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Pro Tork parte com tudo para o Rally dos Sertões 2020

Patrocina a edição, forma equipe com a experiente Mult Racing e pilotos de ponta, e ainda lança produtos licenciados.

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Fotos: Reprodução

A Pro Tork parte com tudo para a 28ª edição do Sertões – o maior rally das américas, que tem início nesta sexta-feira, dia 30, em Mogi Guaçu (SP), e segue até dia 7 de novembro, em Barreirinhas (MA). Líder em motopeças na América Latina, a marca patrocina o evento, forma equipe com a experiente Mult Racing e pilotos de ponta e ainda lança série de produtos licenciados.

Vamos começar pela disputa das motos, que contempla um percurso de 4.567 quilômetros, sendo 1.842 de trechos cronometrados, passando também pelo Distrito Federal, Goiás e Tocantins. A Pro Tork se une a Mult Racing para brigar pelos títulos com Rafael Espíndola na categoria Brasil e com Rami Sfredo e o estreante Emerson Loth na Moto 2.

Rafa é o atual campeão na classe e se mostra bastante animado. “Ano passado foi minha primeira participação, com uma CRF230F sem nenhuma preparação. Uma moto que não é projetada para um rally desse nível, foi sofrido, mas consegui vencer. Esse ano vou de CRF250F toda preparada, com destaque para o escapamento Powercore 4. A expectativa é a melhor possível”, explica.

Rami chamou a atenção em 2019 ao vencer a Marathon, completando a prova com uma fratura no pulso sofrida já na primeira etapa. “A vontade era tanta que segui, mesmo contra indicação médica. No fim, ainda fui homenageado pela organização como Herói do Sertões, foi muito emocionante. Agora volto com mais garra, comprometido na busca de um bom desempenho”, afirma.

A grande novidade é a estreia de Emerson Loth, tetracampeão brasileiro de enduro de regularidade. “Estou na melhor equipe que eu poderia estar. É muito gratificante trabalhar com pessoas que acreditam no seu potencial, que te proporcionam novas experiências. Vou sem grandes pretensões, mas tudo tem um início, né? Quem sabe o que pode acontecer”, diz em tom de brincadeira.

Para completar, a linha de produtos licenciados, desenvolvida especialmente para o Sertões, está fazendo o maior sucesso no mercado. Ao todo, são oito itens. No off road, o capacete e o conjunto agregam estilo agressivo e proteção. Já no street são três opções de cascos para popularizar a competição nas ruas de todo o Brasil. A coleção conta ainda com copo e cooler térmicos, além de um mini capacete.

Para o diretor-presidente da Pro Tork, Marlon Bonilha, a expectativa é excelente. “Entramos de cabeça, com investimento pesado, assim como em tudo o que fazemos. Nossa estratégia comtempla uma série de ações e os resultados virão com toda a visibilidade que tem o rally. Vale destacar que o evento é uma verdadeira pista de testes e nos possibilita desenvolver produtos ainda melhores no futuro”, finaliza.

Confira o roteiro do Sertões 2020*:

30/10/2020 – sexta-feira – Prólogo
Velocitta – Mogi Guaçu (SP)

Com 4.730 metros, o percurso será sinuoso, com algumas retas e com piso liso (misto de cascalho e pedrisco), que exigirá muita perícia e concentração.

31/10/2020 – sábado
1ª etapa – Velocitta / Mogi Guaçu (SP) a ponto do deslocamento para a Bolha 1
Deslocamento inicial: 260 km
Trecho especial: 205 km
Deslocamento final: 120 km
Total: 585 km

O Sertões 2020 tem início com uma especial em região montanhosa, muito bonita, em estradas de piçarras. O trecho traz lombas e pontos sem visão. No km 30, começa a subida de uma serra com lajes de pedra e abismos dos dois lados, onde a navegação será fundamental. A partir do km 100, haverá estradas vicinais estreitas dentro de pequenas fazendas. Os últimos 20 km serão mais rápidos, em uma zona agrícola.

1/11/2020 – domingo
Dia de deslocamento inicial e manutenção
Deslocamento até Bolha 1: 580 km

2/11/2020 – segunda-feira
2ª etapa – Bolha 1 / DF a Bolha 2 / GO – 1ª parte Maratona “Renê Melo”
Deslocamento inicial: 159 km
Trecho especial: 353 km
Deslocamento final: 0 km
Total: 512 km

No segundo dia da prova, será realizada a parte inicial da Etapa Maratona, batizada de Renê Melo – piloto de carro falecido em maio deste ano que participou diversas vezes do Sertões. Sem poder contar com qualquer auxílio das equipes de apoio, os competidores encaram a especial de 350 km que promete estar entre as mais duras e completas da edição 2020. O trecho começa rápido, com mata-burros e pontes (em algumas delas haverá radar). Ao chegarem em uma fazenda particular, haverá uma subida de serra em trial, na qual será preciso muita atenção.

