Conecte-se Conosco

Esportes

LeBron lidera massacre sobre o Heat, e Lakers conquistam título da NBA dedicado a Kobe Bryant

Time californiano desequilibra na defesa e no ataque, vence por 106 a 93, fecha as finais em 4 a 2 e iguala recorde de títulos dos Celtics, 17; LeBron se torna o jogador com mais partidas em playoffs.

Publicado

em

Fotos: Mike Ehrmann e Douglas P. DeFelice/Getty Images e Reprodução Twitter/@NBA

A cidade de Los Angeles vibra. A espera de uma das torcidas mais apaixonadas da NBA acabou. Dez anos depois de um título conquistado quando Kobe Bryant ainda usava o uniforme amarelo no auge de seu talento, o Los Angeles Lakers finalmente volta a ser campeão da NBA. O ano de domínio em meio ao luto pela morte de Kobe desembocou, nesse domingo, numa conquista emblemática.

Liderado por um triplo-duplo de LeBron James e com um Anthony Davis implacável na defesa, o time californiano proporcionou um espetáculo coletivo, venceu o Miami Heat por 106 a 93 no jogo 6, e fechou as finais em 4 a 2. Agora, os Lakers igualam os Celtics em número de títulos na NBA, com 17 no total.

Os Lakers resolveram mudar de estratégia no jogo 6. Sacaram Dwight Howard do time titular, colocaram Alex Caruso, ganharam em dinamismo e apoiaram seu jogo em defesa com transição fatal. Logo no início, com duas bolas de três seguidas, Duncan Robinson até pôs aquela pulga atrás da orelha do torcedor dos Lakers. Só que a força-tarefa montada pelos Lakers para segurar o ataque do Heat foi perfeita.

LeBron e Davis não eram espetaculares e nem precisavam ser. King James atacava o aro com propriedade e Davis era um general defensivo, mas o fator de desequilíbrio foi a eficiência dos coadjuvantes, especialmente Rajon Rondo e Kentavious Caldwell-Pope. A superioridade do Los Angeles esteve estampada no aproveitamento dos arremessos, nos rebotes, nos pontos no garrafão e principalmente nos pontos em transição.

Absolutamente sem respostas, o Heat fez sua pior partida nos playoffs e viu os Lakers festejarem o título. Foi uma noite em que Jimmy Butler não teve coelho para tirar da cartola, a volta de Dragic foi insípida e Tyler Herro invisível. Apesar da derrota, a grande campanha do time da Flórida nos playoffs foi uma das grandes histórias da temporada.

LeBron James, o rei dos playoffs
O jogo 6 foi o 260º da carreira de LeBron James em playoffs. King James deixou Derek Fischer (259 jogos) para trás e se tornou o jogador com mais partidas disputadas na história da pós-temporada. Esse foi também o quarto título de LeBron na NBA.

Lakers igualam os Celtics em número de títulos
Com a conquista desse domingo, o Los Angeles Lakers igualou o rival Boston Celtics em número de títulos da NBA. Agora são 17. Muito à frente das franquias que vêm atrás no ranking. Veja na tabela os times que mais foram campeões.

COMO FOI A SÉRIE
(1º Oeste) Lakers 4 x 2 Heat (5º Leste)
Jogo 1: Lakers 116 x 98 Heat
Jogo 2: Lakers 124 x 114 Heat
Jogo 3: Heat 115 x 104 Lakers
Jogo 4: Heat 96 x 102 Lakers
Jogo 5: Lakers 108 x 111 Heat
Jogo 6: Heat 93 x 106 Lakers

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

Comentários

Esportes

Conselho Técnico da CBF define retorno de público em jogos da Série B do Brasileiro

Reunião realizada com os clubes nesta sexta-feira aprova a presença de torcedores em jogos da competição em cidades com liberação das autoridades sanitárias a partir da 25ª rodada.

Publicado

em

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Conselho Técnico da CBF realizado nesta sexta-feira com os 20 clubes da Série B definiu o retorno de público em jogos da competição, mas apenas em cidades com decretos que permitem torcedores nos estádios. Neste cenário, 14 times já têm a possibilidade de realizar jogos em casa com sua torcida – algo que o Cruzeiro já fez após liminar do STJD.

Por outro lado, seis clubes permanecem mandando jogos sem público: CRB e CSA, de Maceió, Guarani e Ponte Preta, de Campinas, Náutico, do Recife, e Vitória, de Salvador. Ou achando alternativas – como o Timbu, cujo presidente Edno Melo prometeu mandar partidas fora de Pernambuco.

