Conecte-se Conosco

Esportes

MOTOCROSS: Pro Tork é líder no Paraguai

José Felipe venceu a disputa das duas principais categorias para a maior fabricante de motopeças da América Latina.

Publicado

em

Fotos: Reprodução

A Pro Tork foi o destaque da abertura do Campeonato Paraguaio de Motocross, realizada neste fim de semana, dias 21 e 22 de agosto, em Gleba 3, na cidade de Mbaracayu, localizada no Alto Paraná. José Felipe venceu as duas principais categorias para a maior fabricante de motopeças da América Latina.

Na MX2, ele largou na ponta e não deu chances aos adversários, cruzando o arco de chegada com boa vantagem. Já a MX1 contou com um pouco mais de emoção, após o atleta sair na frente, sofreu uma queda indo para segundo, precisando buscar a liderança novamente.

O evento serviu como um treino para o piloto, que lidera o Argentino da modalidade. E neste fim de semana, dias 28 e 29, ele aproveita para manter o ritmo alinhando no gate do Brasileiro, que terá sua primeira etapa na cidade de Faxinal (PR). A competição em seu país retorna no meio de setembro.

Tigre, como é conhecido no meio off road, já foi campeão Argentino na classe MX1 em 2013, além de ter sido vice em 2017 e 2018. Seu currículo conta com outras conquistas, como um título chileno e um paraguaio, vitórias no Brasil, além de participações no Motocross das Nações, espécie de copa do mundo da modalidade.

A Pro Tork Racing Team tem o apoio da NOS Energy Drink e Sportbay.

Fonte: https://www.npdiario.com.br/

Comentários

Esportes

Corinthians volta a ganhar do Palmeiras e fatura o tri do Brasileiro Feminino

Com gol de bicicleta, Timão faz três gols no primeiro tempo, conquista o segundo título consecutivo e se isola como maior campeão do torneio.

Publicado

em

Fotos: Marcos Ribolli

O Corinthians é novamente campeão brasileiro feminino. Pelo segundo ano consecutivo. Pela terceira vez na história. O título da edição de 2021 foi confirmado na noite deste domingo com uma vitória incontestável por 3 a 1 sobre o Palmeiras, na Neo Química Arena. Agustina (contra), Adriana e Vic Albuquerque, em um golaço de bicicleta, encaminharam a festa alvinegra ainda antes do intervalo – o time já tinha feito 1 a 0 na primeira final. Camilinha descontou no segundo tempo, em uma bomba de fora da área.

HEGEMONIA
Com a conquista deste domingo, o Corinthians se isola como o maior vencedor do Brasileiro Feminino – antes, estava empatado com a Ferroviária. Foi também a quinta final consecutiva do torneio da equipe comandada por Arthur Elias. A coleção de troféus ainda conta com duas Libertadores (2017 e 2019) e uma Copa do Brasil (2016), além de sete estaduais.

O resultado ainda manteve o aproveitamento de 100% do time feminino na Neo Química Arena, agora com sete vitórias em sete jogos desde 2018, e também consolidou a campanha impecável no mata-mata (ganhou os dois jogos sobre Avaí Kindermann, nas quartas de final, Ferroviária, nas semifinais, e agora Palmeiras, na final).

EM CONSTRUÇÃO
A campanha consolidou o Palmeiras como uma das novas forças do futebol feminino nacional. Desde que o projeto foi reativado, em 2019, as Palestrinas conquistaram o acesso à elite nacional no primeiro tempo, foram semifinalistas do Brasileiro e do Paulista na temporada passada e agora são vice-campeãs brasileiras.

ÚLTIMO CAPÍTULO DA TRILOGIA DE DÉRBIS
A decisão do Brasileiro Feminino encerrou uma semana com três clássicos entre Corinthians e Palmeiras. O primeiro foi pelo Paulista feminino, com empate por 1 a 1. Depois, no sábado, Róger Guedes brilhou e deu a vitória ao Corinthians por 2 a 1 pelo Brasileirão masculino, também na Neo Química Arena. Agora, o Timão voltou a levar a melhor num Dérbi. Desta vez valendo taça. Que fim de semana para alvinegras e alvinegros!

O JOGO
O Palmeiras chegou a se animar no começo, principalmente com chutes de longe de Júlia Bianchi, mas o Corinthians foi aos poucos tomando conta das ações. Quando Adriana aproveitou falha na saída de bola alviverde, invadiu a área, driblou Jully e bateu cruzado – Agustina marcou contra na tentativa de cortar, o cenário ficou ainda mais favorável para o Corinthians. Adriana ampliou a vantagem com uma finalização precisa, e Vic Albuquerque colocou as duas mãos na taça ao fazer 3 a 0 numa bicicleta estilosa depois de dominar no peito.

