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Esportes

Palmeiras bate o Grêmio de novo e conquista tetra da Copa do Brasil

Título encerra temporada excelente do Verdão, campeão também do Paulistão e da Libertadores; Tricolor perde a chance de se tornar o maior vencedor do torneio ao lado do Cruzeiro.

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Fotos: Marcos Ribolli

A Copa do Brasil é do palmeiras pela quarta vez! O título, conquistado neste domingo com uma vitória incontestável por 2 a 0 sobre o Grêmio, com gols de Wesley e Gabriel Menino, no Allianz Parque, em São Paulo (tinha vencido por 1 a 0 em Porto Alegre), tem um sabor especial. Desde 1993, com as conquistas do Paulistão, do Rio-São Paulo e do Brasileirão, o Palmeiras não vencia três títulos no mesmo ano.

E dessa vez, o peso dos três títulos é ainda maior. Somada à Copa do Brasil e ao Paulistão está a Libertadores da América, uma obsessão do palmeirense. Mas tem mais. Para dar uma noção ainda mais exata do tamanho do feito na Copa do Brasil, o Verdão desbancou em dois jogos o Grêmio, que, em caso de título, poderia se tornar, ao lado do Cruzeiro, o maior campeão do torneio, com seis conquistas. 2020, definitivamente, foi a temporada mais verde dos últimos tempos.

PRIMEIRA ETAPA
A necessidade de vencer para ser campeão fez o Grêmio partir para cima do Palmeiras logo nos primeiros minutos. E logo aos dois minutos, depois de boa jogada de Vanderson pela direita, Pepê teve grande chance na pequena área, sozinho, mas furou na hora de finalizar. Na pressão, o time gaúcho ainda chegou com Diego Souza e Alisson. Mas a resposta do Palmeiras foi forte. Rony, aos sete, em contra-ataque, ficou em ótima condição para abrir o placar. Mas Paulo Miranda, atento, travou o chute do atacante do Verdão. Depois de o Tricolor começar melhor o jogo, o Palmeiras conseguiu equilibrar. E chegou a balançar a rede aos 18, com Raphael Veiga. Mas o árbitro assinalou impedimento de Rony, autor do cruzamento. Gol bem anulado. Mais adiante, o Grêmio criou boa chance com Maicon e depois com Diego Souza, em cabeçada defendida por Weverton. Com o duelo mais equilibrado, o Verdão arriscou de fora da área, com Raphael Veiga. Mas Paulo Victor, bem posicionado, defendeu em dois tempos. Na reta final do primeiro tempo, o Palmeiras ainda apareceu bem no ataque com dois chutes de fora da área, um de Rony, que saiu pela linha de fundo, e outro de Zé Rafael, defendido por Paulo Victor.

SEGUNDA ETAPA
Na etapa final, o Palmeiras, com 30 segundos de bola rolando, criou boa chance em chute de longe de Raphael Veiga, defendido por Paulo Victor. O Grêmio respondeu com Thaciano da entrada da área. Mas o chute saiu fraco, e Weverton defendeu. Apesar de o Grêmio ter mais posse de bola, o Palmeiras usou bem o contra-ataque para abrir o placar no Allianz Parque. Aos sete minutos, Raphael Veiga deu linda assistência para Wesley bater cruzado. Paulo Victor não conseguiu defender. Aos 10, o Grêmio teve ótima chance para empatar o jogo, mas Thaciano se atrapalhou na cabeçada e facilitou o trabalho de Weverton. Irritado no banco de reservas após sofrer o gol, o técnico Renato Gaúcho tentou mudar o time com a entrada de Ferreirinha, Guilherme Azevedo e Jean Pyerre. Mas não deu certo. O Grêmio, muito lento, não conseguiu envolver o Palmeiras para tentar uma reação. A virada, portanto, ficou impossível. Bem melhor em campo e com mais repertório, o Verdão fez o segundo, aos 39, com Gabriel Menino e sacramentou o título.

O TETRA!
Com a conquista da Copa do Brasil de 2020 sobre o Grêmio, o Palmeiras chega a quatro títulos da competição. O primeiro deles foi em 1998, contra o Cruzeiro, atualmente o maior campeão do torneio. Depois, em 2012, o Verdão bateu o Coritiba na final. E em 2015, nos pênaltis, venceu o rival Santos. VEJA A LISTA DE CAMPEÕES.

