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Receita Federal apreende R$ 1 milhão em mercadorias contrabandeadas em Londrina

Operação Escudo também foi realizada em Maringá e em Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina. Receita Federal informou que apreensões no Paraná no primeiro semestre, correspondem a 24,7% de tudo o que foi apreendido no Brasil.

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Fotos: Receita Federal/Divulgação

A Receita Federal apreendeu 1.400 pacotes de mercadorias sem notas fiscais na central de distribuição dos Correios em Londrina, no norte do Paraná, durante a operação Escudo. O total de produtos ilegais encontrados pelos agentes da Receitas contabilizou R$ 1 milhão.

Os trabalhos da Operação Escudo começaram na segunda-feira (10) e seguem até sexta-feira (14). O objetivo é combater o contrabando vindo das fronteiras. Nesta primeira etapa, além de Londrina, as fiscalizações se concentram em transportadoras de Maringá e em Dionisio Cerqueira (SC).

Em Londrina, foram apreendidas mercadorias importadas, como celulares e eletrônicos, sem a documentação exigida. A Receita Federal informou que foi necessário o uso de um caminhão para transportar as 1.400 caixas.

Também foram apreendidos três carros transportando celulares em fundos falsos em rodovias da região.

Em Maringá, nas transportadoras fiscalizadas, foram apreendidas caixas de mercadorias falsificadas. Entre as apreensões foram encontradas principalmente roupas.

Também foram apreendidos celulares sem documentação obrigatória e produtos para falsificar tonners. A Receita Federal detalhou que as embalagens tinham logotipos falsos de marcas conhecidas.

Em Santa Catarina, as fiscalizações foram realizadas em estradas, transportadoras e correios. Nas transportadoras e correios foram retidos 150 pacotes e caixas, contendo principalmente celulares e vinhos. O valor estimado das apreensões soma R$ 100 mil.

Balanço apreensões no Paraná
O número de mercadorias apreendidas pela Receita Federal no Paraná no primeiro semestre deste ano no estado é 20% superior ao que foi apreendido no mesmo período de 2019.

De acordo com o órgão, foram apreendidas R$ 342 milhões em mercadorias nos seis primeiros meses de 2020.

Esse valor corresponde a 24,7% do total de apreensões realizadas em todo o país pela Receita Federal no período. Conforme a Receita Federal, de janeiro a junho as apreensões no Brasil somaram R$ 1,38 bilhão.

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Justiça converte em preventiva prisão de jogador suspeito de matar dirigente do Nacional de Rolândia

Delegado que investiga o caso disse que suspeito confessou ter cometido o crime; empresário e dirigente José Danilson morreu após ser esfaqueado.

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Fotos: Reprodução/RPC e Divulgação/Nacional Atletico Clube

A Justiça converteu em preventiva, na noite desta quinta-feira (17), a prisão do jogador Vinícius Corsini, de 28 anos, suspeito de matar o empresário José Danilson Alves de Oliveira, dirigente de futebol do Clube Nacional de Rolândia, no norte do Paraná.

O dirigente do clube tinha 58 anos, e segundo a Polícia Civil, foi esfaqueado, na noite de quarta-feira (16), no Centro da cidade. O jogador foi preso em flagrante.

Na decisão, o juiz Alberto José Ludovico, da Vara Criminal de Rolândia, determinou, além da conversão da prisão, o agendamento da audiência de custódia do suspeito para esta sexta-feira (18).

Segundo a polícia, Danilson de Oliveira foi esfaqueado após uma discussão com o jogador. Vinícius Corsini, de acordo com a investigação, tentou fugir, mas foi contido por moradores até a chegada de uma equipe policial.

Após ser esfaqueado, de acordo com a polícia, José Danilson chegou a ser levado para o Hospital do Coração e passou por uma cirurgia, mas não resistiu.

A Polícia Civil informou que Vinicius Corsini confessou o crime e disse ter comprado a faca utilizada para matar o empresário minutos antes, em um mercado.

Segundo a polícia, ele teve o contrato com o clube rescindido no início do ano.

“O Vinicius, no caso, estaria descontente com esse desligamento, esse não aproveitamento dele no futebol, e teria criado essa mágoa, esse rancor por parte dele, do José Danilson, e teria praticado esse crime”, disse o delegado Marcos Rubira.

A defesa de Vinícius Corsini informou que vai aguardar o avanço das investigações, mas destacou que “a motivação do delito não está ligada à contrato, demissão, convocação ou outro motivo relacionado à profissão que o jovem Vinicius Corsini exercia, conforme será demonstrado oportunamente”.