No alto, diante de um visual incrível, os competidores seguem pelo topo da serra, marcado por lajes de pedra. Saindo da fazenda, as velocidades serão maiores em uma estrada rápida, de pilotagem prazerosa, mas com algum fesh fesh. Haverá travessia por um rio até atingirem uma pista travada e estreita. Nos últimos 50 km da especial, a velocidade volta a subir até chegarem na zona de radar, terminando dentro do parque de apoio.

3/11/2020 – terça-feira
3ª etapa – Bolha 2 / GO a Bolha 3 / GO – 2ª parte Maratona “Paulo Gonçalves”
Deslocamento inicial: 0 km
Trecho especial: 200 km
Deslocamento final: 169 km
Total: 369 km

Na segunda parte da Etapa Maratona, o homenageado será o piloto português de motocicleta Paulo Gonçalves, que faleceu após um acidente no Rally Dakar 2020. O dia promete ser bem completo, mesclando velocidades altas, médias e baixas. Apesar dos 10 km iniciais bem velozes, a especial logo entra em uma dura subida de serra, com muitas pedras, depressões, pontos sem visão e trechos sinuosos com abismos dos dois lados. Após muito sobe e desce, na metade da especial, por volta do km 100, haverá uma longa descida. O piso terá fesh fesh e exige cautela nas ultrapassagens. Os competidores passarão por dois grandes rios com pedras e vão encarar uma serra íngreme no final, por região não povoada e solo com muitas pedras e cascalhos.

4/11/2020 – quarta-feira
4ª etapa – Bolha 3 / GO a Bolha 4 / TO
Deslocamento inicial: 26 km
Trecho especial: 329 km
Deslocamento final: 295 km
Total: 650 km

O dia começa muito rápido, no estilo das especiais no Campeonato Mundial de Rally (WRC), e fica mais lento quando entra em um trecho com mata-burros, pedras e pontes – em algumas delas haverá radar. O grande desafio será o trecho de 60 km de areia, no qual a navegação será exigida ao máximo. Após o abastecimento, os competidores enfrentarão caminho travado e pontos de trial, em terreno característico de cerrado. Nos últimos 60 km, curvas de altas velocidades e chão com piçarra.

5/11/2020 – quinta-feira
5ª etapa – Bolha 4 / TO a Bolha 5 / MA
Deslocamento inicial: 99 km
Trecho especial: 227 km
Deslocamento final: 284 km
Total: 610 km

Apesar dos km iniciais travados, a especial imprime altas velocidades em um trecho de areia, ao lado de uma plantação de eucaliptos. O terreno arenoso fica bem mais pesado até a metade do trajeto, quando assume as características do Jalapão, no Tocantins. Os competidores encerram a especial em terreno de piçarra, onde poderão atingir altas velocidades e sentir o prazer da pilotagem.

6/11/2020 – sexta-feira
6ª etapa – Bolha 5 / MA a Bolha 6 / MA
Deslocamento inicial: 128 km
Trecho especial: 300 km
Deslocamento final: 313 km
Total: 741 km

A especial já começa com belas paisagens, por estradas de médias velocidades que vão ficando cada vez mais estreitas e travadas. A partir da metade, o trajeto fica mais rápido, com lombas e depressões. Haverá dois trechos com retas muito longas, de altíssimas velocidades, em terreno de piçarra. No final, será preciso mais atenção para completar a especial em trechos arenosos.

7/11/2020 – sábado
7ª etapa – Bolha 6 / MA a Barreirinhas (MA)
Deslocamento inicial: 258 km
Trecho especial: 223 km
Deslocamento final: 34 km
Total: 515 km

A organização do Sertões promete deixar a melhor especial para o final. Com prova na areia, a navegação fará toda a diferença. Após um começo travado em piçarras, o trecho fica arenoso à medida que cruza pequenos riachos, os quais estarão secos na época da prova. Após o abastecimento, praticamente na metade da especial, as dificuldades serão extremas por conta da areia e da parte final com navegação por GPS em dunas. Com muitos way points a serem cobertos, qualquer erro pode ser fatal. O final em Barreirinhas promete ser apoteótico, a imagem a ser gravada nas memórias dos participantes. Chegar ao final do Sertões 2020 já será uma grande vitória.

TOTAL DO PERCURSO: 4.567 km
TOTAL DE ESPECIAIS: 1.842 km

*Sujeito a alterações.

