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Esportes

Gasly vence corrida maluca em Monza com acidente de Leclerc e punição a Hamilton

Inglês liderava quando safety car para retirada do carro de Magnussen mudou prova; hexacampeão parou no box na hora errada, levou penalidade, e francês aproveitou.

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Fotos: Divulgação/AlphaTauri, Getty Images e Reprodução/FOM

O francês Pierre Gasly aproveitou uma corrida repleta de incidentes e confusões para vencer neste domingo o GP da Itália de Fórmula 1, em Monza. É a primeira vitória de um francês desde que Olivier Panis ganhou em Mônaco, em 1996, e o primeiro triunfo da equipe AlphaTauri na categoria. Curiosamente, quando o time se chamava STR, a única vitória veio justamente em Monza, em 2008, com Sebastian Vettel. Nas voltas finais, Gasly resistiu a um ataque feroz de Carlos Sainz Jr. (McLaren), que terminou em segundo. Lance Stroll deu à Racing Point o primeiro pódio, em terceiro.

Gasly foi beneficiado por já ter feito o pit stop quando houve um safety car para a retirada do carro de Kevin Magnussen, o que lhe permitiu ganhar posições, e por uma punição a Lewis Hamilton, que liderava a corrida com tranquilidade mas entrou nos boxes antes da abertura para pit stop, o que é irregular. Depois, a corrida teve um fortíssimo acidente de Charles Leclerc, o que causou uma bandeira vermelha. Na relargada, Gasly herdou a ponta quando o inglês parou nos boxes para pagar a pena. Hamilton ainda se recuperou e terminou em sétimo.

Lando Norris terminou em quarto lugar com a outra McLaren, enquanto o apagado Valtteri Bottas foi o quinto com a Mercedes. A Renault terminou em sexto com Daniel Ricciardo e em oitavo com Esteban Ocon. Também pontuaram Daniil Kvyat (AlphaTauri), em nono, e Sergio Pérez (Racing Point), em décimo.

Além da batida fortíssima de Leclerc, que não se machucou, a Ferrari ainda teve o abandono de Sebastian Vettel devido a problemas nos freios. Quem também abandonou a prova foi Max Verstappen, que vinha tendo corrida apagada pela RBR. Com isso, o holandês perdeu a vice-liderança do campeonato para Bottas. Agora, Hamilton soma 164 pontos, contra 117 de Bottas e 110 de Verstappen.

O campeonato segue no próximo fim de semana, com o Grande Prêmio da Toscana, no circuito italiano de Mugello, que pela primeira vez faz parte do calendário da F1.

Resultado da prova

Fonte: https://globoesporte.globo.com/motor

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Esportes

Com novidades, Tite convoca Seleção Brasileira para a estreia nas Eliminatórias da Copa

Brasil enfrenta a Bolívia, dia nove de outubro, na Neo Química Arena, em São Paulo; e o Peru, dia 13, em Lima.

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Foto: Reprodução/CBF TV

Saiu a lista com os jogadores convocados para a estreia da Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

A seleção enfrenta a Bolívia, dia nove de outubro, na Neo Química Arena, em São Paulo; e o Peru, quatro dias depois, em Lima.

O técnico Tite explicou que, por conta de todo o contexto que envolve a pandemia, as partes clínica e física, além da questão técnica, é claro, pesaram.

A novidade foi Gabriel Menino, que até outro dia era da base e agora está no profissional do Palmeiras, chamado para a lateral-direita.

