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Policial

Motorista é preso com mais de 100 kg de crack e cocaína em ônibus, em Cruzeiro do Oeste

Apreensão ocorreu nesta segunda-feira (12); segundo a polícia, havia 85 kg de crack e 19 kg de cocaína no sistema de ar condicionado do veículo, que estava sem passageiros.

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Foto: Denarc/Divulgação

O motorista de um ônibus foi preso transportando mais de 100 kg de crack e cocaína em Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná, de acordo com a Divisão Estadual da Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil. O caso foi nesta segunda-feira (12).

Segundo a polícia, havia 85 kg de crack e 19 kg de cocaína escondidos no sistema de ar condicionado do veículo, que estava sem passageiros. Um cão farejador ajudou a encontrar a droga.

Conforme a polícia, o motorista demonstrou nervosismo durante a abordagem.

Além disso, os policiais da Denarc tinham recebido informações de que um ônibus de turismo estava levando drogas. A apreensão contou com apoio das polícias Rodoviária Estadual e Federal.

O motorista alegou aos policiais que estava indo para Maringá, no norte do estado, buscar passageiros.

Depois, ainda de acordo com a polícia, o homem afirmou que receberia R$ 1,5 mil pelo transporte das drogas de Foz do Iguaçu, no oeste, até Maringá.

Forte: https://g1.globo.com/p

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Policial

Dois advogados são mortos a tiros em escritório de advocacia, em Goiânia

Segundo testemunhas, dois homens entraram no local e atiraram contra as vítimas. Marcus Aprígio Chaves e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis morreram no local.

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Fotos: Reprodução TV Anhanguera e Fayda Chiarella/TV Anhanguera

Dois advogados foram mortos a tiros, na tarde desta quarta-feira (28), em um escritório de advocacia no Setor Aeroporto, em Goiânia. As vítimas foram identificadas como Marcus Aprígio Chaves, de 41 anos, e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47.

O crime aconteceu por volta das 14h30. De acordo com a Polícia Militar, dois homens agendaram para serem atendidos pelos advogados. Ao chegarem ao escritório, eles entraram e esperaram. Ainda conforme o relato, a secretária os levou até a sala dos advogados, momento em que os criminosos colocaram as vítimas de costas e disparam.

Da esquerda para a direita, advogados Marcio Aprigio Chaves e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/OAB-GO

Ainda conforme a PM, ao ouvir os disparos, a secretária correu para uma outra sala e se trancou dentro de um banheiro. Testemunhas relataram à TV Anhanguera que os criminosos fugiram em um carro branco, o mesmo em que chegaram ao local.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Goiás (OAB-GO) informou que Marcus Chaves é filho do desembargador Leobino Valente Chaves, ex-presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO).

A OAB-GO relatou que recebeu a informação da ocorrência e designou o seu vice-presidente, Thales Jaime, e mais um representante da Comissão de Direitos e Prerrogativas para irem ao local do crime. Em nota, a entidade manifestou inconformismo com a morte dos advogados e manifestou repúdio à crescente escalada de violência contra a advocacia.

“Cobramos das autoridades competentes célere elucidação, para que os responsáveis sejam levados às barras da Justiça e exemplarmente punidos”, declarou a OAB-GO.

O presidente do TJ-GO, desembargador Walter Carlos Lemes, decretou luto oficial de três dias. “O Poder Judiciário do Estado de Goiás, por todos os seus órgãos, guardará luto oficial nos dias 28, 29 e 30 de outubro, em reverência à memória do filho do desembargador Leobino Valente Chaves” (leia a íntegra abaixo).

Investigação
A Polícia Militar isolou o escritório após o assassinato. Em nota, a assessoria da corporação informou, que, no momento, “diligências ocorrem para que ocorra a prisão dos autores deste crime”.

A Polícia Civil informou que foi criada uma força-tarefa composta por cinco delegados e 30 Policiais Civis para a intervenção no local e início imediato das investigações em conjunto com a Polícia Militar, Instituto de Criminalística e Instituto de Identificação, visando a elucidação do crime.

Os delegados Francisco Junior e Mirian Vidal estiveram no local do crime para dar início à investigação e esclarecer as circunstâncias de como o duplo homicídio aconteceu. Ainda conforme a corporação, todos os detalhes do caso serão mantidos em sigilo para não prejudicar as investigações.

Nota do Tribunal de Justiça de Goiás
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Walter Carlos Lemes, decretou luto oficial no Poder Judiciário do Estado de Goiás nos dias 28, 29 e 30 de outubro de 2020, em reverência à memória do filho do desembargador Leobino Valente Chaves, o advogado Marcus Aprígio Chaves, e de seu colega, o também advogado Frank Alessandro Carvalhaes de Assis.

O presidente expressa a profunda consternação no meio judiciário goiano pelo falecimento dos advogados, que, ao longo de suas carreiras prestaram relevantes serviços à justiça goiana.

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Policial aposentado mantém esposa e três filhos como reféns em Ponta Grossa

De acordo com a polícia, homem sofreu uma crise por causa da falta de um remédio de uso contínuo. Ninguém se machucou.

