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Cambará

Radialista Cesar Júnior aniversariando hoje

Familiares e amigos, parabenizando-o pela data.

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Foto: Reprodução Facebook

Cesar Júnior, conceituado radialista da 104 FM, aqui em Cambará, comemorando hoje mais um ano de vida cheia de bençãos.

Familiares e amigos, parabenizando-o pela data.

A Webmix Cambará e Cambará Notícias, desejam os mais sinceros votos de felicidades.

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Cambará

36 presos diagnosticados com Covid-19 fogem de cadeia em Cambará

Coordenação regional do Departamento Penitenciário informou que testagem em massa na cadeia de Cambará identificou que 118 presos estavam infectados pelo novo coronavírus.

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Foto: Divulgação

Trinta e seis presos com diagnóstico positivo para o novo coronavírus fugiram da cadeia de Cambará, no norte do Paraná, na madrugada desta terça-feira (22). De acordo com a coordenação regional do Departamento Penitenciário (Depen), os detentos escaparam por um túnel de aproximadamente 30 metros.

A cadeia enfrenta problemas de superlotação. Antes da fuga, estava com 122 presos em um local com capacidade para 42. Três agentes penitenciários trabalhavam quando os internos conseguiram escapar.

Reginaldo Peixoto, coordenador regional do Depen informou que dois fugitivos já foram recapturados e que o órgão já trabalha para fechar o buraco.

“Realizamos várias transferências, mas por causa da pandemia, esse tipo de movimentação acabou sendo mais morosa”, explicou o coordenador regional do Depen.

Coronavírus na cadeia
No dia 16 de setembro, presos e funcionários participaram de uma testagem em massa para a Covid-19.

De acordo com Peixoto, 118 dos 122 presos testaram positivo para a doença, a maioria não apresentou nenhum sintoma. Entre os funcionários, três agentes foram afastados porque foram diagnosticados com Covid-19.

A ação foi realizada depois de 13 detentos contraírem a doença. Após a confirmação, esse grupo foi levado para cumprir o período de isolamento na cadeia de Cornélio Procópio. Após 15 dias, quando todos já estavam curados, voltaram para Cambará.

Conforme a coordenação regional do Depen, os presos que apresentaram algum sintoma tiveram febre, dor no corpo e falta de paladar. Nenhum precisou ser internado e o município tem dado apoio com equipes de saúde.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Cambará

Cambará está aniversariando hoje: são 96 anos de muita história.

Em 21 de setembro de 1924, nascia uma das mais importantes cidades do Norte Pioneiro.

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Fotos: Reprodução

Cambará, que completa hoje 96 anos, é um município brasileiro do estado do Paraná, situada no norte pioneiro, com uma população conforme estimativas do IBGE de 2018, de 25.252 habitantes.

A cidade faz limites com os municípios de Andirá, Jacarezinho, Barra do Jacaré, Salto Grande(SP) e Ourinhos(SP).

Origem e Ocupação do Município
Até o início do século passado, as terras às margens do Alambari eram raramente visitadas, até mesmo por caçadores em busca da caça farta existente na região. Depois, a exuberância da terra, a descoberta da madeira de lei e a abundância da árvore nominada Cambará, própria das terras roxas e férteis apropriadas para o cultivo do café, fez com que a região tivesse um fluxo muito grande de pessoas, principalmente de imigrantes japoneses. A notícia da fertilidade do solo da região rapidamente se espalhou, dando conta que “ali o dinheiro se tirava até de árvores, que se raspava com o rodo, pois esta era, realmente, a verdadeira terra da promissão”.

O movimento colonizador da cidade de Cambará iniciou-se no ano de 1904 quando Alexandre Domingues Caetano, conforme escritos de Monsenhor João Belchior, chegou à região num carro de bois e se estabeleceu às margens do rio, próximo a uma aldeia de índios, de índole pacífica, com os quais manteve um bom relacionamento. Em seguida, chegou também Francisco Moreira, dando início à povoação. O coronel Batista vendeu ao Sr. Francisco Moreira uma área de cinquenta alqueires por 25 mil réis, e mais tarde outros cinquenta alqueires já então a 50 mil réis demonstrando a rápida valorização. Nessa terra, Chico Moreira formou um sítio transferindo de Jacarezinho sua residência, passando a residir ali com sua família. Através da floresta bruta, com a maior dificuldade, abriu um picadão até o brejão, estabelecendo assim uma ligação do sítio com a vila emergente de Jacarezinho.