Torcida do Cruzeiro na Arena do Jacaré — Foto: Bruno Haddad

Veja quais cidades liberadas:
. Aracaju (Confiança): 20% da capacidade do estádio Batistão
. Belém (Remo): 30% da capacidade dos estádios.
. Belo Horizonte (Cruzeiro): 30% da capacidade desde o dia 15.
. Brusque (Brusque): 30% da capacidade do estádio.
. Curitiba (Coritiba): 20% da capacidade do estádio desde 18 de agosto.
. Florianópolis (Avaí): 30% da capacidade do estádio.
. Goiânia (Goiás e Vila Nova): liberado pela prefeitura em até 1.500 torcedores.
. Londrina (Londrina): 1.000 pessoas no estádio conforme decreto estadual.
. Pelotas (Brasil): máximo de 2.500 pessoas
. Ponta Grossa (Operário): 20% da capacidade do estádio desde 27 de agosto.
. Rio de Janeiro (Vasco e Botafogo): prefeitura liberou eventos-teste em jogos de Flamengo e Vasco. Expectativa é
que libere também nos jogos do Botafogo.
. São Luís (Sampaio Corrêa): 30% da capacidade do estádio.

Fonte: https://ge.globo.com/

Comentários
Continue lendo

Esportes

MOTOCROSS: Pro Tork é líder no Paraguai

José Felipe venceu a disputa das duas principais categorias para a maior fabricante de motopeças da América Latina.

Publicado

em

Fotos: Reprodução

A Pro Tork foi o destaque da abertura do Campeonato Paraguaio de Motocross, realizada neste fim de semana, dias 21 e 22 de agosto, em Gleba 3, na cidade de Mbaracayu, localizada no Alto Paraná. José Felipe venceu as duas principais categorias para a maior fabricante de motopeças da América Latina.

Na MX2, ele largou na ponta e não deu chances aos adversários, cruzando o arco de chegada com boa vantagem. Já a MX1 contou com um pouco mais de emoção, após o atleta sair na frente, sofreu uma queda indo para segundo, precisando buscar a liderança novamente.

O evento serviu como um treino para o piloto, que lidera o Argentino da modalidade. E neste fim de semana, dias 28 e 29, ele aproveita para manter o ritmo alinhando no gate do Brasileiro, que terá sua primeira etapa na cidade de Faxinal (PR). A competição em seu país retorna no meio de setembro.

Tigre, como é conhecido no meio off road, já foi campeão Argentino na classe MX1 em 2013, além de ter sido vice em 2017 e 2018. Seu currículo conta com outras conquistas, como um título chileno e um paraguaio, vitórias no Brasil, além de participações no Motocross das Nações, espécie de copa do mundo da modalidade.

A Pro Tork Racing Team tem o apoio da NOS Energy Drink e Sportbay.

Fonte: https://www.npdiario.com.br/

Comentários
Continue lendo

Esportes

Luisa Stefani e Laura Pigossi conseguem virada histórica e levam o bronze no tênis

Dupla feminina brasileira lutou muito sob forte calor e venceu russas por 2 sets a 1 neste sábado após salvar quatro match points. É a primeira medalha olímpica do país na modalidade.

Publicado

em

Fotos: Getty Images, Yara Nardi/Reuters e Rafael Bello/COB

As brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi fizeram história neste sábado e conquistaram a primeira medalha olímpica do Brasil no tênis. As duas venceram as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova por 2 sets a 1(4/6, 6/4, 11/9) com uma virada histórica no Ariake Tennis Park e conquistaram o bronze, neste sábado, na disputa de duplas nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A dupla perdeu o primeiro set após um início ruim, mas reagiu na segunda parcial e chegou a ter 9/5 contra no super tie-break antes de reagir de maneira épica e obter o lugar no pódio: 11/9. Foi a melhor campanha do país no tênis olímpico em todos os tempos. Em Atlanta 1996, Fernando Meligeni havia ficado em quarto lugar na disputa masculina em Atlanta 1996.

“Ainda não caiu a ficha, mas estou muito feliz por jogar minha primeira Olimpíada e conseguir medalha. Jogar ao lado da Lu e representar o Brasil me emociona muito. Ainda não sei o que estou sentindo”, disse Laura Pigossi.

Laura falou da sensação de sair de uma vaga conquistada em cima da hora para o pódio olímpico. A brasileira lembrou de toda dor pela derrota na semifinal para a dupla suíça Bencic/Golubic.