Com a conquista do Corinthians encaminhada, o segundo tempo foi meramente protocolar. O Palmeiras se esforçou para ter um fim digno e foi premiado com um bonito gol de honra marcado por Camilinha. Mas a festa já tinha dona. Ou melhor: donas. E elas vestiam roxo. Roxo de Corinthians.

UMA DECISÃO DE GOLAÇOS
Corinthians e Palmeiras não economizaram nos golaços. Na primeira partida, Gabi Portilho já tinha marcado por cobertura. Neste domingo, Adriana acertou uma bomba no ângulo para fazer 2 a 0, e depois Vic Albuquerque fez de bicicleta. O gol de honra do Palmeiras também teve sua plástica, com Camilinha enfrentando a marcação do Corinthians antes de arriscar da intermediária e mandar na gaveta.

Fonte: https://ge.globo.com/sp

Comentários
Continue lendo

Esportes

Conselho Técnico da CBF define retorno de público em jogos da Série B do Brasileiro

Reunião realizada com os clubes nesta sexta-feira aprova a presença de torcedores em jogos da competição em cidades com liberação das autoridades sanitárias a partir da 25ª rodada.

Publicado

em

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Conselho Técnico da CBF realizado nesta sexta-feira com os 20 clubes da Série B definiu o retorno de público em jogos da competição, mas apenas em cidades com decretos que permitem torcedores nos estádios. Neste cenário, 14 times já têm a possibilidade de realizar jogos em casa com sua torcida – algo que o Cruzeiro já fez após liminar do STJD.

Por outro lado, seis clubes permanecem mandando jogos sem público: CRB e CSA, de Maceió, Guarani e Ponte Preta, de Campinas, Náutico, do Recife, e Vitória, de Salvador. Ou achando alternativas – como o Timbu, cujo presidente Edno Melo prometeu mandar partidas fora de Pernambuco.

Torcida do Cruzeiro na Arena do Jacaré — Foto: Bruno Haddad

Veja quais cidades liberadas:
. Aracaju (Confiança): 20% da capacidade do estádio Batistão
. Belém (Remo): 30% da capacidade dos estádios.
. Belo Horizonte (Cruzeiro): 30% da capacidade desde o dia 15.
. Brusque (Brusque): 30% da capacidade do estádio.
. Curitiba (Coritiba): 20% da capacidade do estádio desde 18 de agosto.
. Florianópolis (Avaí): 30% da capacidade do estádio.
. Goiânia (Goiás e Vila Nova): liberado pela prefeitura em até 1.500 torcedores.
. Londrina (Londrina): 1.000 pessoas no estádio conforme decreto estadual.
. Pelotas (Brasil): máximo de 2.500 pessoas
. Ponta Grossa (Operário): 20% da capacidade do estádio desde 27 de agosto.
. Rio de Janeiro (Vasco e Botafogo): prefeitura liberou eventos-teste em jogos de Flamengo e Vasco. Expectativa é
que libere também nos jogos do Botafogo.
. São Luís (Sampaio Corrêa): 30% da capacidade do estádio.

Fonte: https://ge.globo.com/

Comentários
Continue lendo

Esportes

Luisa Stefani e Laura Pigossi conseguem virada histórica e levam o bronze no tênis

Dupla feminina brasileira lutou muito sob forte calor e venceu russas por 2 sets a 1 neste sábado após salvar quatro match points. É a primeira medalha olímpica do país na modalidade.

Publicado

em

Fotos: Getty Images, Yara Nardi/Reuters e Rafael Bello/COB

As brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi fizeram história neste sábado e conquistaram a primeira medalha olímpica do Brasil no tênis. As duas venceram as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova por 2 sets a 1(4/6, 6/4, 11/9) com uma virada histórica no Ariake Tennis Park e conquistaram o bronze, neste sábado, na disputa de duplas nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A dupla perdeu o primeiro set após um início ruim, mas reagiu na segunda parcial e chegou a ter 9/5 contra no super tie-break antes de reagir de maneira épica e obter o lugar no pódio: 11/9. Foi a melhor campanha do país no tênis olímpico em todos os tempos. Em Atlanta 1996, Fernando Meligeni havia ficado em quarto lugar na disputa masculina em Atlanta 1996.

“Ainda não caiu a ficha, mas estou muito feliz por jogar minha primeira Olimpíada e conseguir medalha. Jogar ao lado da Lu e representar o Brasil me emociona muito. Ainda não sei o que estou sentindo”, disse Laura Pigossi.

