Conecte-se Conosco

Saúde

Paraná vai receber 2,4 milhões de doses de vacina até março

Os imunizantes serão encaminhados pelo Ministério da Saúde em lotes distintos, divididos entre as vacinas AstraZeneca e Coronavac.

Publicado

em

Foto: Gilson Abreu/AEN

O Paraná vai receber 2.421.355 doses da vacina contra a Covid-19 entre a semana que vem e o fim de março. O cronograma de distribuição por unidades da Federação foi divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Ministério da Saúde. Ainda neste mês chegarão ao Estado 452.366 doses, divididas em dois lotes – 10.113 aplicações do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca em parceria com a Fiocruz; e 442.253 doses da Coronavac, produzidas pelo laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Em março, de acordo com o Ministério da Saúde, outras 1.968.989 aplicações serão encaminhadas ao Paraná, entre AstraZeneca (961.451) e Coronavac (1.007.538). A perspectiva é que com as novas remessas a Secretaria de Estado da Saúde consiga concluir a imunização dos idosos acima de 60 anos.

“A previsão é que essas novas doses cheguem a partir da próxima semana. Seguiremos com a logística de distribuição em todo Estado, fazendo com que a vacina chegue a todos os paranaenses de forma segura”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

As novas remessas são cerca de quatro vezes maior do total recebido pelo Paraná até o momento, de 539.900 doses. Deste montante, 91.790 estão em estoque, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e serão enviadas para as Regionais de Saúde para complemento das etapas de vacinação em andamento.

NACIONAL
Os lotes de fevereiro e março integram o cronograma de entregas anunciado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em reunião com os governadores na quarta-feira (17) – o Paraná foi representado pelo vice-governador Darci Piana. Segundo o ministério, a distribuição começa na próxima terça-feira (23).

Na ocasião, Pazuello mostrou que, do final de fevereiro até julho, serão distribuídas aos estados mais de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

Além da Coronavac e AstraZeneca, o cronograma apresentado pelo Governo Federal também leva em conta as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que garantirão ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V, e da indiana Covaxin, respectivamente.

VACINADOS
O Paraná atingiu nesta quinta-feira (18), um mês após o início do processo de imunização, 308.972 mil doses aplicadas da vacina contra a Covid-19, sendo 271.275 da primeira dose e 37.697 da segunda. Até o final desta manhã, 271.275 paranaenses haviam sido vacinados.

Se usado o cálculo de média por 31 dias, o Estado apresenta cerca de 9,96 mil doses aplicadas/dia.

PLANO ESTADUAL
A Sesa publicou, no dia 15 de janeiro, o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, documento elaborado seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Imunização (PNI) com a colaboração do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná. O Plano estadual prevê os grupos prioritários para a imunização, processos de distribuição de doses, estrutura disponibilizada, além de informações técnicas e recomendações do Ministério da Saúde.

“Mesmo com a vacina, lembramos que o recebimento da dose não é álibi para descuido das medidas de proteção; reforçamos que é fundamental que todos sigam usando as máscaras de proteção individual, que façam constantemente a higienização das mãos e que mantenham o distanciamento social”, ressaltou Beto Preto.

DOSES
Veja a quantidade de doses da vacina contra a Covid-19 que chegarão ao Paraná nos próximos dias.

FEVEREIRO

AstraZeneca: 10.113

Coronavac: 442.253

Total: 452.366.

MARÇO

AstraZeneca: 961.451

Coronava: 1.007.538

Total: 1.968.989.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

Comentários

Saúde

Por que alguns pegam Covid entre a 1ª e a 2ª dose de vacina?

Com alta circulação do coronavírus, é importante que todo mundo continue se protegendo — mesmo aqueles que já foram imunizados.

Publicado

em

Foto: Frederick J. Brown/AFP e Anderson Cattai/G1

A enfermeira Maria Angélica Sobrinho, de 53 anos, foi a primeira a ser vacinada Contra a covid-19 na Bahia. Alguns dias depois, porém, ela apresentou sintomas e foi diagnosticada com a infecção pelo coronavírus.

