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Cinema e TV

Diana Rigg, atriz de ‘Game of Thrones’, morre aos 82 anos

De acordo com sua filha, Rachael Stirling, Digg morreu após lutar contra um câncer diagnosticado em março. Atriz venceu prêmios Emmy e Tony.

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Fotos: HBO via AP e Joel Saget/AFP/Arquivo

A atriz Diana Rigg, vencedora de prêmios Emmy e Tony, morreu aos 82 anos nesta quinta (10) em sua casa na Inglaterra.

De acordo com a filha, Rachael Stirling, Digg lutava contra um câncer diagnosticado em março. “Minha querida mãe morreu em paz enquanto dormia nesta manhã, em casa, cercada por sua família”, disse em nota.

“Ela passou seus últimos meses refletindo com alegria sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão. Eu vou sentir falta dela além das palavras.”

CARREIRA
A atriz nasceu em 20 de julho de 1938 em Yorkshire, na Inglaterra. Começou a carreira nos palcos em 1957 com a peça “O círculo de giz caucasiano”, de Bertolt Brecht. Em 1994, recebeu o título de Dama por sua contribuição ao teatro e às artes.

Com mais de 60 anos de carreira, a atriz acumula mais de 70 papéis em séries e filmes. Participou de grandes sucessos da TV, recentes e antigos: foi a Lady Olenna Tyrell na série britânica de sucesso “Game of Thrones” e a agente Emma Peel na série “Os Vingadores” (1965-1968).

Seus dois últimos trabalhos estão em pós-produção e devem estrear em 2021: o filme “Last night in Soho” e a minissérie “Black Narcissus”.

Em 1997, venceu o Emmy na categoria de melhor atriz coadjuvante pelo papel de Mrs. Danvers na minissérie “Rebecca”.

Ao lado da filha e também atriz, participou de um episódio de “Doctor Who” em 2013, chamado “The Crimson Horror”.

Diana Rigg foi Tracy Draco em ‘007 a serviço secreto de sua majestade’ (1969) — Foto: Divulgação/MGM

A atriz também se destacou no cinema, entre os papéis mais populares está o de Tracy, a sra. James Bond, no filme “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969).

Por sua atuação no longa “The hospital”, de 1971, recebeu uma indicação a melhor atriz no Globo de Ouro do ano seguinte.

Rigg também estrelou peças na Broadway: “Abelard and Heloise” (1971); “The Misanthrope” (1975) e “Medea” (1994), pela qual venceu o Tony de melhor atriz.

No teatro, protagonizou “Macbeth” ao lado de Anthony Hopkins no National Theatre, em Londres, em 1972.

Diana Rigg e o ator Anthony Hopkins na estreia de ‘Macbeth’ , em Londres. Setembro de 1972. Foto: Bob Dear/AP/Arquivo

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/

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Cinema e TV

Televisão completa hoje 70 anos no Brasil

Televisão surgiu em 1950, importando o que o rádio tinha de melhor. Nos anos 1970, ganhou transmissão em cores. E ao longo de 70 anos de história, lançou manias e paixões nacionais.

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A atriz-miriam Sonia Maria Dorce e o câmera Walter Tasca, na TV Tupi, em 1950 — Foto: Divulgação/Acervo Pró-TV

A televisão completa 70 anos no Brasil nesta sexta (18). Para celebrar o aniversário, o G1 preparou uma lista com algumas vezes que a TV inovou em estilo, tecnologia e programação: da primeira novela ao primeiro reality show, da primeira vez que a imagem chegou colorida na casa dos brasileiros.

Nasce a TV no Brasil
“Boa noite. Está no ar a televisão do Brasil!”

Garoto vestido como índio, o símbolo da TV Tupi e Lia de Aguiar e Dionisio Azevedo, em cena de ‘Sua vida me pertence’, primeira telenovela brasileira (1951) — Foto: Divulgação/Site do artista

Assim, uma logomarca com um pequeno índio anunciava a primeira transmissão brasileira, em 18 de setembro de 1950, pela TV Tupi.