A Pro Tork, maior fabricante de motopeças da América Latina e líder mundial na produção de capacetes, é patrocinadora oficial do evento e seus pilotos têm o apoio da NOS Energy Drink e Sportbay.

Fonte: https://npdiario.com/

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Londrina vence e garante o acesso à Série B 2021. Remo está na final da Série C

Londrina consegue o resultado no Mangueirão e conta com o tropeço do Paysandu diante do Ypiranga-RS; Mesmo com a derrota, Remo está na decisão e espera pelo adversário do Grupo C.

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O Londrina venceu o Clube do Remo por 1 a 0 na tarde-noite deste sábado, no Estádio Mangueirão, em Belém, e garantiu o acesso à Série B do Brasileiro 2021. Antes do confronto iniciar, o Tubarão tinha a missão mais difícil do quadrangular da Terceirona. Só a vitória interessava e ainda teria que torcer por um tropeço do Paysandu contra o Ypiranga-RS. E deu tudo certo. Com gol contra de Gilberto Alemão, aos 42 minutos do segundo tempo, os paranaenses fizeram o resultado na capital paraense e contaram com a vitória do Canarinho gaúcho pelo mesmo resultado diante do Papão.

O Leão Azul, mesmo derrotado em casa – já havia conquistado a vaga na Segundona com uma rodada de antecedência – está na final da competição nacional, aguardando as definições do Grupo C, neste domingo, para saber qual será o adversário.

Primeiro tempo
Com a vitória sendo o único resultado que interessava, o Londrina forçou Vinícius a fazer uma grande defesa logo aos cinco minutos. Igor Paixão arriscou de fora da área e o goleiro espalmou à escanteio. A partir daí, as jogadas de perigo passaram a ser esporádicas. Com o acesso garantido e precisando apenas de um empate para sacramentar a vaga na final, o Remo jogava com tranquilidade, sem urgência, trabalhando a bola e deixando o jogo morno.

O Tubarão não tinha fôlego para pressionar na frente, era lento, muito preso. Nos minutos finais do embate, porém, a coisa esquentou. Douglas Santos e Carlos Henrique assustaram Vinícius em lances seguidos. O Leão Azul respondeu com Lucas Siqueira, de longe, com a bola passando muito próxima da trave. Os times foram para o intervalo no 0 a 0.

Segundo tempo
O segundo tempo começou pegando fogo. O cronômetro não marcava nem cinco minutos quando Tcharlles, em um chute que saiu sem força, e Marcondes, no desvio que quase termina em gol contra, tiveram lances importantes para o Remo. O Londrina quase marca logo em seguida. Carlos Henrique bateu forte e o paredão azulino, Vinicius, defendeu com o pé, salvando os donos da casa. Era lá e cá. Gedoz cobrou escanteio, Fredson testou e a bola explodiu no travessão. Quase o primeiro do Leão! Aos 19, Eduardo Ramos cabeceou no ângulo e Dalton fez um verdadeiro milagre no Mangueirão. O Tubarão não desanimou e parou novamente no goleiro em uma finalização de Victor Daniel.

E os paranaenses seguiram pro tudo ou nada. Samuel Gomes recebeu o passe na área, ficou cara a cara com Vinícius e a bola passou muito perto da trave. Incrível! Na base do abafa, entretanto, veio a jogada que garantiu o Londrina na Série B. Aos 42 minutos, Gedoz perdeu a bola na entrada da área, Jardel cruzou, Vinicius saiu mal, Samuel Gomes pegou a sobra e bateu para o meio. A bola desviou no zagueiro Gilberto Alemão e entrou. Gol contra, mas suficiente para, após o apito final, o time londrinense comemorar o retorno à Segundona nacional!

Classificação final do quadrangular
O Remo terminou na liderança do Grupo D com 10 pontos em seis jogos, seguido pelo Londrina, com nove, fechando o G2 do acesso. O Ypiranga-RS ficou na terceira posição com sete, enquanto que o Paysandu se despediu do torneio na última colocação com os mesmos sete pontos, mas perdeu nos critérios de desempate: saldo de gol -2 contra -1 dos gaúchos.

Comemoração, Remo x Londrina, Série C – Foto: Fernando Torres/AGIF – Estadão Conteúdo

Partidas da final da Série C
O Londrina, agora, irá se preparar para as competições de 2021, entre elas a Série B. O Clube do Remo ainda terá mais dois jogos pela frente na final da Série C, marcados para os dias 24 e 31 deste mês, dois domingos. O adversário ficará entre Brusque e Vila Nova, que jogam neste domingo, dia 17. Somente o Brusque poderia tirar a possibilidade de vantagem azulina de decidir a competição em casa. Se os catarinenses vencerem o Santa Cruz no Recife, se igualam aos paraenses em pontos (41), vitórias (11), mas teriam que tirar uma vantagem no saldo de gols que hoje é de 12 para o Remo contra apenas 2.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

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Jogador brasileiro não sobrevive à parada cardiorrespiratória e morre em Portugal

Alex Apolinário defendia o Alverca e faleceu por morte cerebral, segundo o clube; Mundo do futebol presta homenagens.