E ela não é a única a vivenciar uma situação dessas: há relatos de outras pessoas em várias partes do Brasil que tomaram uma dose do imunizante e, enquanto aguardavam as semanas para completar o esquema vacinal, pegaram a doença.

Nas redes sociais, posts mentirosos começam a divulgar que os produtos aplicados nas atuais campanhas de imunização poderiam até matar.

Mas, antes de compartilhar esse tipo de informação, é preciso ter muito cuidado e entender o que está acontecendo.

Afinal, como é que algumas pessoas pegam Covid-19 no intervalo entre a primeira e segunda dose da vacina?

Proteção incompleta
Por enquanto, dois imunizantes são utilizados no Brasil: CoronaVac (Sinovac e Instituto Butantan) e CoviShield (AstraZeneca, Universidade de Oxford e Fundação Oswaldo Cruz).

Ambos precisam de duas doses para oferecer um nível de proteção suficiente contra o coronavírus.

O tempo entre a primeira e a segunda dose varia de acordo com o produto: a CoronaVac tem um intervalo de 14 a 28 dias, enquanto na CoviShield esse período é de três meses.

Nenhuma vacina disponível, para essa ou qualquer outra doença, é capaz de proteger, mesmo que parcialmente, em menos de 14 dias após a aplicação das doses, esclarece a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Independentemente da tecnologia, as vacinas trazem em sua composição os antígenos, substâncias que vão interagir com as células do sistema imunológico, para que elas criem os anticorpos necessários e consigam lidar com uma futura invasão viral.

A questão é que esse processo leva um tempinho para ser concluído: as células imunes precisam reconhecer os antígenos, “interagir” com eles e criar uma reação satisfatória. Esse trabalho costuma levar cerca de duas semanas.

Seguindo esse raciocínio, uma pessoa que tomou apenas uma dose da vacina contra a Covid-19 não está protegida e precisa seguir com os cuidados básicos de prevenção (uso de máscara, distanciamento social, lavagem de mãos…).

“E mesmo quem recebeu as duas doses, não está liberado para ter uma ‘vida normal’. Pelo que sabemos, a vacina protege contra o adoecimento e as formas mais graves da Covid-19, mas as pessoas imunizadas podem continuar a transmitir o vírus para outras”, completa Ballalai.

Portanto, enquanto a circulação do coronavírus estiver em alta e não tivermos uma grande parcela da população vacinada, a tendência é que as medidas de restrição e controle continuem primordiais.

Impossibilidade científica
Outro medo que voltou a aparecer nos últimos dias foi a possibilidade de a própria vacina causar a Covid-19.

Mas isso é absolutamente impossível, garante Ballalai.

“Os imunizantes são feitos com vírus inativado e nem por um milagre elas podem provocar a doença”, diz a médica.

Esse, aliás, é um mito recorrente, que aparece todos os anos durante as campanhas contra o vírus Influenza, que costuma circular no período do outono e do inverno.

“O sujeito recebe a vacina e alguns dias depois apresenta sintomas de gripe. Ele então passa a acreditar que a culpa é da dose aplicada”, observa a especialista.

A explicação mais uma vez está no tempo necessário para ficar protegido: enquanto o sistema imune não finaliza a produção de anticorpos, o risco de se infectar com o Influenza (ou o coronavírus, no exemplo atual) é alto.

A CoronaVac é feita a partir de vírus inativado, um modelo usado na ciência há muitas décadas.

Como o próprio nome já diz, os coronavírus presentes nas ampolas passam por um processo com substâncias químicas e mudanças de temperatura que o inativam e acabam com qualquer possibilidade de ele invadir as células e começar a se replicar dentro do nosso corpo.

Já a CoviShield aposta na tecnologia do vetor viral não-replicante. Em resumo, os cientistas pegaram um adenovírus (um outro tipo de vírus, que também não se replica e não faz nenhum mal à nossa saúde) e colocaram dentro dele informações genéticas do coronavírus responsável pela pandemia atual para suscitar uma resposta imune.

Cuidados e recomendações
É importante lembrar que os efeitos colaterais das vacinas são raros — mas eles podem, sim, acontecer.

“O indivíduo pode ter febre, mal-estar, um pouco de dor…”, exemplifica Ballalai.