O empresário e jornalista Assis Chateaubriand, fundador da Tupi, foi também o primeiro difusor dos aparelhos em um país que já tinha a tecnologia, mas carecia de famílias com recursos para comprá-los.

Montes de pessoas se aglomeravam em padarias e outros lugares de São Paulo para assistir ao primeiro programa ao vivo, “TV na Taba”, na noite daquele 18 de setembro. O programa reuniu artistas que vinham do cinema e do rádio, mas se tornariam grandes símbolos da televisão, como Lima Duarte, Hebe Camargo, Lolita Rodrigues e Mazzaropi, e foi comandado por Homero Silva.

Nos bastidores, a emoção tomou conta de todos, dos atores aos técnicos. A atriz Vida Alves (1928-2017) disse ao G1, em 2010, que o dia pode ser resumido na frase simpática do câmera Élio Tozzi: “se houvesse uma mosca ali, ela estaria em silêncio e emocionada”.

Mazzaropi foi o primeiro humorista a se apresentar na televisão brasileira — Foto: Reprodução/TV TEM

A TV brasileira já começou com muita variedade de programação porque importava os sucessos do rádio. O primeiro humorístico estreou em 20 de setembro de 1950: “Rancho Alegre”, que levava Mazzaroppi para a telinha. Paulista e descendente de italiano, Amácio Mazzaropi foi o grande nome do humor na TV na década de 1950 e só deixou seu programa para se dedicar ao cinema, em 1954.

Outras emissoras
A TV Tupi só ganhou concorrência dois anos depois, quando a TV Paulista estreou em 1952. A partir de então, o negócio deslanchou: em 1953, estreou a TV Record; em 1955, a TV Rio; Em 1959, a Excelsior; e em 1965, a TV Globo.

Notícias na TV

‘Imagens do dia’, primeiro telejornal brasileiro — Foto: Reprodução

No dia seguinte à inauguração da televisão, entrou no ar o primeiro telejornal brasileiro: “Imagens do dia”. Com uma logomarca e narrações como off para imagens, ele narrava os acontecimentos do dia.

Mas o gênero só ganhou o público e muitos pontos de audiência com a estreia do “Repórter Esso”, já famoso no Rádio. Ele foi ao ar na Tupi de 1952 até 1970, apresentado pelos fenômenos do rádio: Kalil Filho e Gontijo Teodoro. Sem tecnologia que permitisse integrar o sinal entre os estados, os jornais eram regionais e cada cidade tinha sua própria edição do “Repórter Esso”.

A hora e a vez das novelas

O ator Walter Forster e a atriz Vida Alves em cena de ‘Sua Vida me Pertence’, novela de 1951 — Foto: Divulgação

Famosas e amadas no rádio, as novelas não demoraram para chegar também à TV. Em 21 de dezembro de 1951, “Sua vida me pertence” inaugurou o gênero que se tornou o principal produto da televisão e paixão nacional.

A trama tinha só 15 capítulos e foi exibida ao vivo, já que ainda não havia recursos de gravação, o famoso videoteipe. Ela ia ao ar duas vezes por semana, às terças e quintas. Escrita, dirigida e protagonizada por Walter Forster, teve no elenco Vida Alves, Lima Duarte e Lia de Aguiar.

Os brasileiros só ganharam um novela diária em 1963, quando estreou “2-5499 ocupado” na TV Excelsior, adaptação de uma história argentina. Tarcísio Meira e Glória Menezes eram o casal apaixonado: ela era uma presidiária que, apenas pelo telefone, fazia o galã se apaixonar.

O elenco enxuto, formado por nove atores, e a história simples já foram suficientes para ganhar o Brasil: graças ao videoteipe, a novela foi gravada e enviada para todos os estados com afiliadas da Excelsior. E graças à novela, Tarcísio e Glória se tornaram o casal mais celebrado da televisão.

A atriz Vida Alves é detentora de duas marcas na história: deu o primeiro beijo da TV brasileira, na década de 50, e também o primeiro beijo gay, nos anos 60.

O primeiríssimo selinho foi exibido no último capítulo de “Sua vida me pertence”, em 8 de fevereiro de 1952. Quem se beijava na telinha eram Forster e Alves, o mocinho e a mocinha da trama.