Confira a lista completa:

GOLEIROS:
Alisson – Liverpool
Santos – Athletico-PR
Weverton – Palmeiras

LATERAIS:
Danilo – Juventus
Gabriel Menino – Palmeiras
Alex Telles – Porto
Renan Lodi – Atlético Madrid

ZAGUEIROS:
Thiago Silva – Chelsea
Marquinhos – Paris Saint Germain
Felipe – Atlético de Madrid
Rodrigo Caio – Flamengo

MEIO-CAMPO:
Casemiro – Real Madrid
Fabinho – Liverpool
Bruno Guimarães – Lyon
Douglas Luiz – Aston Villa
Philippe Coutinho – Barcelona
Everton Ribeiro – Flamengo

ATACANTES:
Gabriel Jesus – Manchester City
Rodrygo – Real Madrid
Neymar – Paris Saint Germain
Everton – Benfica
Roberto Firmino – Liverpool
Richarlison – Everton

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Esportes

Osaka protagoniza grande virada sobre Azarenka e conquista o bi do US Open

Japonesa reage após levar 6/1 no primeiro set e, mesmo com uma lesão na coxa, mostra alto nível técnico para repetir o feito de 2018 em Nova York.

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Fotos: Danielle Parhizkaran/Reuters e Al Bello/Getty Images

Num momento histórico para o movimento negro dos Estados Unidos, a tenista que mais levantou a bandeira da igualdade e respeito ao longo das últimas semanas deu ainda mais visibilidade à causa com resultado prático em quadra. Naomi Osaka, de apenas 22 anos, se tornou bicampeã do US Open neste sábado ao derrotar Victoria Azarenka, de virada, por 2 sets a 1, parciais de 1/6, 6/3 e 6/3, em 1h53, escrevendo mais um belo capítulo em sua recente história no esporte.

– Azarenka é uma inspiração para mim, sempre a assisti jogar aqui e agora tive oportunidade de jogar uma final contra ela. Quero agradecer aos meus familiares que estão em casa, não estaria aqui se não fossem vocês (…) Eu quero as pessoas comecem a falar desses problemas (questões raciais) e por isso utilizei as máscaras ao longo das duas semanas – disse Osaka.

Com o resultado, Osaka repete o título no mesmo US Open, em 2018, e soma agora três Grand Slams, tendo vencido ainda o Australian Open em 2019. A japonesa também dá um salto de seis posições no ranking da WTA e volta a ocupar o 3º lugar do mundo, atrás apenas de Ashleigh Barty e Simona Halep.

Naomi Osaka deita na quadra do US Open, vazia, tentando entender todas suas três semanas. Paralisou o WTA de Cincinnati e mostrou que fala alto não só com a raquete na mão.

Victoria Azarenka, por sua vez, foi vice-campeã do US Open pela terceira vez na carreira. A bielorrussa tinha chegado às decisões de 2012 e 2013, tendo perdido ambas para Serena Williams. Curiosamente, a americana foi justamente a rival das semis, lhe garantido a vaga no jogo pelo título deste sábado. Vika sobe 14 posições no ranking da WTA e pula para o 14º lugar.

– Não são tempos fáceis no mundo, fico muito feliz pela oportunidade de conseguir na frente de tantas milhões de pessoas ao redor do mundo através da televisão. Estou muito ansiosa pela nossa jornada, foi muito trabalho, mas certamente essa campanha foi divertida, valeu a pena – declarou Azarenka em seu discurso de vice-campeã.

Osaka e Azaenka deveriam ter se enfrentado há duas semanas no WTA de Cincinnati, realizado este ano em Nova York, no mesmo complexo onde é disputado o US Open. Na ocasião, a japonesa sentiu uma lesão na coxa esquerda e acabou desistindo da final. Em todos seus jogos no Grand Slam, Osaka atuou com uma faixa de proteção na região e neste sábado não foi diferente, inclusive batendo algumas vezes no local, para se manter aquecida.

O jogo
O primeiro set foi um verdadeiro passeio de Azarenka. Com um primeiro saque afiadíssimo, acima dos 90% de aproveitamento, e com lindas jogadas, sobretudo aproveitando as paralelas, Vika deu um show para cima de Osaka para construir o resultado de 6/1 com duas quebras de vantagem. Osaka, por sua vez, errava muito, quase tudo com seu forehand. Ao todo, foram 13 erros não forçados da japonesa na parcial contra apenas três da bielorrussa.

