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Polícia Federal e Força Aérea Brasileira interceptam aeronave carregada com 579 kg de cocaína em Rondônia

Cooperação entre os órgãos estatais no combate ao tráfico de drogas por via aérea tem se mostrado efetiva.

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Foto: Reprodução/PF

A Polícia Federal e a Força Aérea Brasileira – FAB, atuando em conjunto, interceptaram e abordaram uma aeronave carregada com 579 kg de cocaína, na região de Porto Velho.

A FAB atuou por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), com apoio do Núcleo de Operações Aéreas da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Rondônia (NOA) e do Grupo Especial de Fronteira da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Mato Grosso (GEFRON).

As investigações da PF apontaram para a realização do transporte clandestino da droga, o que viabilizou a atuação da FAB para interceptação da aeronave, através da utilização de caças com base na chamada Lei do Abate.

O piloto tentou evadir-se pousando em uma área de pasto, mas as forças de segurança conseguiram realizar a abordagem em solo, com a apreensão da aeronave e da droga, além da prisão de um indivíduo.

A ação faz parte de estratégia institucional de integração entre a PF e a FAB, além das polícias estaduais, que tem alcançado resultados expressivos para o enfrentamento do tráfico de drogas transnacional e proteção das fronteiras nacionais.

Em 2020, foram apreendidas, pela Polícia Federal, 12 aeronaves enquanto transportavam drogas, o que representa número 70% maior que no ano anterior. Em 2021, a PF já foram apreendeu três aeronaves, nas mesmas circunstâncias.

A ocorrência foi encaminhada à Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia para os procedimentos legais; para a contagem e pesagem da droga.

Fonte: https://www.gov.br/pf

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Duas toneladas de maconha e 25 armas são encontradas em carga de arroz, em Foz do Iguaçu

Motorista, de 25 anos, foi preso. Ele contou à polícia que receberia R$ 25 mil para o transporte da carga até Belo Horizonte.

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Fotos: Divulgação/Polícia Civil

Uma denúncia anônima levou policiais civis a um caminhão com aproximadamente duas toneladas de maconha e 25 armas de fogo na madrugada desta quinta-feira (6). A situação aconteceu em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Segundo o delegado Willian da Rocha Assunção, o caminhão estava estacionado em um posto de combustível quando os policiais receberam a denúncia.

“Quando os policiais chegaram, o motorista tentou fugir, mas foi preso. No caminhão, os policiais encontraram a maconha e 25 armas de fogo, entre elas fuzis e uma submetralhadora”.

A polícia descobriu que a carga iria para Belo Horizonte.

“O motorista contou que receberia R$ 25 mil para o transporte”, disse o delegado.

O rapaz, que tem 25 anos, foi encaminhado à delegacia junto com a droga e as armas apreendidas.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Operação no Jacarezinho é a mais letal da história do RJ

Ação que deixou 25 mortos é ‘desastrosa’, diz especialista. Polícia diz que 24 eram suspeitos, mas não deu detalhes sobre quem eles são e o que faziam ao serem baleados; 25ª vítima é policial.

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Fotos: Reprodução G1 e Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A operação policial mais letal da história do Rio aconteceu nesta quinta-feira (6) no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, deixando 25 pessoas mortas.

O levantamento foi feito pelo G1 com informações do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da plataforma Fogo Cruzado.

Um dos mortos foi o policial civil André Leonardo de Mello Frias, da Delegacia de Combate à Drogas (Dcod). A Polícia Civil diz que os outros 24 assassinados eram criminosos, mas não revelou as identidades ou as circunstâncias em que foram mortos.

O delegado Ronaldo Oliveira nega que tenha havido execução. “Para deixar bem claro: quem não reagiu, foi preso. Ou foi preso ou fugiu”.

O sociólogo Daniel Hirata, do Geni/UFF, classifica a operação como inaceitável e diz que é mais grave do que chacinas como a de Baixada Fluminense, em 2005, ou a de Vigário Geral, em 1993.

O sociólogo Daniel Hirata, do Geni/UFF, classifica a operação como inaceitável e diz que é mais grave do que chacinas como a de Baixada Fluminense, em 2005, ou a de Vigário Geral, em 1993.

“Foi a operação mais letal que consta na nossa base de dados, não tem como qualificar de outra maneira que não como uma operação desastrosa (…) É uma ação autorizada pelas autoridades policiais, o que torna a situação muito mais grave”.

Ele diz que, segundo os moradores, a ação se tornou mais violenta após a morte do policial e que ficou “incontrolável”.

Em nota, a Polícia Civil disse que fez uma operação contra o crime organizado e que comunicou o Ministério Público sobre a ação, como determina o Supremo Tribunal Federal (STF).

Desde junho do ano passado, o STF suspendeu operações em favelas durante a pandemia. A decisão permite ações apenas em “hipóteses absolutamente excepcionais”, com o Ministério Público sendo avisado.