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Foto: Getty Images

O jogador Alex Apolinário, do Alverca, que havia sofrido uma parada cardiorrespiratória no último domingo, morreu nesta quinta-feira. O clube português divulgou um comunicado sobre o falecimento do brasileiro, por morte cerebral.

– Com profundo pesar comunicamos, de acordo com as informações prestadas pelo corpo médico do Hospital de Vila Franca de Xira, o falecimento por morte cerebral do nosso atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário, esta manhã. O FC Alverca Futebol SAD prestará todo o apoio necessário a seus familiares – declarou o Alverca.

Alex Apolinário sofreu a parada cardiorrespiratória durante o jogo do Alverca contra o Almeirim, válido pela terceira divisão do Campeonato Português. Ele caiu desacordado no gramado por volta dos 27 minutos do primeiro tempo, perto do círculo central. Veja.

Os jogadores alertaram o árbitro, que decidiu não retomar a partida por causa do episódio. O brasileiro precisou ser atendido com o uso de desfibrilador e, depois de ter a situação estabilizada, foi encaminhado ao Hospital de Vila Franca de Xira para continuar com a recuperação.

Alverca anuncia morte do brasileiro Alex Sandro — Foto: Reprodução

A mãe do jogador, Vânia Apolinário, havia recebido a notícia na terça-feira de que os médicos do Hospital de Vila Franca de Xira estavam otimistas com os exames realizados com Alex, para avaliar as funções de órgãos vitais. Mas infelizmente ele não sobreviveu.

Alex Apolinário tinha 24 anos e jogava no Alverca desde o início de 2019, quando saiu do Cruzeiro. Ele ganhou notoriedade em Portugal ao marcar um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre o Sporting de Lisboa, na temporada passada, que eliminou o clube de maior expressão da Taça de Portugal. Ele teve passagens pelas categorias de base e do Botafogo-SP, Cruzeiro e Athletico-PR.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

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Corte Arbitral do Esporte confirma que Rússia não poderá participar das Olimpíadas de Tóquio

CAS não aceita apelação russa e confirma que país está fora das próximas Olimpíadas de inverno e verão e também da Copa do Mundo de futebol; atletas, se provarem que não estão dopados, poderão competir, mas com a bandeira do COI.

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Foto: Divulgação

A Rússia está proibida de usar seu nome, sua bandeira e seu hino nas competições dos próximos dois anos, incluindo as Olimpíadas de verão, marcadas para Tóquio no ano que vem, os Jogos de Inverno, que serão em Pequim em 2022, e a Copa do Mundo de futebol, no Catar, também em 2022. A decisão foi confirmada nesta quinta-feira pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça.

Atletas e times russos poderão competir nas Olimpíadas e em outros eventos, mas não com seus uniformes e bandeiras. Eles, confirmado que não estão envolvidos em escândalos de doping, poderão competir, mas não representando a Rússia, e sim sob um bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI), no caso das Olimpíadas.

Segundo o Tribunal, as autoridades russas adulteraram um banco de dados do laboratório de testes de Moscou antes de entregá-lo aos investigadores da WADA no ano passado, que continha evidências prováveis ​​para processar violações de doping de longa data. Isso foi a gota d´água, depois de todo o escândalo que já tinha ocorrido em 2015. Na ocasião, veio a público o escândalo de doping institucionalizado no país, inclusive com suporte do Governo local.

Rusada Agência Antidoping da Rússia — Foto: Maxim Shemetov/Reuters

Apesar de todo o acontecimento, os russos tiveram duas vitórias no resultado do julgamento: a punição sugerida pela Agência Mundial Antidoping era de quatro anos, e a Corte decidiu que o banimento é por apenas dois anos. Outro fator positivo é com relação ao nome da equipe proposta em grandes eventos. O nome “Rússia” até pode ser mantido nos uniformes se as palavras “Atleta Neutro” ou “Equipe Neutra” tiverem igual destaque.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) chegou a excluir a Rússia dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, mas deixou nas mãos das federações nacionais a decisão de executar a suspensão. No Rio, por exemplo, os competidores do atletismo da Rússia não puderam usar a bandeira do país, o mesmo acontecendo com o remo e levantamento de peso. Nos Jogos de inverno de 2018, o pais não participou de nenhuma modalidade, com os atletas, sem a bandeira, conquistando 17 medalhas.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

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