O povoado limitou-se, por muito tempo, a meia dúzia de choupanas cobertas de ramagem. A notícia da fertilidade das terras atraiu para o local outros desbravadores que, pouco a pouco, foram fixando a residência em choupanas esparsas ao longo da floresta, como Vigilato Barbosa, José Soares (o José Pechincha), Francisco Lopes, João Pires, José Ferreira de Paula Garcia (o José Salviano) e outros que também fizeram a história de Cambará.

À medida que o tempo passava, o povoado ia recebendo outros moradores, formando assim um núcleo de colonização com o nome de Alambari, nome do ribeirão que banhava o lugar e que hoje corta a cidade de Cambará.

Uma vez que o povoado de Alambari era parte integrante do município de Jacarezinho, o coronel Joaquim Severo Batista, um dos pioneiros da referida cidade, veio para o norte do Paraná em busca de terras devolutas que estavam sendo doadas pelo governo do estado, com o apoio do Dr. Arbue, político e amigo do governador Visconde de Tauna, conseguindo uma gleba de terras de aproximadamente 42.000 alqueires, delimitadas pelos rios Paranapanema, Cinzas e Laranjinhas, sendo a documentação de posse datada de 1.885. Deste lote, Joaquim Severo Batista fez, no ano de 1.908, uma doação à prefeitura de Jacarezinho de dez alqueires, situada à margem esquerda do rio Alambari, dividido em lotes e posto a venda para a formação da nova cidade. Desta extensão de terras foi demarcado pelo coronel Severo Batista um quarteirão para a futura construção da igreja matriz. A curiosidade é que esta demarcação foi feita de forma verbal, valendo o fio de bigode.

Devido à fertilidade e à exuberância das terras das imediações da povoação onde numerosas fazendas agrícolas encontravam-se em promissora formação, o governo do estado, em março de 1920, cria o distrito judiciário de Cambará, no município de Jacarezinho, fixando os limites físicos e concedendo-lhe definitivamente o nome de Cambará por causa de uma planta do mesmo nome que existia em abundância na região.

O desenvolvimento do distrito de Cambará era crescente. Milhares de operários desbravavam as florestas, substituindo por fazendas agrícolas, onde com esmero se plantava café, o ouro verde de então. O milho e o feijão também faziam parte da cultura local.

Por causa desse franco desenvolvimento, a Câmara Municipal de Jacarezinho, através do camarista Leovegildo Barbosa Ferraz, justificou por meio de um memorial o pedido para elevação do distrito de Cambará a categoria de município.

E assim Cambará, em face desta representação, conquistou o direito de ser administrada por si própria, sendo elevada a município em 28 de março de 1923. A instalação solene do município ocorreu às doze horas do dia 21 de setembro de 1924.

Paróquia Nossa Senhora das Graças

Em virtude da influência política e de sua enorme dedicação a Cambará, o major Antônio Barbosa Ferraz foi nomeado o primeiro prefeito da cidade.

O major Antônio Barbosa Ferraz Junior, menos de dois meses após ser empossado na função de prefeito, licenciou-se deixando em seu lugar o camarista José Antônio Marcondes Machado, que comandou os destinos de Cambará até primeiro de agosto de 1929, quando renunciou, reassumindo o cargo o major Barbosa Ferraz.

Patrimônio Histórico
Edifícios históricos do centro do município.

No centro do município podem ser vistos muitos edifícios que presenciaram o progresso do município, estes foram construídos no século passado.

Hidrografia
Ribeirão Alambari
Nos primórdios do município o pequeno córrego era muito necessário, pois as lavouras do município eram irrigadas por ele além do abastecimento, suas margens tinham três metros de profundidade. E moradores locais dizem que era comum acontecer afogamentos no local. Hoje o córrego ainda abastece o município, em seus locais mais profundos possui dois ou três palmos de profundidade em época da pouca chuva. Uma curiosidade é que na época que foi fundado, o município se intitulava “Alambari”, nome do ribeirão.

Rio Paranapanema
Um grande fato que mudou o aspecto do rio no município e o marcou, foi a construção da Usina Hidrelétrica de Salto Grande.

Usina Hidrelétrica de Salto Grande
É a mais antiga usina hidrelétrica em operação no Rio Paranapanema, concluída em 1960 seu reservatório ocupa 12 km² entre o município de Cambará e Salto Grande tem capacidade de geração de 74 Mw e possui 4 turbinas tipo Kaplan. Uma curiosidade é que no local da hidrelétrica havia um grande salto que denominou o município de Salto Grande.