“Temos uma cadeia de responsabilizações que precisa ser apurada. Se trata de uma operação policial, um caso gravíssimo de violência de Estado. Não é grupo de extermínio, maus policiais, milicianos. É uma operação autorizada pelas autoridades. E tudo isso em um momento em que há a determinação de suspensão das operações policiais nas comunidades pelo Supremo Tribunal Federal”, diz o especialista.

Em nota, o MP informou que foi comunicado “logo após o seu início, sendo recebida às 9h”. A operação, segundo o MP, foi feita para cumprir prisão preventiva e buscas e apreensão contra traficantes. Até 17h10 tinham sido apreendidos:

16 pistolas
6 fuzis
12 granadas
1 submetralhadora
1 escopeta

O MP afirmou ainda que está investigando o caso e que recebeu ocorrências de abuso policial em seu plantão de atendimento.

Fonte: https://g1.globo.com/rj

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Jovem invade creche em Saudades, SC, e mata três crianças e duas funcionárias

Assassino entrou no local com facão na manhã desta terça (4). Ele deu golpes contra o próprio corpo e está em estado grave. Município fica próximo de Chapecó.

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Fotos: Simone Fernandes/Arquivo Pessoal, Reprodução/Redes Sociais e Editoria de arte/G1

Três crianças e duas funcionárias de uma escola infantil de Saudades, no Oeste de Santa Catarina, morreram após um ataque à faca nesta terça-feira (4).

O assassino, um jovem de 18 anos, deu golpes contra o próprio corpo e foi levado em estado gravíssimo para um hospital da região após o crime.

O delegado regional de Chapecó, Ricardo Newton Casagrande, afirmou que o jovem entrou no local e atingiu as vítimas com um facão.

O ataque
A primeira pessoa que o assassino atacou foi a professora Keli Adriane Aniecevski. Mesmo ferida, a professora correu para uma sala, onde estavam quatro crianças e a agente educativa Mirla Renner, de 20 anos.

O homem chegou até a sala e continuou os ataques, matando Keli e três crianças. Mirla chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Veja quem são as vítimas. Todas as vítimas foram atingidas com, pelo menos, cinco golpes de facão.

O assassino tentou entrar em todas as salas da creche, mas professoras conseguiram se trancar e proteger as crianças.

Quem são as vítimas
Keli Adriane Aniecevski, de 30 anos, era professora e dava aulas na unidade havia cerca de 10 anos. Mirla Amanda Renner Costa, de 20 anos, era agente educacional na escola.

De acordo com o assessor jurídico de Saudades, Luiz Fernando Kreutz, Mirla chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu. (leia mais sobre elas aqui).

Os três bebês eram Sarah Luiza Mahle Sehn, de 1 ano e 7 meses; Murilo Massing, de 1 ano e 9 meses; e Anna Bela Fernandes de Barros, de 1 ano e 8 meses.

A identidade das crianças foi confirmada pelo delegado Jerônimo Ferreira.

Uma professora da escola, que não estava na unidade no momento do ataque, disse que, segundo relatos, funcionárias esconderam os bebês quando o assassino começou o ataque.

De acordo com o 2º Batalhão da PM de Chapecó, que prestou apoio à ocorrência, a corporação começou a receber várias ligações de moradores e funcionários pedindo socorro por volta das 10h35. Segundo os relatos, uma pessoa que entrou na escola estava golpeando alunos e professores com um facão.

A secretária municipal de Educação, Gisela Hermann, afirmou que as cenas no local eram de terror.

“Chegamos lá, uma cena de terror. Consegui entrar na escola. Tinha um cara deitado no chão, mas ainda vivo, uma professora morta, uma criança morta também. A sala estava fechada, não deixaram a gente entrar.”

O Corpo de Bombeiros foi ao local para isolar a área. O suspeito tentou suicídio após o ataque e precisou ser levado a um hospital de Pinhalzinho.

Saudades tem 9,8 mil habitantes e fica a cerca de 70 quilômetros de Chapecó, a maior cidade do Oeste catarinense, e a 600 quilômetros de Florianópolis.

Repercussão
A governadora do estado, Daniela Reinehr, decretou luto oficial de três dias.

“Manifesto profunda tristeza e presto minha solidariedade. Determinei que o Governo dê todo o amparo necessário às famílias”, escreveu a governadora em uma rede social.

O prefeito da cidade, Maciel Schneider, afirmou que todas as aulas foram canceladas nesta semana.

“É um momento muito triste na nossa pequena cidade. Colocamos todas nossas equipes para dar esse apoio, decretamos luto oficial, cancelamos todas as aulas essa semana. Colocamos nossas equipes de saúde [a disposição], psicólogos estão acompanhando as famílias”, afirmou.

“A gente nem sabe muito como agir. Também sou um gestor de primeiro mandato, de 35 anos, também tenho filho pequeno. Começa a passar um filme na cabeça da gente.”

Fonte: https://g1.globo.com/sc

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