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Policial

Eike Batista é condenado a 11 anos de prisão e a pagar R$ 871 milhões de multa

Justiça Federal do Rio considerou o empresário culpado por manipulação de mercado e uso de informação privilegiada. Eike Batista, que tem outras três condenações e penas somadas pode recorrer.

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Foto: Vinícius Loures/Câmara dos Deputados e Reprodução

A 3ª Vara Federal Criminal do Rio condenou Eike Batista a 11 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de manipulação do mercado de capitais e uso de informação privilegiada. O empresário também terá que pagar R$ 871 milhões de multa, segundo a decisão.

Eike pode recorrer da decisão. A GloboNews entrou em contato com a defesa de Eike e aguarda resposta.

Na sentença, a juíza Rosália Monteiro Figueira, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio, escreveu que Eike “demonstrou fascínio incontrolável por riquezas, ambição sem limites que o levou a operar no mercado de capitais de maneira delituosa, com extremo grau de reprovabilidade” com o objetivo de obter “lucro fácil ainda que em prejuízo da coletividade, ‘acreditando’ em seu poder econômico e na impunidade que grande mal tem causado à sociedade brasileira”.

A denúncia do Ministério Público Federal diz que Eike utilizou de informações relevantes, ainda não divulgadas ao mercado, obtendo lucros indevidos com a venda de ações da sua petroleira OGX em período em que os investidores tinham expectativas positivas em relação à empresa, baseadas em informações otimistas (divulgadas por ele próprio), mas que depois se revelaram enganosas.

O MPF afirma ainda que Eike divulgou um acordo conhecido como “put option”, segundo o qual o empresário se comprometia a aportar cerca de 1 bilhão de dólares na OGX, omitindo, intencionalmente, circunstância que lhe permitia se desobrigar desse investimento. De fato, o aporte nunca ocorreu. Com isso, ele teria induzido os demais investidores em erro quanto à precificação das ações da OGX, obtendo vantagem ilícita.

Os crimes teriam sido cometidos em 2013. A denúncia do MPF foi ajuizada em 2014.

A juíza Rosália Monteiro Figueira registrou na sentença que a demora no julgamento do caso se deu por causa da suspeição, decretada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), do juiz Flávio Roberto de Souza, que foi o primeiro responsável pela ação penal.

Em 2015, Flávio Roberto foi flagrado dirigindo o Porsche de Eike Batista, que tinha sido apreendido por ordem do magistrado.

Terceira condenação
Esta á a terceira condenação de Eike Batista pela 3ª Vara Federal Criminal por crimes contra o mercado de capitais. Somadas, as penas chegam a 28 anos de prisão.

Além disso, Eike já foi condenado a mais 30 anos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, no processo da Operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato.

Em novembro do ano passado, a a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, homologou o acordo de delação premiada de Eike Batista, celebrado com a Procuradoria Geral da República. O empresário se comprometeu a pagar uma multa de R$ 800 milhões.

O acordo foi enviado ao STF porque o empresário envolveu autoridades com direito a foro no tribunal nos depoimentos aos investigadores.

Prisões
O empresário, que chegou a ser um dos homens mais ricos do Brasil, recorre em liberdade, mas já chegou a ser preso duas vezes em operações Lava Jato.

Na mais recente, em 2019, ficou dois dias detido até ser beneficiado por um habeas corpus.

Fonte: https://g1.globo.com/rj

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Polícia Federal incinera cerca de 6,5 toneladas de drogas no RJ

Apenas em operações no último trimestre, a PF apreendeu mais de 4 toneladas de cocaína.

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A Polícia Federal no Rio de Janeiro realizou nesta quinta-feira (25) a incineração de aproximadamente 6,5 toneladas de drogas apreendidas.

Apenas no último trimestre, as ações da corporação resultaram na apreensão de mais de 4 toneladas de cocaína.

Fonte: https://g1.globo.com/rj

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Homem é preso suspeito de usar sorveteria para vender drogas em Pontal do Paraná

Prisão foi feita no Balneário Ipanema; No local foram apreendidas 156 pedras de crack e R$ 1,3 mil.

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem de 37 anos foi preso, na quinta-feira (18), suspeito de usar uma sorveteria para vender drogas no Balneário Ipanema, em Pontal do Paraná, no litoral do Paraná. Segundo a Polícia Civil, no local foram localizadas 156 pedras de crack e R$ 1,3 mil.

Ele é o dono do estabelecimento, ainda conforme os policiais.

A prisão faz parte de uma ação contra o tráfico de drogas no litoral, ainda conforme a Polícia Civil. Outros três mandados de busca e apreensão, sendo dois no Balneário Canoas, também em Pontal do Paraná, e outro no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, também foram cumpridos.

Ainda na capital, os policiais prenderam outro homem, de 37 anos, com mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/

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Motociclista morre em batida com caminhão na BR-369, em Cambé

Batida aconteceu quando caminhão tentava fazer um retorno na rodovia, e moto bateu na lateral do veículo.

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Foto: Camila Simili/RPC Londrina

Um motociclista morreu na manhã desta sexta-feira (19) na BR-369, em Cambé, no norte do Paraná. Ele bateu na lateral de um caminhão que fazia um retorno na rodovia, segundo o Corpo de Bombeiros.

A batida aconteceu por volta das 5h40. O caminhão fazia a manobra para acessar um centro de distribuição quando foi atingido pelo motociclista.

A vítima morreu no local da batida, antes da chegada dos socorristas.

O caminhoneiro fez o teste do bafômetro, que não apontou ingestão de álcool.

Uma equipe da Polícia Científica foi até o local para realizar uma perícia. Por causa disso, o local foi bloqueado e o trânsito foi desviado por um contorno.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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