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Policial

Operação em SP contra facção criminosa apreende explosivos, arma e carros de luxo

Cinco pessoas foram presas e um dos alvos morreu durante confronto com a polícia no litoral paulista.

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Fotos: Divulgação/MP-SP

Uma operação do Ministério Público de São Paulo contra o PCC, facção que atua dentro e fora dos presídios do país, apreendeu, na manhã desta segunda-feira (14), explosivos, arma e carros de luxo usados pela organização.

Cinco pessoas foram presas e um dos alvos morreu durante confronto com a polícia no litoral paulista. Na ação, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado após serem encontrados explosivos no endereço do suspeito.

Ao todo, são cumpridos 12 mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão no estado de São Paulo.

Durante as buscas, os investigadores encontraram uma quantia superior a R$ 100 mil em dinheiro vivo. Diversos veículos de luxo e porções de drogas foram recolhidos, além de uma pistola calibre 9mm, munição e oito cartuchos de emulsão explosiva (TNT).

Os agentes também localizaram diversos equipamentos eletrônicos e documentos, parte dos quais relacionados à propriedade de bens.

Até as 10h, nove investigados permaneciam foragidos. Os mandados foram cumpridos na capital paulista, em cidades da Região Metropolitana, da Baixada Santista e em cidades do interior.

Segundo o Ministério Público, um dos objetivos da operação é a prisão dos criminosos que assumiram o controle da facção, depois que os principais chefes foram transferidos para presídios federais, em fevereiro de 2019.

Investigação
Os investigadores apontam que o atual comando seria composto por 21 pessoas. Alvos foram identificados vivendo na Bolívia, no Paraguai e até na África.

“Alguns alvos estão foragidos, possivelmente no Paraguai e na Bolívia, ou até mesmo na África, mas a importância foi reunir provas contra esses elementos, conseguir as prisões temporárias. É a operação hoje considerada mais importante depois da remoção da liderança”, disse o promotor Lincoln Gakyia, integrante da força-tarefa que investiga a facção.

A operação também tem como alvo a prisão dos homens que teriam sido encarregados por Marco Williams Herbas Camacho, o Marcola, para executar Gakyia. O promotor foi o responsável pelo pedido de transferência dos chefes do PCC para presídios federais no ano passado.

Em agosto deste ano, Marcola se tornou réu pela acusação de dar ordem para matar o promotor de Justiça e o chefe de presídios paulistas em 2018.

Na semana passada, o Departamento Penitenciário Nacional voltou a encaminhar um relatório de inteligência ao MP paulista dizendo que Marcola insiste no plano de assassinar Gakyia. Marcola teria ameaçado matar os criminosos que não conseguissem cumprir essa ordem.

Lavagem de dinheiro
Além das prisões, a operação tenta desarticular um esquema de lavagem de dinheiro feito por meio de dólar-cabo (operação de câmbio informal, na qual são realizadas transferências internacionais de valores mediante compensações, sem respeitar as normas do sistema financeiro nacional) no Paraguai e na Bolívia.

De acordo com o MP, planilhas apreendidas pelos investigadores apontam que a facção movimenta cerca de R$ 100 milhões por ano, principalmente com tráfico de drogas e arrecadação de valores de seus integrantes.

Para ocultar o dinheiro arrecadado semanalmente, os investigados compravam veículos e se valiam de imóveis com fundos falsos, onde guardavam dinheiro vivo antes de realizar transferências, muitas vezes por intermédio de doleiros.

A operação é comandada por uma força-tarefa formada por oito promotores de Justiça de diferentes regiões do Estado. Além dos promotores de justiça, participaram da operação agentes do Ministério Público e mais de 250 policiais militares.

Os presos e os objetos apreendidos foram levados para a sede do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), no Centro da capital paulista, mas devem ser transferidos para presídios de segurança máxima na região de Presidente Prudente (CRP de Presidente Bernardes e Penitenciária 2 de Presidente Venceslau) ainda nesta segunda.

Histórico
Segundo o Ministério Público, a investigação começou em 2018, após a prisão do homem responsável pelo setor financeiro da facção.

Documentos apreendidos com ele levaram os investigadores a Eduardo Aparecido de Almeida, conhecido como Pisca, preso também em 2018, em uma luxuosa mansão em Assunção, no Paraguai.

Pisca era apontado como um dos principais membros da facção no exterior.

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Traficante Elias Maluco é encontrado morto na prisão

Informação foi confirmada no fim da tarde desta terça-feira (22). Preso em 2002 e condenado pela morte do jornalista Tim Lopes, traficante ficou conhecido pelos métodos bárbaros com que matava pessoas.

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Foto: Reprodução/ TV Globo

O traficante Elias Pereira da Silva, mais conhecido como Elias Maluco, foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (22) na Penitenciária Federal de Catanduvas, na região oeste do Paraná, segundo informações do Departamento Penitenciário (Depen).

Elias Maluco foi preso em setembro de 2002 e, em 2005, foi condenado a 28 anos e seis meses de prisão pela morte do jornalista Tim Lopes.