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Foto: Alceu Nievola/RPC Ponta Grossa

Um policial aposentado manteve como reféns a esposa e três filhos na tarde desta terça-feira (27), em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, de acordo com a Polícia Militar (PM). Ninguém se machucou.

Segundo a polícia, o homem teve uma crise por causa da falta de um remédio de uso contínuo.

Além disso, o policial aposentado chegou a efetuar um disparo de arma de fogo dentro da casa, que fica no bairro Oficinas, conforme a PM.

Um vizinho da família chamou polícia, que iniciou negociações. Os trabalhos duraram cerca de duas horas.

A PM informou que a família foi liberada pelo policial aposentado logo que o carro da polícia chegou. No entanto, os policiais continuaram as negociações com o homem, já que ele estava em crise.

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) de Curitiba chegou a ser chamado, mas a ocorrência foi finalizada antes da chegada da equipe.

O policial aposentado foi levado para um hospital de Ponta Grossa, onde deve ser medicado. A PM informou que ele será levado para a Delegacia de Polícia Civil, na sequência.

A arma utilizada pelo homem não era da Polícia Militar, porém estava registrada e era legal, conforme a polícia. A arma foi apreendida.

A PM informou que o caso pode ser investigado como cárcere privado ou disparo de arma de fogo. No entanto, segundo a polícia, isso dependerá do trabalho da Polícia Civil.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio

Chamas começaram no Prédio 1, onde fica a enfermaria. Duzentas pessoas foram retiradas do edifício. Durante a transferência para outra unidade, uma mulher de 42 anos, que estava internada com Covid-19, acabou morrendo.

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Fotos: Reprodução/TV Globo

Um incêndio atingiu o Prédio 1 do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, por volta das 9h40 desta terça-feira (27).

Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas às 11h30, e equipes trabalhavam no rescaldo. Mas, por volta das 12h50, ainda saía fumaça negra das instalações.

Porta-voz da corporação, Lauro Botto afirmou que nenhum paciente foi ferido nas chamas ou teve intoxicação, mas destacou que o Prédio 1 “estava todo comprometido com chamas e fumaça”.

“Conseguimos evacuar os pacientes antes que o fogo e a fumaça chegassem à enfermaria”, disse Botto.

A TV Globo apurou que a prioridade dos bombeiros era resfriar a ala, a fim de evitar que cilindros de oxigênio explodissem, e impedir que as chamas se alastrassem para outras áreas.

O Hospital Federal de Bonsucesso, às margens da Avenida Brasil, é a maior unidade de saúde do RJ em volume de atendimentos.

Cerca de duas mil pessoas circulam pelas alas todos os dias, segundo a assessoria de imprensa.

Desde o ano passado, houve ao menos um incêndio de grandes proporções e outros três princípios de incêndio em hospitais do Rio, além do caso desta terça-feira.

Pacientes levados para borracharia
Cerca de 200 pacientes foram transferidos para áreas do próprio complexo — parte aguardava atendimento sob uma árvore do pátio interno.

Alguns internados estavam no meio de tratamento quando tiveram de sair, outros estavam entubados, e havia quem estava com Covid-19. Durante a transferência para outra unidade, uma mulher de 42 anos, que estava internada com Covid-19, acabou morrendo.

Como a fumaça se alastrou, a direção optou por esvaziar também parte do Prédio 2, onde estavam internos da UTI neonatal e da Maternidade.

Alguns pacientes foram levados de maca ou em colchões para a Rio Paiva Pneus, que fica ao lado do complexo .

Cerca de 30 internados foram transferidos para outras unidades da rede pública do Rio, como o Souza Aguiar, no Centro, o Evandro Freire, na Ilha do Governador.

Incêndio começou no subsolo
O fogo começou no subsolo do Prédio 1 por volta das 9h45 e se alastrou pelo almoxarifado, onde fraldas eram guardadas. Nesse edifício ficam ainda enfermarias e salas de raio-X.

A brigada de incêndio do hospital chegou à enfermaria assim que as chamas começaram, dois andares abaixo, e providenciaram a remoção.

Não se sabia, até a última atualização desta reportagem, a causa do incêndio.

Bombeiros de cinco quartéis – Fundão, Ilha do Governador, São Cristóvão, Penha e Central – foram mobilizados.

Às 11h15, um helicóptero do Corpo de Bombeiros pousou na Avenida Brasil.

Transplantados removidos
Uma médica que preferiu não se identificar contou que alguns pacientes que passaram por transplantes na noite de segunda-feira (26) precisaram ser retirados às pressas.

“Foi descendo todo mundo, segurando os pacientes no colo. A fumaça foi começando a ficar muito preta. Eu não consegui mais entrar no prédio. Eu não sei se ficou paciente lá dentro”, disse.

Complexo tem seis alas
O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas.

Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
Prédio 4: Administração
Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
Prédio 6: Ambulatório

Fonte: https://g1.globo.com/rj

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