Laura falou da sensação de sair de uma vaga conquistada em cima da hora para o pódio olímpico. A brasileira lembrou de toda dor pela derrota na semifinal para a dupla suíça Bencic/Golubic.

– Nunca deixamos de acreditar que podíamos. Quando recebi a ligação, falei para a Luísa que as últimas seriam as primeiras. Ela riu, mas acreditou. Já tínhamos enfrentado todas as adversárias e sabíamos que era possível. A derrota na semifinal foi muito dolorida, parecia que tinham enfiado uma faca no meu peito. Ainda bem que tivemos um dia para descansar. Tivemos um jogo difícil contra as russas. A Lu teve um ano incrível e queria dar isso para ela, joguei muito por ela, que está levando o tênis do Brasil para outro patamar.

Luisa Stefani também demonstrou o estado de excitação pela medalha conquistada de maneira emocionante:

– Não caiu a ficha do quanto é importante. O importante é o feeling de entrada. Entramos aos 45 do segundo tempo e viemos com o sentimento de dar tudo para representar o tênis do Brasil da melhor maneira e levar essa medalha para casa. Esse sentimento é mútuo de compartilhar esse momento especial.

“Acreditem, meninas. Acreditem muito e trabalhem duro. Li a entrevista de algum esportista, que falou: “Joguem pelo amor e não pelo resultado”. Escrevi isso no meu caderninho e é isso que eu falo para as meninas do Brasil. Se entreguem pelo esporte!”

Muito calor e equilíbrio em quadra
A temperatura não deu muita trégua durante o duelo. Os termômetros ficaram sempre na casa dos 32ºC, com uma sensação térmica de 37ºC.

O começo da partida foi complicado para as brasileiras. Além de assistirem às adversárias confirmarem sem problemas o primeiro game de serviço, acabaram quebradas logo na sequência. Sem perder pontos, as europeias facilmente chegaram a 3/0, com menos de nove minutos.

Uma ligeira reação veio no game seguinte, que durou dez minutos e viu Luisa e Laura lutarem muito para conseguirem confirmar o serviço e reduzirem a desvantagem para 3 a 1. A dupla nacional equilibrou ainda mais as ações e chegou a ter dois break points para voltar de vez para o jogo, mas não os confirmou. Depois de outros dez minutos de game, as russas chegaram a 4/1.

Luisa Stefani confirmou seu saque com solidez para deixar o marcador em 4/2. E o Brasil voltou para o jogo de vez no game seguinte, quando devolveu a quebra de saque (4/3 para as russas). Laura segurou bem a bronca e qualquer ameaça das adversárias para igualar tudo: 4/4.

Vesnina e Kudermetova mantiveram-se à frente do placar (5/4) e jogaram a pressão para o lado das brasileiras. A tática deu certo. Mesmo jogando melhor, Luisa e Laura sofreram a quebra e sucumbiram no primeiro set por 6/4, em 56 minutos.

Mas não havia nada perdido. As duas obtiveram uma quebra de saque logo na abertura do segundo set para abrir 1/0 e sofreram ataque das rivais, mas conseguiram sobreviver e abrir 2/0.

O placar evoluiu sem quebras até o 4/3, quando Luisa e Laura se viram diante de um 0/30, mas não se abalaram e viraram o game. As brasileiras chegaram a ter um set point no saque das oponentes, mas não fecharam.

No 5/4, a chance não passou novamente. Laura segurou bem o saque e a dupla verde-e-amarela fechou a segunda parcial em 6/4, após 52 minutos.

Sangue frio e virada emocionante
A definição ficou para o super tie-break. As russas largaram na frente (1/0), mas logo o Brasil empatou (1/1). Uma dupla falta de Laura recolocou as europeias na dianteira (2/1). E em seguida elas ampliaram o marcador para 3/1, com um voleio de Kudermetova, e chegaram a 4/1.

A situação se complicou de vez quando Vesnina e Kudermetova fizeram 5/1. Um bom voleio de Luisa reduziu o déficit para 5/2. Na sequência, Laura errou uma devolução simples (6/2) e Kudermetova deu uma passada linda para fazer (7/2).

As brasileiras marcaram três pontos seguidos e voltaram a encostar (7/5). Mas um ace de Vesnina e um voleio errado de Luisa deram quatro match points para as russas. Em uma reação incrível, a dupla nacional buscou uma reação e empatou tudo em 9 a 9. Em um ponto com defesas fantásticas, viraram para 10 a 9 e tiveram o match point. Que não desperdiçaram para entrar para a história.

Fonte: https://ge.globo.com/olimpiadas

Comentários
Continue lendo

Mais Lidas