“Foi um beijo marcadinho, sem ensaio e profundamente técnico. Eu e Walter combinamos a postura, ele pediu autorização para a direção e, eu, para meu marido. Foi um verdadeiro escândalo para a época”, contou a atriz ao G1, em 2010.
O pudor era tão grande que o fotógrafo da Tupi não registrou o momento, porque achava que não seria publicado em lugar algum.

Vida também foi pioneira do beijo entre duas mulheres. No teleteatro “A calúnia”, a atriz beijou a personagem de Georgia Gomide, em 1964.

“Era a história de uma menina malvadinha que, por uma nota baixa, inventa que duas jovens eram amantes. Isso fez com que os pais tirassem as filhas da escola. Foram saindo todos os alunos. A escola teve que ser fechada. As duas moças, eu e a Geórgia Gomide, ficaram muito tristes, sentaram-se uma perto da outra. Deram as mãos e disseram que se amavam. Deram um beijo, também de uma forma mais romântica que erótica”, detalhou a atriz em outra entrevista ao G1, em 2014.

O fato repercutiu na sociedade, mas não chegou a gerar revolta. As pessoas diziam que a TV “estava ficando mais extravagante”, contou Alves, mas a vida seguiu.

Em 2014, grande parte do país comemorou mais uma virada de capítulo na dramaturgia: o primeiro beijo entre dois homens na Rede Globo, no horário nobre. No capítulo final de “Amor à vida”, Niko (Thiago Fragoso) beijou Félix (Mateus Solano) e houve quem comemorasse a cena em mesas de bar, como final de copa do mundo.

Os atores também vibraram. “Estou extasiado por saber que as pessoas estão tendo essa reação. Ainda estou meio anestesiado”, disse Fragoso, na época. “Eu acho que o Walcyr pegou todo mundo pelo amor. Acredito que a maioria se rendeu ao casal”, completou Solano.

Sitcom chega ao país
O Brasil ganhou sua primeira sitcom em 1953. Cassiano Gabus Mendes criou, roteirizou e dirigiu a história sobre as desventuras de um casal. “Alô, doçura!” teve outros nomes e outros protagonistas até virar sucesso com Eva Wilma e John Herbert.

Inspirada no seriado norte-americano “I Love Lucy”, a comédia romântica foi ao ar até 1964 e formou o primeiro casal de atores da TV: Wilma e Herbert, apelidados de “casal doçura”, se casaram e tiveram dois filhos juntos.

A televisão é das mulheres

‘O Mundo é das Mulheres’, da TV Paulista, em São Paulo. Da esquerda para a direita: Wilma Bentivegna, Branca Ribeiro, Carlos Lacerda, Hebe Camargo, e de costas, Vida Alves, em foto de março de 1964 — Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo

Nos primeiros cinco anos, a TV ainda era dominada pelos homens. Coube a Hebe Camargo a função de deixar as coisas mais equilibradas. Foi ela quem comandou, ao lado de Vida Alves e Wilma Bentivegna, a primeira atração voltada especialmente para o público feminino, o programa “O mundo é das mulheres”, na TV Paulista.

Na atração, as apresentadoras entrevistavam personalidades em evidência, de políticos a artistas, e eram livres para falar sobre o que quisessem.

Foi o programa que consagrou Hebe como apresentadora. Presente na TV desde seus primeiros dias, ela fazia participações musicais em várias atrações. Foi só em 1966 que ela ganhou um programa próprio, aos domingos, na TV Record e se tornou líder de audiência.

É TETRA!

Copa de 70 foi primeiro evento transmitido ao vivo na televisão — Foto: Reprodução/Memória Globo

Quando Galvão Bueno narrou emocionadamente a final da Copa de 1994 ao lado de Pelé, a televisão já fazia transmissões de jogos de futebol há quase 40 anos. Os relatos sobre a primeira transmissão de futebol divergem entre 1954 e 1955, mas desde que passou a ser televisionado, ele acompanhou importantes avanços tecnológicos.

