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Educação

Enem 2020 tem 5,8 milhões de inscritos confirmados; 96 mil farão prova digital

Número de inscritos confirmados no Enem 2020 volta a subir após 3 anos de quedas consecutivas.

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Fotos: André Melo Andrade/Myphoto Press/Estadão Conteúdo e Reprodução/Inep

Após 3 anos de quedas consecutivas, o número total de candidatos confirmados para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou a subir em 2020.

Nesta edição, 5.783.357 candidatos estão confirmados – o número é 13,5% maior do que a edição de 2019, que teve o menor número de candidatos em toda a história.

Os dados foram divulgados nesta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame.

O Enem de 2020 segue sem data definida. Com as aulas suspensas em todo o país, houve pressão para que a prova não ocorresse em novembro deste ano. O MEC propôs que os candidatos escolhessem, eles mesmos, uma nova data para as provas. No último sábado (20), o ministério abriu uma enquete com três opções de datas, duas delas com a prova em 2021. A enquete segue aberta até terça-feira (30).

Enem digital
Nesta edição, os estudantes puderam escolher se gostariam de fazer a prova tradicional impressa ou participar do projeto-piloto do Enem digital. A previsão é tornar o Enem totalmente digitalizado até 2026.

Das 101.100 pessoas inscritas nesta modalidade, 96.086 confirmaram a inscrição. O Enem digital em 2020 será aplicado para 1,66% do total de candidatos.

Perfil dos inscritos
A maioria dos inscritos no Enem 2020 impresso e digital é mulher (60%), tem entre 21 e 30 anos (28,8%), e está no Sudeste (34,2%).

Entre os candidatos, 82,91% é isento do pagamento da inscrição (4.794.730) e 17,09% pagou a taxa de R$ 85 (988.627).

Confira abaixo o perfil dos inscritos:

Fonte: https://g1.globo.com/educacao

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Educação

UEL retoma calendário de graduação com atividades remotas a partir de segunda-feira (29)

Aulas estavam suspensas desde março. Votação, desta quarta-feira (24), teve 31 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção.

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Fotos: José Fernando Ogura/AEN e Reprodução/RPC

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) aprovou a retomada do calendário acadêmico e o retorno das atividades de graduação, por meio de ensino remoto emergencial, a partir de segunda-feira (29).

A votação, desta quarta-feira (24), teve 31 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção. Participaram da reunião membros do CEPE, cerca de 250 professores, estudantes e servidores. Conforme a UEL, são mais 13 mil estudantes de graduação.

As aulas estavam suspensas desde 17 de março, por causa da evolução dos casos da Covid-19 na cidade.

O boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), desta quarta-feira, apontou que Londrina registrou 1.186 casos confirmados e 61 mortes.

Como vai funcionar?
De acordo com o texto aprovado, o retorno será em três fases.

Primeira etapa:
as atividades serão predominantemente não presenciais para todos os cursos e séries que tiverem condições de iniciarem as atividades.

Segunda etapa:
prevê uma retomada gradual e escalonada com atividades presenciais, associadas às não presenciais, sem data definida para ser iniciada.

Terceira etapa:
prevê o retorno ampliado das atividades presenciais.

Novo calendário acadêmico
Nesta quarta-feira, os conselheiros também aprovaram o novo calendário acadêmico da graduação. O ano letivo terá 276 dias e não 200, conforme estão previstos nos calendários regulares.

Conforme a UEL, o objetivo é dar um prazo maior para que colegiados, departamentos e centros possam se adequar ao trabalho remoto, possibilitando acesso para 100% dos estudantes.
Primeiro semestre letivo:
terá início a partir do dia 29 de junho e terminará em 18 de dezembro.

Segundo semestre letivo:
será retomado em 18 de janeiro de 2021 e será concluído em 25 de junho do próximo ano.

Segundo a universidade, foram realizadas mais de 14 reuniões e encontros entre membros da Câmara de Graduação para debater alternativas que pudessem viabilizar que as atividades sejam retomadas e alcancem todos os estudantes.

Além disso, a UEL afirmou que foi feito um contato com o Núcleo Regional de Ensino, que mantém um protocolo de acesso às terras indígenas, um canal para se aproximar deste público. A UEL tem 34 estudantes indígenas matriculados em cursos de graduação.

Conforme a resolução, os estudantes com mais de 60 anos, com deficiência, que apresentem comorbidades, gestantes ou outros grupos pertencentes aos de maior vulnerabilidade ao coronavírus, estão dispensados das atividades acadêmicas presenciais e devem solicitar amparo, diretamente no Portal do Estudante.

De acordo com a UEL, a última série ou semestre de cada curso terá preferência para retomada das atividades acadêmicas não presenciais. Os cursos que finalizarem todos os componentes curriculares, inclusive o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), poderão colar grau.