SEM VAGA DIRETA
Com o vice-campeonato da Copa do Brasil, o Grêmio ficou sem a vaga na fase de grupos da Libertadores. O que faz o Tricolor estrear na segunda fase, já com um mata-mata e na próxima quarta-feira, em Porto Alegre, contra o peruano Ayacucho.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/sp

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Esportes

Luisa Stefani e Laura Pigossi conseguem virada histórica e levam o bronze no tênis

Dupla feminina brasileira lutou muito sob forte calor e venceu russas por 2 sets a 1 neste sábado após salvar quatro match points. É a primeira medalha olímpica do país na modalidade.

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Fotos: Getty Images, Yara Nardi/Reuters e Rafael Bello/COB

As brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi fizeram história neste sábado e conquistaram a primeira medalha olímpica do Brasil no tênis. As duas venceram as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova por 2 sets a 1(4/6, 6/4, 11/9) com uma virada histórica no Ariake Tennis Park e conquistaram o bronze, neste sábado, na disputa de duplas nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A dupla perdeu o primeiro set após um início ruim, mas reagiu na segunda parcial e chegou a ter 9/5 contra no super tie-break antes de reagir de maneira épica e obter o lugar no pódio: 11/9. Foi a melhor campanha do país no tênis olímpico em todos os tempos. Em Atlanta 1996, Fernando Meligeni havia ficado em quarto lugar na disputa masculina em Atlanta 1996.

“Ainda não caiu a ficha, mas estou muito feliz por jogar minha primeira Olimpíada e conseguir medalha. Jogar ao lado da Lu e representar o Brasil me emociona muito. Ainda não sei o que estou sentindo”, disse Laura Pigossi.

Laura falou da sensação de sair de uma vaga conquistada em cima da hora para o pódio olímpico. A brasileira lembrou de toda dor pela derrota na semifinal para a dupla suíça Bencic/Golubic.

– Nunca deixamos de acreditar que podíamos. Quando recebi a ligação, falei para a Luísa que as últimas seriam as primeiras. Ela riu, mas acreditou. Já tínhamos enfrentado todas as adversárias e sabíamos que era possível. A derrota na semifinal foi muito dolorida, parecia que tinham enfiado uma faca no meu peito. Ainda bem que tivemos um dia para descansar. Tivemos um jogo difícil contra as russas. A Lu teve um ano incrível e queria dar isso para ela, joguei muito por ela, que está levando o tênis do Brasil para outro patamar.

Luisa Stefani também demonstrou o estado de excitação pela medalha conquistada de maneira emocionante:

– Não caiu a ficha do quanto é importante. O importante é o feeling de entrada. Entramos aos 45 do segundo tempo e viemos com o sentimento de dar tudo para representar o tênis do Brasil da melhor maneira e levar essa medalha para casa. Esse sentimento é mútuo de compartilhar esse momento especial.

“Acreditem, meninas. Acreditem muito e trabalhem duro. Li a entrevista de algum esportista, que falou: “Joguem pelo amor e não pelo resultado”. Escrevi isso no meu caderninho e é isso que eu falo para as meninas do Brasil. Se entreguem pelo esporte!”

Muito calor e equilíbrio em quadra
A temperatura não deu muita trégua durante o duelo. Os termômetros ficaram sempre na casa dos 32ºC, com uma sensação térmica de 37ºC.

O começo da partida foi complicado para as brasileiras. Além de assistirem às adversárias confirmarem sem problemas o primeiro game de serviço, acabaram quebradas logo na sequência. Sem perder pontos, as europeias facilmente chegaram a 3/0, com menos de nove minutos.

Uma ligeira reação veio no game seguinte, que durou dez minutos e viu Luisa e Laura lutarem muito para conseguirem confirmar o serviço e reduzirem a desvantagem para 3 a 1. A dupla nacional equilibrou ainda mais as ações e chegou a ter dois break points para voltar de vez para o jogo, mas não os confirmou. Depois de outros dez minutos de game, as russas chegaram a 4/1.

Luisa Stefani confirmou seu saque com solidez para deixar o marcador em 4/2. E o Brasil voltou para o jogo de vez no game seguinte, quando devolveu a quebra de saque (4/3 para as russas). Laura segurou bem a bronca e qualquer ameaça das adversárias para igualar tudo: 4/4.

