanto que o do e-commerce saltou 22,2%.

“Mostra que os varejistas estão tendo de achar alternativas para continuar vendendo”, diz Lippi.

Nessa conta do comércio eletrônico, não são levados em conta os números do setor de turismo e transporte, um dos mais atingidos pela crise. Caso fossem considerados, o e-commerce amargaria uma queda de 34,2% na comparação com 2019.

Entre os setores típicos de presentes, o destaque ficou com o varejo alimentício especializado, que inclui as lojas de chocolate e vinho, por exemplo. O segmento aumentou as vendas mesmo em meio à pandemia: alta de 0,9% em relação a 2019.

Cosméticos e higiene pessoal (-16,4%), óticas e joalherias (-16,7%) e vestuários e acessórios (-21%) amargaram quedas de dois dígitos.

Pedro Lippi destaca que os segmentos classificados como essenciais, entre os quais os de supermercados, vêm tendo desempenho superior a 2019 durante a pandemia – comportamento que se repetiu no Dia dos Pais.

“Nesse contexto de crise, ter crescimento em relação ao ano passado já é bem destacável”, diz ele.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

Durante pandemia, Alpargatas tem aumento de vendas de Havaianas no exterior

O crescimento foi sustentado principalmente por desempenho forte nos Estados Unidos, na Europa e na China.

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Foto: Celso Tavares/G1 e Reprodução

Os resultados da Alpargatas no segundo trimestre foram beneficiados pelo crescimento de vendas no mercado internacional e pelo avanço nas vendas on-line no Brasil e no exterior. As vendas internacionais de Havaianas cresceram 12% no segundo trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Roberto Funari, presidente da Alpargatas, disse que as vendas internacionais representaram 46% da receita líquida da companhia no trimestre, ante 33% de participação no segundo trimestre de 2019. O crescimento foi sustentado principalmente por desempenhos mais fortes nos Estados Unidos, na Europa e na China.

“Parte da aceleração internacional aconteceu também em moeda constante. A operação direta em países que geram melhor resultado contribuiu para o ganho de receita por par maior. A venda on-line também oferece melhor rentabilidade”, afirmou Funari em teleconferência de resultados na manhã desta quarta-feira (5).

O executivo acrescentou que a região Ásia Pacífico representou de 5% a 6% das vendas da companhia. “O grande foco é a China, onde a Alpargatas começou a operar recentemente. Em junho, as vendas on-line na China já atingiram os mesmos níveis da Havaianas.com na Europa, onde a presença da marca é mais madura”, disse.

Funari ponderou, no entanto, que os ganhos na China não foram suficientes para compensar a queda de vendas em outros mercados da Ásia, como Tailândia e Indonésia. Esses países têm a economia voltada para o turismo e ainda enfrentam restrições por causa da pandemia de Covid-19.

“Estamos monitorando a evolução da pandemia na Ásia. O turismo local já voltou na região, mas o turismo internacional ainda não. Além disso, os países da Ásia ainda enfrentam restrições, com fechamento do comércio devido a uma segunda onda da pandemia”, observou Funari.

Vendas on-line de Havaianas sobem 205%
A Alpargatas apresentou crescimento expressivo das vendas on-line no segundo trimestre do ano.

As vendas on-line de Havaianas, incluindo as vendas no site da marca para consumidores e vendas on-line para empresas (B2B), aumentaram 205% no trimestre, em comparação com o mesmo intervalo de 2019. As vendas on-line no site Havaianas.com cresceram 550% no período e as vendas para empresas avançaram 111%.

“O maior destaque desse crescimento foi a China, onde operamos lojas on-line próprias em marketplaces como o Tmall. As vendas digitais estão fortes nas três marcas e é um dos canais que vamos investir”, afirmou Funari.

O executivo acrescentou que a empresa inaugurou no segundo trimestre um novo centro de distribuição em Extrema (MG) para apoiar a estratégia de vendas multicanais da Alpargatas. A empresa também reportou crescimento de 111% nas vendas em marketplaces, como Amazon, Zalando e Netshoes.

A companhia também apresentou avanços nas vendas digitais de suas outras marcas. As vendas on-line da Osklen aumentaram 102% no segundo trimestre, sendo que as vendas no site da marca cresceram 148%. Funari disse que as vendas on-line de Dia dos Namorados aumentaram 400%. “Na Osklen intensificamos as vendas no formato multicanal, com serviços de WhatsApp chat, vendedor digital e uso de inteligência artificial”, disse Funari.

As vendas on-line da Mizuno, por sua vez, avançaram 80%, com destaque para vendas da marca na Netshoes, onde a Mizuno é a segunda maior marca, segundo Funari.

A Alpargatas reportou no segundo trimestre um lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 54,3 milhões, alta de 62,7%. A receita líquida teve queda de 19,6%, chegando a R$ 680,5 milhões. A receita da Alpargatas no Brasil encolheu 35,4%, para R$ 364,5 milhões. No mercado internacional, as vendas de Havaianas avançaram 11,7% no trimestre, para R$ 316 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu R$ 132,2 milhões, aumento de 28,1%.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

Serasa lança nova campanha para limpar nome por R$ 100

Com a extensão da campanha, empresa estima que mais de 25 milhões de dívidas poderão ser quitadas pelo site da Serasa Limpa Nome.

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Foto: Celso Tavares/G1

A Serasa lançou uma nova campanha que permite que endividados até R$ 1 mil quitem suas dívidas por apenas R$ 100.

Desde a última terça-feira (28), quem tiver débitos entre R$ 200 e R$ 1.000 com as empresas Ativos S.A, Tricard, Santander, Recovery, BMG e credsystem poderão quitá-los por apenas R$ 100.

Com a extensão da campanha, a Serasa estima que mais de 25 milhões de dívidas poderão ser quitadas pelo site da Serasa Limpa Nome. O valor de R$ 100 é valido para qualquer um dos seis parceiros envolvidos.

Para ter acesso, o consumidor precisa acessar o site do Serasa Limpa Nome – que desde abril tem uma nova marca e um novo endereço: www.serasa.com.br. O consumidor também encontra as mesmas condições no aplicativo do Serasa disponível para Android e iOS.

O interessado pode verificar sua situação de crédito por meio do número de CPF.

As agências da Serasa, que fornecem atendimento presencial, permanecem fechadas. Porém, além do site do Serasa Limpa Nome e do app da Serasa, o consumidor também pode regularizar seus débitos financeiros pelo Whatsapp, através do número: (11) 98870-7025. Todos esses canais contam com as mesmas condições de renegociação.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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