O Clube Nacional de Rolândia disputa a divisão de acesso do campeonato paranaense e também a série D do Campeonato

O empresário também era presidente de honra do clube, sargento aposentado da Polícia Militar (PM) e foi vereador e vice-prefeito de Rolândia entre 2013 e 2017.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Troca de mensagens de traficantes revela esquema de lavagem de dinheiro

De acordo com investigações, facção criminosa movimentou R$ 200 milhões no período de um ano. Empresas recebiam dinheiro em suas contas.

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Fotos: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual do Rio (MP-RJ) descobriram trocas de mensagens entre traficantes do Comando Vermelho que mostram revelam como funcionava o esquema de lavagem de dinheiro desenvolvido pela facção.

O dinheiro do tráfico era distribuído para diversas contas bancárias em outros estados e que eram usadas para a lavagem.

A operação Overload II é o resultado das investigações de policiais civis e promotores públicos que rastrearam uma movimentação financeira de R$ 200 milhões pela facção criminosa, em pouco mais de um ano.

Nessa conversa, um dos traficantes manda fazer um depósito: “Aí mano joga 20 nessa”

Em seguida, escreve o nome do banco, agência e o número da conta corrente.

Depois continua a dar as ordens em mensagens, falando sobre as contas: “Nessa mais 20” e “Nessa da foto você joga 20.”

As investigações descobriram que uma das contas usadas pela facção pertencia à empresa Vest Tur Agência de Viagens, com sede em Curitiba, no Paraná.

A análise dos dados fiscais da empresa apontou um enorme descompasso entre a receita declarada e os valores movimentados, que chegam perto de R$ 5 milhões.

Nas conversas, obtidas pela polícia, há inúmeras ordens para depósitos. Todas as ações são seguidas de fotos dos comprovantes das operações financeiras.

Outra empresa, usada para lavar o dinheiro do crime, era a Expoarte Fast Money Ltda, com sede em Belo Horizonte. A empresa teve receita bruta de R$ 99 mil em 2014 e de R$ 145 mil em 2015, de acordo com relatórios.

Mas a movimentação financeira foi de R$ 36 milhões, em 2014. No ano seguinte, a movimentação financeira chegou a R$ 74 milhões, de acordo com as investigações.

De acordo com as investigações, as duas empresas foram fechadas.

Alem de empresas, o esquema também contava com pessoas físicas, que recebiam depósitos em suas contas e que logo depois eram sacados.

Nesta quinta-feira (17), 35 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Rio, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

As investigações apontaram que os dois principais chefes da facção criminosa estavam entre os beneficiários do esquema.

Ainda de acordo com os investigadores, Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, condenado pela morte do Jornalista Tim Lopes e Márcio Nepomuceno, o Marcinho VP, mesmo de dentro da cadeia, continuavam dando ordens para seus subordinados “lavarem” os recursos obtidos com o tráfico de drogas.

Elias Maluco e Marcinho VP estão na penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná.

As contas bancarias dos envolvidos foram bloqueadas.

“Por conta disso, a gente acredita que está enfraquecendo o poderio financeiro dessas facções que atuam no tráfico de drogas, dessas organizações criminosas. Então, esse bloqueio de contas vai evitar que, por esse lado, ocorra a lavagem de dinheiro”, explicou o delegado Pedro Brasil, da 25ª DP (Engenho Novo).

Fonte: https://g1.globo.com/rj

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Cerca de 15 carros aparecem em pedreira desativada após diminuição do nível de água

Veículos estavam submersos na antiga pedreira em Salto de Pirapora (SP). A água do local é captada para manter abastecimento.

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Fotos: Reprodução/ TV TEM

Cerca de 15 carros foram encontrados na pedreira desativada de Salto de Pirapora (SP), após a diminuição do nível de água. A Polícia Civil informou que vai apurar como e por que esses veículos foram parar no lago.

Alguns carros já estão completamente expostos, mas há também os que ainda estão submersos. Outros estão parcialmente encobertos pela água.

Os carros serão removidos para que seja feita a perícia e registro da ocorrência. A polícia fará um levantamento das placas e chassis.

Ainda segundo a corporação, a logística para a apreensão dos veículos ainda está sendo providenciada. Não há prazo para retirada dos carros.

Como os carros foram descobertos
A concessionária Águas de Araçoiaba, responsável pela captação da água do lago para despejo no rio Pirapora, informou que quando os primeiros veículos apareceram, acionou a polícia.

A área é particular e pertence a uma fábrica de cimentos da região. O lago tem cerca de 30 metros de profundidade.

A água está sendo captada desde o dia 9 de setembro para manter a capacidade de distribuição do rio Pirapora, que abastece os municípios de Salto de Pirapora, Piedade e Araçoiaba da Serra.

Em 2012, dois homens foram encontrados mortos a mais de 60 metros de profundidade no local. A dupla foi fazer mergulho no lago da pedreira e ficou dois dias desaparecida. Equipes de resgate fizeram mergulho no local e encontraram as vítimas.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/

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