Turismo
Merecem destaques o Clube de Campo Scandolo, o Parque Alambari, a Praça Dr. Miguel Dinizo e o Mirante do Cristo Redentor. O município foi contemplado com o prêmio Cidade Destaque Nacional 2009 em planejamento urbanístico e paisagístico, segundo o Instituto Ambiental Biosfera e pelo Instituto Brasileiro de Estudos Especializados –Ibraedo Rio de Janeiro.

Estátua do Cristo
A Estátua do Cristo cambaraense merece destaque em turismo por ser um local bonito, com vista para toda cidade. É o ponto mais alto do espaço urbano.

Praça Dr. Miguel Dinizo
Uma praça muito bonita e é um dos locais históricos do município. Restaurada recentemente possui uma fonte luminosa, e muitas árvores centenárias. É um local ótimo para lazer.

Patrimônio Cultural.
.Estação ferroviária, de 1925.
.Paço da Prefeitura Municipal.
.Espaço Cultural Nilza Furlan.

Estação Ferroviária
A estação de Cambará foi aberta em 01 de julho de 1925 e foi ponta de linha da São Paulo-Paraná. Em 1928, a ferrovia passou para as mãos da Companhia de Terras do Norte do Paraná, que iniciou o prolongamento da linha, que, em 1930, alcançou Ingá (Andirá) e Bandeirantes. Mais tarde, foi construído um prédio maior para a estação, que é o atual. Em 2000, seu pátio tinha seis linhas de desvio e mais um desvio para a empresa Coopramil.

Estação Ferroviária de Cambará

Responsáveis pela estação:
.Estrada de Ferro Noroeste do Paraná (1925-1928)
.Estrada de Ferro São Paulo-Paraná (1928-1944)
.Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (1944-1975)
.RFFSA (1975-1996)

Educação
A Educação no município é bastante abrangente, pois conta com 06 Colégios Estaduais, 05 Escolas Municipais, 03 Escolas Particulares, além de 02 Centros de Educação Infantil Municipais e O2 Conveniados, que atendem crianças até 05 anos de idade, que são:
·Colégio Estadual Doutor Generoso Marques
.Colégio Estadual Dona Carolina Lupion
.Colégio Estadual Professor Sílvio Tavares
.Colégio Estadual Santa Rita de Cássia
.Colégio Estadual Angelina Ricci
.Colégio Estadual Lucy Requião
.Escola Municipal Prof. Luis Antonio Lorenzetti
.Escola Municipal Caetano Vezozzo
.Escola Municipal Ignes Panichi Hamze
.Escola Municipal Maria Ap. Paulina da Silva Furlan
.Escola Municipal Maria Alice Bittencourt Augusto Forti
.Colégio Nossa Senhora das Graças
.Colégio O Caminho
.Escola Mundo Mágico
.Centro Municipal de Educação Infantil Algodão Doce
.Centro Municipal de Educação Infantil Mundo Feliz
.Centro de Educação Infantil Bom Jesus
.Centro de Educação Infantil Caminho de Luz

Centro Estadual de Educação Profisional Agricóla Mohamad Ali Hamzé – Foto: Reprodução/Facebook

O município também conta com o Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola Mohamad Ali Hamzé, que oferece vários cursos profissionalizantes, dentre eles o de Agropecuária e Tecnologia de Alimentos.

Além disso, o município mantém convênio com a Escola de Educação Básica Mensageiros de Luz (APAE), que oferece atendimento a alunos com necessidades especiais.

Fonte: https://www.cambara.pr.gov.br

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Cambará

Detentos transferidos da cadeia de Cambará após surto de Covid-19

Após a realização de exames na população carcerária, foi confirmado o contágio em 12 detentos.

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Fotos: Claubinho Souza/Banda B

No início da tarde desta sexta-feira(11), O Depen/PR (Departamento Penitenciário do Paraná) realizou a transferência de detentos da cadeia pública de Cambará, após 12 presos testarem positivo para Covid-19.

Três ambulâncias, além de viaturas da Polícia Militar, estiveram envolvidas na transferência dos detentos para uma unidade regional que dispõe de ala de isolamento e tratamento a pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.

O comboio com os presos infectados deixou a carceragem de Cambará pouco antes das 15 horas. A unidade mantém encarcerados aproximadamente 100 detentos.

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