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Policial

Grupo é suspeito de usar caixões com supostas vítimas da Covid para tráfico de drogas

Corporação cumpriu mandados em cidades de Goiás, MT, MS e DF. Investigação começou em Jataí, quando policiais encontraram 287 kg de maconha escondidas em caixões.

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Fotos: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (10), operação contra grupo suspeito de traficar drogas usando como fachada caixões que supostamente levariam pessoas que morreram em decorrência da Covid-19. Há alvos nas cidades de Porangatu, Rio Verde, Ponta Porã (MS), Campo Verde (MT) e Brasília.

Segundo a PF, mais de 40 policiais federais trabalham na Operação Caixão para cumprir dez mandados de busca e apreensão e quatro de prisão – expedidos pela Justiça de Jataí, no sudoeste goiano.

Investigação
Ainda de acordo com a PF, o grupo começou a ser investigado em junho deste ano, quando uma pessoa foi presa com 287 kg de maconha sendo levados dentro de dois caixões funerários (assista abaixo). De acordo com os policiais, eles estariam supostamente carregando pessoas que morreram em decorrência da Covid-19. A abordagem foi feita em Jataí.

O trajeto feito à época era entre Ponta Porã e Goiânia. A corporação apurou que detentos presos em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, estariam encomendando essas substâncias.

Por meio de nota, a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou que “aguarda o encaminhamento oficial dos dados para as providências internas e necessárias de segurança administrativa”.

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Policial

Em Londrina, homem é preso suspeito de oferecer vagas de empregos inexistentes

Suspeito utilizava os dados para abrir contas digitais e ficar com os cartões de crédito em nomes das vítimas. A prisão foi realizada nesta quarta-feira (6).

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Fotos: Reprodução

Um homem foi preso suspeito de oferecer empregos que nunca existiram para roubar dados das vítimas em Londrina, no norte do Paraná, nesta quarta-feira (6).

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito alugava uma sala em um espaço coworking e no local atraia vítimas com a promessa de que elas saíram do local com empregadas e com a carteira de trabalho assinada.

Para isso, os interessados deveriam entregar documentos pessoais e precisavam habilitar uma conta bancária virtual, por onde receberiam o suposto salário.

O delegado Edgar Soriani, responsável pelas investigações, conta que ao cadastrar os documentos e abrir as contas, o suspeito inseria outro endereço, que não o indicado pelas vítimas. Dessa forma, os cartões de crédito enviados pelas instituições bancárias eram entregues para o golpista.

“Com esses cartões em mãos, ele fazia compras, realizava gastos no nomes das pessoas que o procuraram. As vítimas, todas desempregadas, tiveram os nomes sujos e contraíram dívidas após a ação deste criminoso”, explicou.

O homem foi flagrado por investigadores tentando aplicar o golpe em uma vítima na manhã desta quarta-feira. Os policiais foram ao espaço coworking, onde ele alugava uma sala, e ficaram de campana. O suspeito foi preso quando ele tentava abrir uma conta.

“Assim que esse homem chegou ao espaço os investigadores o reconheceram, ele tinha passagens pela polícia por agiotagem, por extorsão. O flagrante ocorreu assim que uma vítima foi buscar uma carteira de trabalho que estava com esse homem”, detalhou o delegado Edgar Soriani.

Junto com o suspeito, a polícia encontrou diversos cartões bancários e máquinas de passar cartão.

“Esse indivíduo tem alto poder lesivo. Se a gente não o prende, muitas outras pessoas seriam enganadas e lesadas”, concluiu o delegado.

Soriani pede que pessoas que foram vítimas do golpe comparecem ao 1° Distrito Policial de Londrina para denunciar e fazer um Boletim de Ocorrência contra o suspeito.

O homem, que utilizava tornozeleira eletrônica porque tinha sido condenado por tráfico de drogas e agiotagem, agora deve ter o benefício suspenso e ainda responder pelo crime de estelionato.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Policial

Homem é preso pela PF no Acre por vender materiais arqueológicos na internet

Operação Elona foi deflagrada na manhã desta terça-feira (5). Garrafas são de outros países e teriam mais de 100 anos.

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Fotos: Asscom/PF-AC

Um homem, que se autointitula “caçador de relíquias”, foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (5) em Rio Branco por vender material arqueológico na internet. De acordo com a PF, o homem retirava os materiais arqueológicos sem autorização no Rio Acre e depois vendia de forma ilegal.