Em 2013, foi sentenciado a mais 10 anos, sete meses e 15 dias de prisão, desta vez pelo crime de lavagem de dinheiro. A mulher e a sogra dele também foram condenadas pelo mesmo crime.

Desde então, Elias Maluco ficou em presídios federais de segurança máxima.

Segundo o Depen, a família foi comunicada da morte pelo Serviço Social do Presídio Federal de Catanduvas.

Ainda de acordo com o departamento, a Polícia Federal foi chamada para fazer a perícia no local.

Tim Lopes
Elias Maluco foi preso no dia 19 de setembro de 2002. Ele foi condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, morto em junho daquele ano enquanto fazia uma reportagem sobre abuso de menores em um baile funk da favela Cruzeiro.

O traficante ficou conhecido pelos métodos bárbaros com que matava pessoas.

O corpo de Tim Lopes foi carbonizado numa fogueira de pneus conhecida como micro-ondas e só pôde ser reconhecido após exame de DNA. Outras seis pessoas foram condenadas por participação no crime.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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14 pessoas são presas em operação contra pornografia infantil na internet

Operação Proteção Integral cumpre 24 mandados de busca e apreensão na manhã desta segunda-feira (21), em várias cidades do Paraná.

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Fotos: Divulgação/PCPR

14 pessoas foram presas em uma operação contra pornografia infantojuvenil deflagrada na manhã desta segunda-feira (21) pela Polícia Civil em várias cidades no Paraná.

Segundo a polícia, as prisões aconteceram em flagrante durante o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em 16 cidades do estado.

Cerca de 150 policiais participaram da operação, batizada de Proteção Integral.

Durante as buscas, foram apreendidos computadores, notebooks, pendrives, HD’s e outros dispositivos que possam ter armazenamento de fotos ou vídeos de crianças e adolescentes em situação sexual.

Veja abaixo onde foram cumpridos mandados de busca:
.Curitiba (6);
.São José dos Pinhais (2);
.Quatro Barras (1);
.São Mateus do Sul (1);
.Pato Branco (1);
.Marmeleiro (1);
.Cascavel (1);
.Maringá (1);
.Londrina (1);
.Ibiporã (2);
.Ponta Grossa (1);
.Apucarana (1);
.Arapongas (2);
.Terra Boa (1);
.Godoy Moreira (1);
.Marechal Cândido Rondon (1).

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Batida frontal entre caminhão e van deixa 12 mortos e 1 ferido na BR-365, em Patos de Minas

Acidente foi registrado na madrugada deste domingo (20), próximo ao trecho conhecido como ‘Curva dos Moreiras’.

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Fotos: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação

Uma batida frontal entre um caminhão e uma van na BR-365 deixou 12 mortos e 1 ferido em Patos de Minas (MG), na madrugada deste domingo (20).

Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, os mortos são 11 passageiros que estavam na van, que seguia para Patrocínio (MG), e o motorista do caminhão, que tem placa de Itabaiana (SE).

Um passageiro da van foi socorrido para o Hospital Regional de Patos de Minas em estado grave, com ferimentos na cabeça, no abdome e no joelho.

Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Patos de Minas, que ainda não divulgou a identidade das vítimas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a suspeita é que o motorista da van tentou desviar de uma árvore que caiu na pista por conta de uma queimada e atingiu o caminhão que estava no sentido contrário.

“A árvore na estrada pode ter sido o resultado de uma queimada às margens da rodovia. A base da árvore estava queimada, danificada pelo fogo. Ela caiu e bloqueou metade da pista de rolamento”, explicou o PRF João Alvarenga.

O acidente ocorreu no km 373 da rodovia, num trecho conhecido como Curva dos Moreiras. Os bombeiros informaram que a van seguia para Patrocínio.

O trânsito foi totalmente interditado até as 5h30 e a pista foi totalmente liberada às 8h, segundo a PRF.

Segundo acidente
De acordo com a PRF, cinco minutos após a pista ter sido totalmente liberada, um segundo acidente foi registrado.

A PRF informou que por pressa e falta de atenção, um caminhão bateu na traseira do outro, espalhando a carga pelo local.

Já o Corpo de Bombeiro disse que um dos veículos teve uma pane elétrica assim que a rodovia foi liberada e não conseguiu sair do local. Com o fluxo do trânsito em andamento, um segundo caminhão não conseguiu desviar e bateu no outro que estava parado na pista.

Um dos condutores ficou preso na cabine e precisou ser retirado pelos bombeiros. Ele estava consciente, sem ferimentos aparentes e recusou atendimento pré-hospitalar e encaminhamento para uma unidade.

Com o impacto da batida, um dos caminhões rodou nas duas pistas e ocupou os dois sentidos. A pista novamente teve que ser interditada e, até o momento, funciona em sistema pare e siga.

O trecho será totalmente liberado após a remoção dos caminhões.

Fonte: https://g1.globo.com/mg

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