O maior marco foi com a Copa de 70, quando os espectadores puderam assistir a jogos ao vivo pela primeira vez. Na tela da Globo, ela marcou gols de audiência: o jogo entre Brasil e Inglaterra de 7 de junho teve índices mais altos do que a transmissão da chegada do homem à Lua, no ano anterior. Para assistir ao mundial, as pessoas correram para as lojas atrás de televisores.

Nasce a TV Globo
“Testando… testando… testando… No ar a ZYD-81, TV Globo, canal 4, Rio de Janeiro”.
Assim tinha início a TV Globo, no Rio de Janeiro, em 26 de abril de 1965. Localizada no Jardim Botânico, foi a primeira a construir um prédio próprio para uma emissora. A nova TV já estreou com uma grade diversificada: jornalismo, entretenimento, programas infantis, mesa redonda de futebol, programas de música e foco em novela. No mês seguinte, Roberto Marinho comprou a TV Paulista, que passou a se chamar TV Globo São Paulo.

A partir de então, a emissora não parou de crescer em audiência e relevância e aumentar sua presença pelo Brasil: Minas Gerais, Brasília e Pernambuco, além de um número crescente de afiliadas. Ela também liderou mudanças na televisão, como a primeira transmissão em rede nacional e as primeiras transmissões em cores.

Boa noite

Cid Moreira e Hilton Gomes — Foto: Memória Globo

“O Jornal Nacional da Rede Globo, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagem e som de todo o Brasil”.

Assim, a voz de Hilton Gomes apresentava, às 19h45 de 1º de setembro de 1969, a primeira edição do
“Jornal Nacional”. O âncora dividia a bancada com Cid Moreira, que eternizou o “Boa noite” do jornalismo.

Criado pelo então diretor de jornalismo da Globo, Armando Nogueira, o “Jornal Nacional” tinha a missão de competir com o Repórter Esso e transformar a Globo em líder de audiência. Naquela primeira edição, noticiou o afastamento de Costa e Silva por problemas de saúde, o alargamento da Praia de Copacabana e a morte do campeão mundial dos pesos pesados, Rocky Marciano.

O clima nos bastidores da noite de estreia era de nervosismo. “Eu cheguei para apresentar o ‘JN’, vi aquele nervosismo, todo mundo preocupado. Fiz meu trabalho normal, porque eu ainda tinha na cabeça a ideia de locutor de rádio. No dia seguinte, saiu na capa de ‘O Globo’. Tive a dimensão do significado”, contou Cid Moreira ao Memória Globo.

Cid Moreira e Sérgio Chapelin no primeiro cenário do JN, que estreou em 1969 — Foto: Acervo TV Globo

O “JN” foi pioneiro em várias tecnologias que impactaram diretamente o conteúdo: foi o primeiro telejornal a ter alcance nacional, graças à rede de micro-ondas da Embratel e o primeiro com reportagens em cores.

E haja cor!
Foram necessários 20 anos até que a televisão finalmente pudesse ser transmitida ao vivo e a cores na casa dos brasileiros.

A virada para a década de 1970 marcou também os primeiros testes para transmitir imagens coloridas. A primeira tentativa bem-sucedida ocorreu em 19 de fevereiro de 1972, quando os espectadores assistiram a cobertura da Festa da Uva em Caxias do Sul. A escolha da uva não foi fruto do acaso: a festa era um evento importante no calendário turístico brasileiro e recebia os presidentes em sua abertura.

A corrida pela cor na televisão brasileira era resultado da modernização tecnológica, mas também da pressão dos militares no governo. Após passar no teste, a TV a cores foi inaugurada oficialmente em 31 de março daquele ano, com um pronunciamento do Ministro das Comunicações.

Cenas da novela, dos anos 1970: Paulo Gracindo e Lima Duarte nos mesmos papéis. — Foto: Divulgação

Mas o que mais fez sucesso a cores foi mesmo a primeira telenovela colorida a ir ao ar: “O bem-amado”, em 1973, pela Globo. A novidade gerou um rebuliço entre a equipe técnica, que ainda se adaptava aos novos equipamentos e à nova linguagem. Segundo dados do “Memória Globo”, algumas cenas precisaram ser repetidas muitas vezes porque as cores saturavam e as luzes estouravam.