Vesnina e Kudermetova mantiveram-se à frente do placar (5/4) e jogaram a pressão para o lado das brasileiras. A tática deu certo. Mesmo jogando melhor, Luisa e Laura sofreram a quebra e sucumbiram no primeiro set por 6/4, em 56 minutos.

Mas não havia nada perdido. As duas obtiveram uma quebra de saque logo na abertura do segundo set para abrir 1/0 e sofreram ataque das rivais, mas conseguiram sobreviver e abrir 2/0.

O placar evoluiu sem quebras até o 4/3, quando Luisa e Laura se viram diante de um 0/30, mas não se abalaram e viraram o game. As brasileiras chegaram a ter um set point no saque das oponentes, mas não fecharam.

No 5/4, a chance não passou novamente. Laura segurou bem o saque e a dupla verde-e-amarela fechou a segunda parcial em 6/4, após 52 minutos.

Sangue frio e virada emocionante
A definição ficou para o super tie-break. As russas largaram na frente (1/0), mas logo o Brasil empatou (1/1). Uma dupla falta de Laura recolocou as europeias na dianteira (2/1). E em seguida elas ampliaram o marcador para 3/1, com um voleio de Kudermetova, e chegaram a 4/1.

A situação se complicou de vez quando Vesnina e Kudermetova fizeram 5/1. Um bom voleio de Luisa reduziu o déficit para 5/2. Na sequência, Laura errou uma devolução simples (6/2) e Kudermetova deu uma passada linda para fazer (7/2).

As brasileiras marcaram três pontos seguidos e voltaram a encostar (7/5). Mas um ace de Vesnina e um voleio errado de Luisa deram quatro match points para as russas. Em uma reação incrível, a dupla nacional buscou uma reação e empatou tudo em 9 a 9. Em um ponto com defesas fantásticas, viraram para 10 a 9 e tiveram o match point. Que não desperdiçaram para entrar para a história.

Fonte: https://ge.globo.com/olimpiadas

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Esportes

PRO TORK mantém liderança em Cordobés

José Felipe conquistou mais um bom resultado no campeonato tido como um dos mais importantes da modalidade na Argentina.

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Foto: Reprodução

Jose Felipe conquistou mais um bom resultado no Campeonato Cordobés de Motocross, considerado um dos mais importantes da modalidade na Argentina.

A terceira etapa da temporada foi realizada neste fim de semana, dias 17 e 18 de julho, no Villa Nueva MX Park, localizado na cidade de Villa María.

Correndo na categoria principal, a MX1, o piloto patrocinado pela Pro Tork foi o terceiro colocado na primeira bateria e o segundo na prova seguinte, finalizando com o segundo lugar no pódio. O resultado foi suficiente para ele manter a liderança na classificação.

“Fiz péssimas largadas, tive que buscar a recuperação. Em uma pista pequena, se tornou ainda mais difícil. Senti um pouco a pressão de andar em casa, cometi alguns erros. Apesar disso, somei pontos importantes na disputa pelo título. Sigo treinando em busca do meu melhor para a equipe”, explica.

O piloto, mais conhecido em seu país como Tigre, já foi campeão Argentino na classe MX1 em 2013, além de ter sido vice em 2017 e 2018. Seu currículo conta com outras conquistas, como um título chileno e um paraguaio, além de participações no Motocross das Nações, espécie de copa do mundo da modalidade.

A Pro Tork Racing Team tem o apoio da NOS Energy Drink e Sportbay.

Fonte: https://www.npdiario.com.br/

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Esportes

Está indo para Roma: Itália vence Inglaterra nos pênaltis e é bi da Euro

Shaw faz gol mais rápido de todas finais, mas Bonucci garante empate no tempo regulamentar. Donnarumma é decisivo mais uma vez com duas defesas, e Azzurra é campeã da Eurocopa.

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Foto: Michael Regan/Reuters

Os ingleses cantam há mais de 20 anos “the football’s coming home” (o futebol está indo para casa), mas vão ter que adiar o sonho novamente. Está indo para Roma. A Itália venceu a Inglaterra nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação e conquistou a Eurocopa 2020, em Wembley. Shaw fez gol relâmpago para os donos da casa no início do jogo, e Bonucci empatou na segunda etapa. Nas penalidades, Donnarumma brilhou mais uma vez, e a Azzurra ergueu a taça novamente depois de quase 50 anos.