– Nunca deixamos de acreditar que podíamos. Quando recebi a ligação, falei para a Luísa que as últimas seriam as primeiras. Ela riu, mas acreditou. Já tínhamos enfrentado todas as adversárias e sabíamos que era possível. A derrota na semifinal foi muito dolorida, parecia que tinham enfiado uma faca no meu peito. Ainda bem que tivemos um dia para descansar. Tivemos um jogo difícil contra as russas. A Lu teve um ano incrível e queria dar isso para ela, joguei muito por ela, que está levando o tênis do Brasil para outro patamar.

Luisa Stefani também demonstrou o estado de excitação pela medalha conquistada de maneira emocionante:

– Não caiu a ficha do quanto é importante. O importante é o feeling de entrada. Entramos aos 45 do segundo tempo e viemos com o sentimento de dar tudo para representar o tênis do Brasil da melhor maneira e levar essa medalha para casa. Esse sentimento é mútuo de compartilhar esse momento especial.

“Acreditem, meninas. Acreditem muito e trabalhem duro. Li a entrevista de algum esportista, que falou: “Joguem pelo amor e não pelo resultado”. Escrevi isso no meu caderninho e é isso que eu falo para as meninas do Brasil. Se entreguem pelo esporte!”

Muito calor e equilíbrio em quadra
A temperatura não deu muita trégua durante o duelo. Os termômetros ficaram sempre na casa dos 32ºC, com uma sensação térmica de 37ºC.

O começo da partida foi complicado para as brasileiras. Além de assistirem às adversárias confirmarem sem problemas o primeiro game de serviço, acabaram quebradas logo na sequência. Sem perder pontos, as europeias facilmente chegaram a 3/0, com menos de nove minutos.

Uma ligeira reação veio no game seguinte, que durou dez minutos e viu Luisa e Laura lutarem muito para conseguirem confirmar o serviço e reduzirem a desvantagem para 3 a 1. A dupla nacional equilibrou ainda mais as ações e chegou a ter dois break points para voltar de vez para o jogo, mas não os confirmou. Depois de outros dez minutos de game, as russas chegaram a 4/1.

Luisa Stefani confirmou seu saque com solidez para deixar o marcador em 4/2. E o Brasil voltou para o jogo de vez no game seguinte, quando devolveu a quebra de saque (4/3 para as russas). Laura segurou bem a bronca e qualquer ameaça das adversárias para igualar tudo: 4/4.

Vesnina e Kudermetova mantiveram-se à frente do placar (5/4) e jogaram a pressão para o lado das brasileiras. A tática deu certo. Mesmo jogando melhor, Luisa e Laura sofreram a quebra e sucumbiram no primeiro set por 6/4, em 56 minutos.

Mas não havia nada perdido. As duas obtiveram uma quebra de saque logo na abertura do segundo set para abrir 1/0 e sofreram ataque das rivais, mas conseguiram sobreviver e abrir 2/0.

O placar evoluiu sem quebras até o 4/3, quando Luisa e Laura se viram diante de um 0/30, mas não se abalaram e viraram o game. As brasileiras chegaram a ter um set point no saque das oponentes, mas não fecharam.

No 5/4, a chance não passou novamente. Laura segurou bem o saque e a dupla verde-e-amarela fechou a segunda parcial em 6/4, após 52 minutos.

Sangue frio e virada emocionante
A definição ficou para o super tie-break. As russas largaram na frente (1/0), mas logo o Brasil empatou (1/1). Uma dupla falta de Laura recolocou as europeias na dianteira (2/1). E em seguida elas ampliaram o marcador para 3/1, com um voleio de Kudermetova, e chegaram a 4/1.

A situação se complicou de vez quando Vesnina e Kudermetova fizeram 5/1. Um bom voleio de Luisa reduziu o déficit para 5/2. Na sequência, Laura errou uma devolução simples (6/2) e Kudermetova deu uma passada linda para fazer (7/2).

As brasileiras marcaram três pontos seguidos e voltaram a encostar (7/5). Mas um ace de Vesnina e um voleio errado de Luisa deram quatro match points para as russas. Em uma reação incrível, a dupla nacional buscou uma reação e empatou tudo em 9 a 9. Em um ponto com defesas fantásticas, viraram para 10 a 9 e tiveram o match point. Que não desperdiçaram para entrar para a história.

Fonte: https://ge.globo.com/olimpiadas

Comentários
Continue lendo

Mais Lidas