A OLX esclareceu que não recebeu evidências de que o caso tenha ocorrido na plataforma e reforça que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração dos fatos.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o material consiste em garrafas de Stoneware (feita de grés, um tipo de material cerâmico) do século XIX e garrafas de vidro provenientes da Holanda, Irlanda, Inglaterra e Portugal. Ainda de acordo com o órgão, são garrafas de diversos tamanhos e tipologia, “que chegaram na região na época da Revolução Acreana e, sobretudo, durante os Ciclos da Borracha, possuindo, portanto mais de 100 anos e, consequentemente, um grande valor histórico”.

O delegado da Polícia Federal Maurício Rocha disse à CBN Rio Branco que ainda não é possível precisar a quantidade de objetos históricos apreendidos, mas garantiu que um vasto material foi encontrado na casa do suspeito.

“Até agora não tem condições de individualizar, mas foram sete caixas contendo aproximadamente 50 garrafas em cada caixa, então é um vasto material a ser catalogado pelo Iphan. Agora, o Iphan vai individualizar e catalogar e aí gente vai ter uma noção precisa daquilo que esse cidadão tinha em posse para ser comercializado”, disse.

Rocha disse ainda que esse tipo de crime tem sido comum no Acre por ser uma região que possui muito material histórico de fácil acesso.

“A cultura brasileira não tem essa preocupação em preservar esses materiais arqueológicos, paleontológicos, materiais históricos em si. Então, por isso que não é muito comum [o crime], mas nessa região do Acre temos muitos sítios arqueológicos, uma vasta área a ser preservada, que possui esse material, então a incidência aqui é maior. O Acre tem precedentes de combate a esse tipo de delito”, afirmou.

O homem deve responder por crimes ambientais por alterar o local protegido por lei em razão de seu valor arqueológico e por estelionato porque vendia os materiais como se fossem dele.

A PF disse que as investigações continuarão para identificar possíveis outros envolvidos no esquema de comercialização ilegal de relíquias arqueológicas.

‘Elona’
A operação foi batizada de Elona em referência a um mosteiro na Grécia. Em meados do século XIX, ladrões invadiram o local e retiraram materiais arqueológicos e relíquias sagradas do mosteiro.

Veja a nota da OLX
“A OLX esclarece que não recebeu evidências de que o caso tenha ocorrido na plataforma e reforça que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração dos fatos. Segurança é uma prioridade para a OLX e a plataforma investe constantemente em tecnologia e serviços de orientação ao usuário, com indicação das melhores práticas de negociação. A plataforma esclarece ainda que disponibiliza um espaço democrático em que os usuários possam anunciar e comprar produtos e serviços de forma rápida e simples, sempre com respeito aos Termos e Condições de Uso. Caso o usuário perceba que nossas políticas estão sendo infringidas, contamos também com a sua denúncia para investigar anúncios irregulares e removê-los.”

Fonte: https://g1.globo.com/ac

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Bandidos invadem supermercado em BH, rendem funcionários e levam dinheiro dos caixas

Na hora do crime, Polícia Militar estava próxima e perseguiu os suspeitos.

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Foto: Circuito de segurança/Reprodução

Três bandidos invadiram um supermercado que fica no bairro Lindeia, na Região do Barreiro, em Belo Horizonte e renderam funcionários e clientes.

O crime ocorreu no início da noite desta quarta-feira (23). De acordo com a Policia Militar (PM), os criminosos ordenaram que os clientes fossem para os fundos e que os funcionários abrissem os caixas.

Os assaltantes estavam armados e ameaçaram as vítimas. Eles passaram recolhendo dinheiro.

Enquanto cometiam o crime, os clientes ligaram para a polícia. Por causa das operações natalinas, uma viatura patrulhava a rua do supermercado, que é bem movimentada. Assim que os bandidos perceberam a presença da polícia, fugiram em um carro, que dava cobertura.

Segundo a PM, durante a fuga, os criminosos foram trocando de roupa. A perseguição terminou em uma rua que é bloqueada, no bairro Durval de Barros, também na Região do Barreiro.

Os homens abandonaram o carro, que também havia sido roubado, e pularam em casas vizinhas. Um dos suspeitos foi preso com uma arma. A PM recuperou parte do dinheiro roubado.

Durante à noite, as buscas pelos suspeitos continuaram. O helicóptero da PM foi usado na operação

Esse é o segundo assalto a supermercado, em menos de 24h, registrado da PM, em que os bandidos usam armas para ameaçar os atendentes. Na noite dessa terça-feira (22), um operador de caixa foi assassinado enquanto trabalhava. A vítima não tinha reagido à abordagem.

Fonte: https://g1.globo.com/mg

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