O jogo, porém, virou totalmente no segundo set. Azarenka chegou a abrir 2/0, mas se tornou mais errática, mas com um enorme mérito para Osaka. A japonesa afiou seu saque, disparando cinco aces, e suas bolas de forehand passaram a entrar com muita angulação e força. Num cenário diferente da parcial anterior, disparou 16 winners e cometeu apenas cinco erros. A atuação passou a mexer com a confiança da bielorrussa, que por vezes arriscava demais sem sucesso. No fim, um 6/3 sem sustos para a japonesa, empatando a partida.

Mais conservadora no terceiro set, Azarenka viu uma Osaka já com confiança em alta ao longo da parcial. A japonesa, apesar da lesão na coxa esquerda, parecia fisicamente mais inteira na reta final e rapidamente construiu uma vantagem com quebra. Osaka ainda reagiu no quinto game, quando tinha 0/40 e conseguiu confirmar seu saque para abrir 4/1. A bielorrussa ainda tentou se manter no jogo, conseguiu devolver um break no sétimo game, mas Osaka novamente reagiu com quebra e finalizou a partida na sequência para levantar o troféu do US Open.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/tenis

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É bi! Bruno Soares faz grande jogo e conquista o US Open nas duplas

Ao lado do croata Mate Pavic, tenista mineiro vence o título do Grand Slam, repetindo o feito de 2016, e volta ao top 20 no ranking da ATP.

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Bruno Soares (esq) e Mate Pavic erguem o troféu do US Open de 2020 em Nova York (Foto: Al Bello/AFP)

Se Gustavo Kuerten, maior tenista da história do Brasil, construiu uma bela história com Roland Garros ao conquistar três títulos no Grand Slam, o mineiro Bruno Soares pode dizer que tem uma relação tão grande quanto essa com o US Open. Nesta quinta-feira, o jogador de 38 anos levantou um troféu no torneio pela quarta vez, a segunda nas duplas masculinas. Ao lado do croata Mate Pavic, ele bateu Nikola Mektic e Wesley Koolhof por 2 sets a 0, parciais de 7/5 e 6/3, em 1h30, para ficar com o título da competição.

Curiosamente, o título de Bruno Soares foi conquistado neste dia 10 de setembro, data de aniversário de Gustavo Kuerten, que completou 44 anos nesta quinta-feira.

Além dos títulos de 2016, com Jamie Murray, e 2020 nas duplas masculinas, Bruno Soares também venceu o torneio outras duas vezes nas duplas mistas. Em 2012, com Ekaterina Makarova, em 2014, ao lado de Elena Vesnina. O tenista mineiro ainda venceu o Australian Open nas duplas masculinas e duplas mistas na mesma edição, em 2016.

Com o resultado, Bruno Soares conquista o segundo título ao lado de Mate Pavic – tinham vencido o Masters 1000 de Xangai, em 2019, e dá um salto de nove posições no ranking da ATP, ficando no 18º lugar. O croata Mate Pavic também sobe na classificação e passa a ocupar o 10º lugar. Os dois ainda vão dividir a premiação total de US$ 400 mil (cerca de R$ 2,1 milhões na cotação atual).

Foto: Getty Images

O jogo
Desde o início, Bruno Soares e Mate Pavic tiveram o domínio da partida. Com saques afiadíssimos, o mineiro e o croata deram poucas chances a Koolhof e Mektic nas devoluções. Por outro lado, logo no segundo game de jogo, eles incomodaram nas trocas de bola e mostraram que poderiam levar vantagem. Sem ter o saque ameaçado, eles forçaram bem no último game da parcial e conseguiram a quebra decisiva para fazerem 7/5.

Koolhof e Mektic começaram o segundo set mais ligados e incomodando nas devoluções. Porém, logo Pavic e Soares recuperaram as ações do jogo e, com muita consistência, mostraram que o título não escaparia. Uma nova quebra, no sexto game, foi providencial para garantir a vantagem. E, após um grande game de serviço do croata, Bruno finalizou num voleio, com devolução dos rivais na rede para comemorar o título do US Open.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/tenis

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