O estágio curricular obrigatório e as atividades práticas e de laboratório serão regulados conforme as propostas para o período de pandemia.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Educação

Dados revelam que fazer faculdade é investir em emprego

Formação superior reduz em mais de 50% o risco de ficar desempregado em relação ao ensino médio e fundamental

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Fotos: Reprodução

Durante a pandemia muitas coisas mudaram e outras serão modificadas quando terminar o isolamento social, especialmente no mercado de trabalho. Condições motivadoras foram reveladas por pesquisa sobre ensino superior e empregabilidade em tempos de pandemia, aponta o Instituto Semesp.

Após levantamento, cruzamento e análises de dados, a constatação, que é também reafirmação, mostra que fazer curso superior representa investimento na busca e manutenção de emprego.

Dentre vários dados relevantes, está o de que, “quem possui formação superior tem 54% menos de chance de ficar desempregado, em relação aos que possuem ensino médio ou fundamental completo”.

Com formação superior, as oportunidades de trabalho são maiores e melhores
Garantia de futuro: a pesquisa deixa muito claro que este é um momento de investir e que estudar é garantir o futuro promissor, com espaço no mercado de trabalho. Também evidencia a estreita relação entre emprego e empregabilidade, sendo que, quanto maior o nível de escolaridade, menor a chance do trabalhador em ser afetado em período de crise no mercado de trabalho. Entre a população economicamente ativa, a taxa de desocupação é bem menor para quem tem o ensino superior completo.

Em 2019, os impactos da taxa de desocupação apresentaram uma espécie de empate técnico ao ficar em 13,5% para o trabalhador com ensino fundamental completo e 13,3% para que tem o ensino médio. Para quem tem o ensino superior ficou em 6,1%; percentual 54% menor em relação aos que pararam de estudar após o ensino básico, fundamental ou médio.

Então, a chance de desemprego é 2,20 vezes maior para quem fez o fundamental e 2,27 vezes maior ao médio, em relação ao superior.

É uma situação que afeta muito o jovem que até os 24 anos sofre com o maior impacto na redução da oferta de vagas, mesmo incluindo iniciativas como a do Jovem Aprendiz. Nos últimos quatro meses de 2019, a taxa geral de redução de emprego foi de 11%, enquanto para os jovens ficou em 23,8% até 24 anos. Na faixa etária após os 24 e até os 30 anos, para quem tinha o fundamental, a redução foi de 15,4%, o médio 13,8% e o superior 9,8%.

Principal alternativa
A principal conclusão apresentada pela pesquisa assegura que por mais que as empresas sejam obrigadas a reduzir custos e cortar vagas de empregos, elas precisam contar com profissionais qualificados como estratégia para enfrentar a crise. Daí, a constatação, em tom de reafirmação, de que investir em educação superior é a principal alternativa para se manter competitivo nesse cenário de crise econômica durante a pandemia e que persistirá quando ela passar.

Se em tempos de economias estáveis a disputa por profissionais qualificados eleva a remuneração, em tempos de crise a formação em nível superior, no mínimo, reduz os riscos de desemprego.

Importância da qualificação
Na graduação presencial, seja pensando em diferentes cenários, como os da educação a distância ou os cursos técnicos, buscar o crescimento pessoal e profissional faz toda a diferença.

Conheça a Faculdade Cristo Rei
Uma faculdade referência no Norte do Paraná, com diversas opções de cursos de graduação e pós-graduação. Com quase 20 anos de história, começou suas atividades em 2001 e possui uma das maiores estruturas acadêmicas do Estado do Paraná.

Atualmente, a FACCREI conta com os seguintes cursos superiores em pleno funcionamento:
.Bacharelado em Administração
.Bacharelado em Ciências Contábeis
.Bacharelado em Direito
.Bacharelado em Educação Física
.Bacharelado em Enfermagem
.Bacharelado em Engenharia Civil
.Licenciatura em Pedagogia

A grande novidade deste semestre, AGRONOMIA, com matrículas abertas. Acesse nosso site.

Fonte: https://cornelionoticias.com.br

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Educação

Após suspender provas, UEM decide fazer edição única do vestibular em fevereiro de 2021

‘Vestibular 2020’ terá a soma das vagas das edições de inverno e verão.

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Foto: UEM/Divulgação

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, decidiu cancelar a edição de inverno do vestibular e fazer uma única seleção em fevereiro de 2021. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (28).

A instituição já havia anunciado, em março, a suspensão do Vestibular de Inverno 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus. A universidade também está com aulas suspensas.

Segundo a UEM, o Vestibular 2020 deve acontecer nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2021. A seleção irá oferecer 2.989 vagas, que antes seriam divididas entre as edições de inverno e verão do vestibular.

A universidade afirmou que ainda vai divulgar a data para abertura das inscrições do vestibular.

Ainda de acordo com a UEM, as provas do Processo de Avaliação Seriada (PAS), voltado para estudantes do ensino médio, e o Vestibular EAD estão agendadas para o dia 28 de fevereiro.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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