Em pouquíssimo tempo, equipe e elenco aprenderam e deram a volta por cima: a novela foi premiada nacional e internacionalmente e se tornou a primeira a ser exportada. Estrelada por Paulo Gracindo, com texto de Dias Gomes e supervisão de Daniel Filho, tinha no elenco Lima Duarte, Emiliano Queiroz, Ida Gomes, Dirce Migliaccio e Milton Gonçalves.

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte

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Cinema e TV

Chadwick Boseman, astro de ‘Pantera Negra’, morre aos 42 anos

Ator lutava contra câncer de colo desde 2016 e morreu em sua casa, nos Estados Unidos.

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Foto: Chris Pizzello/Invision/AP

O ator Chadwick Boseman morreu aos 42 anos. Conhecido por interpretar o Pantera Negra no filme da Marvel, e por diversos outros papéis no cinema, ele enfrentava um câncer de colo desde 2016.

“É com imensurável pesar que confirmamos a morte de Chadwick Boseman. Chadwick foi diagnosticado com câncer de colo de estágio 3 em 2016, e lutou contra ele nestes últimos quatro anos conforme progrediu para estágio 4”, afirmou a família do ator em seu perfil no Twitter.

Chadwick Boseman em Pantera Negra – Foto: Divulgação

“Um verdadeiro lutador, Chadwick perserverou por tudo, e trouxe a vocês muitos dos filmes que tanto amam. De ‘Marshall: Igualdade e Justiça’ a ‘Destacamento Blood’, ‘Ma Rainey’s Black Bottom’ de August Wilson e muitos mais, todos foram gravados durante e entre incontáveis cirurgias e quimioterapia. Foi a honra de sua carreira trazer à vida o rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.”

De acordo com a nota, ele morreu em sua casa, acompanhado da mulher e da família.

Chadwick Boseman em ‘Crime sem Saída’ — Foto: Reprodução

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte

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Cinema e TV

Produtor musical Arnaldo Saccomani morre aos 71 anos

Conhecido por ser jurado de diversos programas de calouro, Arnaldo deixou SBT no início de 2020 após 14 anos na emissora.

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Foto: Reprodução Internet

Arnaldo Saccomani, produtor musical conhecido por ter sido jurado de programas como Ídolos e Qual É o Seu Talento, morreu na madrugada desta quinta-feira (27) aos 71 anos de idade, apenas três dias depois de seu aniversário. A informação foi confirmada para Quem pela filha de Arnaldo, Thais Saccomani.

Segundo o jornalista Felipeh Campos, Arnaldo estava em tratamento renal há dois meses, passando por hemodiálise. De acordo com amigos, ele morreu em sua casa em Indaiatuba, no interior de São Paulo.

Julia Saccomani, outra filha do produtor, falou com o jornalista e afirmou que o pai teve “uma passagem tranquila com todos os familiares em casa”.

O velório acontece no Parque do Memorial em Embu das Artes e terá apenas duas horas, das 10h às 12h desta quinta-feira por conta da pandemia do novo coronavírus.

Em seu Instagram, Thais compartilhou uma foto em seus Stories segurando a mão do pai com a frase “Estaremos sempre juntos”.

Em maio de 2019, ele foi internado na UTI de um hospital de São Paulo com uremia, uma doença rara acontece quando os rins não conseguem filtrar adequadamente os resíduos do sangue. Na ocasião, Julia Saccomani, sua filha, afirmou que ele estava bem e a internação havia sido apenas uma precaução para realizar uma hemodiálise.

Saccomani começou sua carreira de produtor musical nos anos 1960 e trabalhou em discos de nomes como Tim Maia, Rita Lee, Ronnie Von, Fábio Júnior, Mara Maravilha e das Chiquititas Brasil, além do cantor mexicano Luis Miguel.

Ao longo de sua trajetória, ajudou também a lançar grandes nomes da música nacional como o Dominó, Mamonas Assassinas e Tiririca.

Seu último trabalho como produtor foi no álbum Além do Tempo, de Larissa Manoela, no início de 2019.

Fonte: https://revistaquem.globo.com

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