Se os incômodos não forem embora após alguns dias ou fiquem ainda mais intensos, é importante buscar uma orientação médica.

Isso porque esses sintomas podem até ser causados pelos imunizantes, mas eles também são característicos da própria Covid-19.

“Nunca ignore ou desvalorize sinais persistentes, pensando que eles são apenas uma reação à vacina. Se for o caso, procure um especialista para uma avaliação individualizada”, orienta a médica.

Até 25 de fevereiro, o Brasil vacinou cerca de 6,3 milhões de pessoas, o que corresponde a 3,6% da população.

O país com a imunização mais adiantada no mundo é Israel, que já protegeu 91% de seus habitantes.

Com 227,6 milhões de doses das vacinas contra a Covid-19 administradas no mundo todo, por ora não há notícias sobre efeitos colaterais preocupantes que justifiquem uma paralisação nas campanhas.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/vacina

Comentários
Continue lendo

Saúde

Culto religioso provoca aglomeração em quadra de escola de samba na Baixada Fluminense

Quadra da Grande Rio foi cedida para um culto da Igreja Pentecostal Templo dos Milagres.

Publicado

em

Foto: Reprodução / TV Globo

Uma grande aglomeração aconteceu na noite desta quarta-feira (3) na quadra da Grande Rio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A quadra foi cedida para um culto da Igreja Pentecostal Templo dos Milagres. Nas imagens é possível identificar alguns fiéis sem máscara de proteção facial e muito próximos uns dos outros. (Veja vídeo).

Em nota, a Grande Rio disse que tem como diretriz ceder a sua quadra para eventos religiosos, sociais e culturais e que a responsabilidade, segundo a escola, é dos realizadores. Mas disse que, diante das imagens, vai fazer uma notificação ao pastor Leonardo Salles, que é o responsável por esse culto.

O pastor Leonardo Salles disse que foram tomadas todas as medidas de distanciamento para não haver aglomeração de pessoas. “Disponibilizamos álcool em gel, máscara e exigimos que os fiéis comparecessem com a utilização de máscara”, disse o pastor.

Desde o início do ano, o Rio de Janeiro tem registrado centenas de eventos com aglomeração. Durante as festas de fim de ano e no carnaval, shows e confraternizações ocorreram em todas as regiões.

Durante o carnaval, uma pessoa chegou a ser presa por desacato. Bares e supermercados foram interditados no Leblon, na Zona Sul da cidade, bairro que tem sido um dos que mais registram aglomerações.

O cantor Belo chegou a ser preso após fazer show em escola pública no Complexo da Maré

Nesta terça (2), as delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil identificaram e pediram a prisão de 14 responsáveis por organizar bailes funks durante o carnaval.

Fonte: https://g1.globo.com/rj

Comentários
Continue lendo

Saúde

Governo decreta fechamento de atividades não essenciais para conter a Covid-19

Com a taxa de ocupação de leitos de UTI em 94%, Governo do Estado determina, entre outras ações, a suspensão do funcionamento dos serviços e atividades não essenciais em todo o Paraná.

Publicado

em

Fotos: Geraldo Bubniak e José Fernando Ogura/AEN

O Governo do Estado preparou uma força-tarefa de emergência para conter a disseminação do novo coronavírus no Paraná. Devido à súbita elevação dos índices relacionados à doença, com a proximidade de um estrangulamento no sistema público de saúde, o governador Carlos Massa Ratinho Junior determinou, entre outras ações, a suspensão do funcionamento dos serviços e atividades não essenciais em todo o Estado e a ampliação na restrição de circulação das pessoas, que passa a ser entre as 20 horas e às 5 horas.

O decreto número 6.983/2021 entra em vigor à 0h deste sábado (27) e tem validade até as 5 horas do dia 08 de março, podendo ser prorrogado ou não, a depender do comportamento da pandemia no território paranaense durante o período. “É um momento delicado, em que precisamos tomar medidas mais duras para conter a contaminação da Covid-19. Precisamos do apoio de todos os municípios para vencermos mais essa batalha, em nome da saúde dos paranaenses”, afirmou Ratinho Junior.