ITÁLIA É BI!
A Itália conquistou a Eurocopa pela segunda vez na história. O primeiro título foi em 1968. A Azzurra também teve dois vices, em 2000 e 2012. A Inglaterra disputou sua primeira decisão do torneio. Os italianos agora estão empatados com a França na segunda posição na lista dos maiores vencedores do torneio. Alemanha e Espanha, ambos com três taças, estão no topo.

GOL RELÂMPAGO E DOMÍNIO ITALIANO
As esperanças da Inglaterra foram renovadas e ampliadas com apenas um minuto e 57 segundos de jogo. Em jogada iniciada por Kane, Trippier cruzou da direita, e Shaw apareceu na ponta esquerda de dentro da área para finalizar de primeira e marcar o gol mais rápido da história das finais de Euro. Mas foi só. Essa foi a única finalização inglesa até os 10 minutos do segundo tempo. A Itália teve mais posse de bola, mas também foi pouco agressiva na primeira etapa.

Visão aérea do gol de Shaw, o mais rápido das finais de Euro (Foto: Carl Recine/Reuters)

Na volta do intervalo, a final ganhou um pouco de emoção. Insigne e Chiesa obrigaram Pickford a fazer boas defesas aos 10 e 16 minutos. Donnarumma, por sua vez, só trabalhou em cabeçada de Stones. Aos 21, veio o empate. Após cobrança de escanteio de Emerson da direita, Verratti acertou a trave em cabeceio, e Bonucci empurrou para as redes: 1 a 1.

Bonucci vibra com o gol de empate da Itália contra a Inglaterra (Foto: Paul Ellis/Reuters)

O domínio italiano seguiu nos minutos finais do tempo regulamentar com a postura retraída da Inglaterra. Em todo o jogo, foram 20 finalizações italianas contra seis ingleses, e 61% de posse de bola para a Azzurra. Mas a prorrogação foi de pouca intensidade. Nenhuma seleção conseguiu ameaçar o rival, e a decisão foi para os pênaltis.

O MELHOR DA EURO DECIDE
Nas cobranças de pênaltis, os dois goleiros brilharam. Donnarumma e Pickford fizeram duas defesas cada. Mas o italiano sorriu no final. Berardi, Bonucci e Bernardeschi converteram para a Azzurra. Kane e Maguire fizeram para a Inglaterra. Belotti e Jorginho pararam no goleiro inglês. Rashford mandou na trave, Sancho e, na última cobrança, Saka, viram o goleiro italiano brilhar. Donnarumma foi o herói da Itália novamente e foi eleito o melhor jogador da Eurocopa!

Goleiro Gianluigi Donnarumma foi eleito o melhor jogador da Eurocopa-2020 (Foto: Reuters)

ENTRARAM PARA COBRAR… E ERRARAM
Gareth Southgate deixou para fazer duas substituições no último minuto da prorrogação. Os jovens Rashford e Sancho entraram na partida justamente para as cobranças de pênaltis. Mas não foram bem. O atacante do Manchester United, que é o batedor oficial da equipe inglesa, mandou na trave direita de Donnarumma. O novo jogador dos Diabos Vermelhos viu o goleiro italiano defender. Além deles, Saka errou no lado inglês.

Rashford lamenta pênalti perdido para a Inglaterra contra a Itália (Foto: Andy Rain/Reuters)

ESTÁ INDO PARA… ROMA
Desde 1996, os ingleses embalam os jogos de sua seleção nas competições oficiais com uma canção chamada “Football’s coming home” (o futebol está vindo para casa), da banda The Lightning Seeds. Desta vez, eles estiveram perto de cumprir o sonho. Mas não foi possível. E o zagueiro Bonucci não perdeu a chance de fazer uma provocação. Após o apito final, ele foi para a câmera e gritou: “It’s coming Rome” (está indo para Roma, a capital italiana).

BRASILEIROS CAMPEÕES
O lateral-esquerdo Emerson Palmieri, o zagueiro Rafael Tolói e o volante Jorginho entraram na lista de brasileiros naturalizados que já foram campeões da Eurocopa. Palmieri e Jorginho, inclusive, estão em uma seleta lista de atletas campeões da Champions e da Euro na mesma temporada.

Jorginho comemora a conquista da Eurocopa-2020 pela seleção italiana: brasileiro foi campeão da Euro e da Champions na mesma temporada (Foto: Getty Images)

Fonte: https://ge.globo.com/futebol/eurocopa

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