O governador destacou ainda que a Secretaria de Estado da Saúde prevê a ampliação da capacidade hospitalar com a inclusão de 258 novos leitos até segunda-feira (01), processo que começou a ser implementado nesta semana. Estão sendo acrescentadas à rede 99 unidades de terapia intensiva (UTI), 153 de enfermarias e 6 de estabilização como resposta à alta taxa de ocupação. De acordo com a secretaria, o índice no Estado bateu em 94% em UTIs na quinta-feira (25) – a rede já contava com 3.400 leitos. Atualmente, há 578 pessoas esperando por uma vaga em hospital na Central de Leitos do Estado.

“Mas precisamos da compreensão das pessoas porque a estrutura é finita. Sem contar a questão dos profissionais da saúde, cada vez mais sobrecarregados e cansados em virtude de uma pandemia que já dura um ano. Serão dias turbulentos e, mais do que nunca, precisamos que quem puder fique em casa”, disse Ratinho Junior.

Ele reforçou que a fiscalização para quem descumprir as medidas contidas no decreto será intensificada por parte da Secretaria de Estado da Segurança Pública, com a possibilidade de aplicação de multas e até de prisão. “É um freio de arrumação, para que a situação volte aos trilhos nesse período de pouco mais de uma semana. As avaliações serão diárias em torno da linha que a pandemia seguirá no Estado. A curva só vai diminuir com a participação de todos”, avaliou o governador.

Também para evitar o colapso do sistema, uma resolução da Secretaria de Estado da Saúde suspende, inicialmente por 30 dias, a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos hospitalares com demanda de terapia intensiva no pós-operatório, em âmbito público e privado, em toda a rede hospitalar do Paraná. A medida não se aplica aos procedimentos de cardiologia, oncologia e nefrologia.

DEMAIS AÇÕES
O texto contempla ainda outras ações restritivas, com foco na diminuição da circulação e aglomeração de pessoas. No período das 20 horas às 5 horas, diariamente, fica estabelecida a restrição provisória de circulação em espaços e vias públicas, excetuando pessoas e veículos em razão de serviços e atividades essenciais.

O mesmo vale para a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público ou coletivo, estendendo-se a vedação para quaisquer estabelecimentos comerciais. “Queremos a ajuda de todos para não chegar o momento de o profissional da saúde precisar escolher quem vai sobreviver. É preciso deixar claro que o índice de mortalidade desta doença é alto. De cada 10 pessoas internadas em UTI, quatro infelizmente falecem”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Restaurantes, lanchonetes e outros estabelecimentos que comercializam refeições podem funcionar nos sistemas de delivery, drive-thru e take away (retirada no balcão), com respeito às normas para evitar a disseminação do coronavírus.

EDUCAÇÃO
Também como forma de conter a proliferação do vírus, o decreto estabelece a suspensão das aulas presenciais em escolas estaduais públicas e privadas, inclusive nas entidades conveniadas com o Estado, cursos técnicos e em universidades públicas e privadas.

A peça jurídica pede ainda para que seja considerada no âmbito do Estado e dos outros Poderes, órgãos ou entidades autônomas, inclusive na iniciativa privada, a adequação do expediente dos trabalhadores aos horários de restrição provisória de circulação definidos pelo decreto, e a priorização da substituição do regime de trabalho presencial para o teletrabalho. Outra medida é a orientação para servidores do Estado voltarem ao teletrabalho e evitarem reuniões presenciais.

O decreto suspende, pelo menos período em vigor, no âmbito da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional, os prazos recursais, de defesa dos interessados nos processos administrativos e o acesso aos autos dos processos físicos.

REUNIÕES
Antes do anúncio, o governador também teve reuniões virtuais com os prefeitos da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) e da Associação dos Municípios do Litoral (Amlipa), além de um encontro online com todos os deputados estaduais. Os encontros ajudaram a aprimorar pontos do decreto estadual, para que ele seja o mais assertivo possível.

“Apoiamos as medidas anunciadas, não há outro caminho a não ser salvar vidas no nosso Estado. Para que possamos, enquanto não tem vacina, conter o vírus que circula de forma agressiva. Como forma de contribuição, a Assembleia Legislativa será fechada totalmente. Nem sessão remota para não atrair assessores. Se necessário for, também poderemos tomar outras medidas”, disse o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano. Ele também pediu que não haja mais eventos estimulados por deputados estaduais.

“Foi um pedido meu esse encontro porque a Assembleia sempre foi colaborativa. Também tive o cuidado de falar com prefeitos, desde ontem. Não podemos deixar que o Paraná chegue numa situação mais grave do que essa”, arrematou o governador Ratinho Junior.

Confira a íntegra do Decreto 6.983/2021

ATIVIDADES ESSENCIAIS
De acordo com o decreto, são consideradas atividades essenciais:

I – captação, tratamento e distribuição de água;

II – assistência médica e hospitalar;

III – assistência veterinária;

IV – produção, distribuição e comercialização de medicamentos para uso humano e veterinário e produtos odonto-médico-hospitalares, inclusive na modalidade de entrega delivery e similares;

V – produção, distribuição e comercialização de alimentos para uso humano e animal, lojas de conveniência e similares, ainda que localizados em rodovias;

a) veda o consumo nos estabelecimentos previstos no inciso V, ficando permitido o funcionamento apenas por meio das modalidades de entrega ou retirada.

VI – agropecuários para manter o abastecimento de insumos e alimentos necessários à manutenção da vida animal;

VII – funerários;

VIII – transporte coletivo, inclusive serviços de táxi e transporte remunerado privado individual de passageiros;

IX – fretamento para transporte de funcionários de empresas e indústrias cuja atividade esteja autorizada ao funcionamento;

X – transporte de profissionais dos serviços essenciais à saúde e à coleta de lixo;

XI – captação e tratamento de esgoto e lixo;

XII – telecomunicações;

XIII – guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares;

XIV – processamento de dados ligados a serviços essenciais;

XV – imprensa;

XVI – segurança privada;

XVII – transporte e entrega de cargas em geral;

XVIII – serviço postal e o correio aéreo nacional;

XIX – controle de tráfego aéreo e navegação aérea;

XX – serviços de pagamento, de crédito e de saque e aporte prestados pelas instituições supervisionadas pelo Banco Central do Brasil, inclusive unidades lotéricas;

XXI – atividades médico-periciais relacionadas com a seguridade social, compreendidas no art. 194 da Constituição Federal;

XXII – atividades médico-periciais relacionadas com a caracterização do impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial da pessoa com deficiência, por meio da integração de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei, em especial na Lei Federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência);

XXIII – outras prestações médico-periciais da carreira de Perito Médico, indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade;

XXIV – setores industrial e da construção civil, em geral;

XXV – geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, incluído o fornecimento de suprimentos para o funcionamento e a manutenção das centrais geradoras e dos sistemas de transmissão e distribuição de energia, além de produção, transporte e distribuição de gás natural;

XXVI – iluminação pública;

XXVII – produção de petróleo e produção, distribuição e comercialização de combustíveis, gás liquefeito de petróleo e demais derivados de petróleo;

XXVIII – vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;

XXIX – prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;

XXX – inspeção de alimentos, produtos e derivados de origem animal e vegetal;

XXXI – vigilância agropecuária;

XXXII – produção e distribuição de numerário à população e manutenção da infraestrutura tecnológica do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro;

XXXIII – serviços de manutenção, assistência e comercialização de peças de veículo automotor terrestre ou bicicleta;

XXXIV – serviços de crédito e renegociação de crédito dos agentes financeiros integrantes do Sistema Paranaense de Fomento de que trata o Decreto nº 2.570, de 08 de outubro de 2015, alterado pelo Decreto nº 2.855, de 24 de setembro de 2019;

XXXV – fiscalização do trabalho;

XXXVI – atividades de pesquisa, científicas, laboratoriais ou similares relacionadas com a pandemia de que trata este Decreto;

XXXVII – atividades religiosas de qualquer natureza, obedecidas as determinações da Secretaria de Estado da Saúde – SESA e do Ministério da Saúde;

XXXVIII – produção, distribuição e comercialização de produtos de higiene pessoal e de ambientes;

XXXIX – serviços de lavanderia hospitalar e industrial;

XL – serviços de fisioterapia e terapia ocupacional.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

Comentários
Continue lendo

Mais Lidas