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Economia

Deral prevê colheita de 24,3 milhões de toneladas de grãos na safra de verão de 2020/2021 no Paraná

Volume representaria queda de 2% em relação à safra no verão anterior, apesar da área plantada ter aumentado.

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Foto: Divulgação/Deral

O Paraná deve colher 24,3 milhões de toneladas de grãos na safra de verão de 2020/2021, de acordo com o relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

O volume, se confirmado ao final da safra, representaria uma queda de 2% na colheita em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a produção de grãos no estado bateu recorde.

Safras de verão de grãos no Paraná

A queda acontece apesar do aumento de 1% na área plantada. No verão de 2019/2020, a produção de grãos ocupou 6 milhões de hectares. Neste ano, a previsão é que a área seja de 6,09 milhões de hectares.

Estiagem
Apesar de várias regiões do estado terem atrasado o plantio de algumas culturas por causa da estiagem que atinge o Paraná, o relatório mensal mostra que os produtores praticamente terminaram o plantio da produção no final de novembro.

No começo de outubro, apenas 8% da área prevista tinha sido de fato plantada, quando na média história para aquele período do ano era um patamar entre 22% e 38%.

Mas de acordo com o boletim divulgado na sexta-feira (27), agora 97% de toda a área prevista para a produção já está plantada. O patamar é o mesmo dos anos anteriores, quando a média era de 98% das áreas ocupadas neste momento do ano.

Segundo o chefe do Deral, Salatiel Turra, ainda não é possível medir se o atraso no plantio vai afetar a safra.

“Ainda não é possível identificar os efeitos do atraso no plantio de algumas culturas devido ao clima seco, mas tanto a semeadura do milho quando a da soja estão praticamente encerradas”, afirmou.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Economia

ACE Ourinhos estranha rebaixamento para fase vermelha e começa a temer onda de demissões em massa

“O que foi feito de errado em nossa região para sermos a única do Estado a cair para a faixa vermelha?”, indaga o presidente da ACE, Robson Martuchi.

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Foto: Reprodução

No terceiro dia de lockdown decretado pelo prefeito Lucas Pocay em Ourinhos, referendado pelo governador João Dória que agora também rebaixou toda a região de Marília para a faixa vermelha, segue a polêmica que divide opiniões sobre a assertividade ou não das ações dos governantes. “Estamos pagando o preço do período eleitoral, quando se fez vistas grossas para aglomerações e com baixa fiscalização, somado ao final do ano, em que parecia que a Covid já tinha ido embora”, ponderou o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Ourinhos, Robson Martuchi.

Segundo ele, causou estranhamento somente a região de Marília ter sido rebaixada para a faixa vermelha do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena contra a Covid-19. “Vejo a população sendo acusada e o comércio sendo penitenciado com medidas duras, mas o que parece é que houve falta de planejamento, faltou fazer a lição de casa para não entrarmos com medidas agudas como essa do fechamento do comércio”, avaliou Martuchi.

O presidente da ACE fez questão de não envolver a entidade nas carreatas realizadas na cidade em protesto à decisão do prefeito de mandar fechar o comércio. “Precisamos ser práticos e objetivos, esse não é o caminho, embora respeite todas as manifestações populares, sobretudo dos empresários que estão desesperados com a situação”, disse. No entanto, em nome da ACE, Robson Martuchi está entrando com pedidos aos ministérios públicos federal e estadual reivindicando uma cadeira no comitê municipal gestor que está respaldando as decisões da prefeitura. “No mínimo precisamos ser ouvidos”, reivindicou o presidente da ACE.

Robson Martuchi revela que com a perspectiva do lockdown permanecer por mais tempo, tem recebido dezena de apelos dos empresários, os quais alertam para a necessidade de demissões caso a situação perdure por mais de 15 dias. “No ano passado o baque já foi duro demais com todos, mas tivemos o apoio do Governo Federal que criou alternativas para que parte das empresas se mantivesse ativa. Agora, com o fim da ajuda federal e das leis do ano passado, tememos o caos com a falta de emprego, renda e comida na mesa”, alertou.

Fonte: LikeUp marketing

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Economia

Movida compra gestora de frotas Vox, avaliada em R$ 89 milhões

Locadora de veículos diz que aquisição fortalece a companhia em nichos específicos de mercado.

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Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

A locadora de veículos Movida fechou um acordo para a compra da Vox, empresa paulista que faz gestão e terceirização de frotas. A transação foi anunciada na noite de domingo (17).

O valor a ser pago será o equivalente ao valor contábil da companhia, acrescido de um prêmio de 12,5%, ajustado para reduzir a dívida líquida e refletir ajustes de capital de giro. Tendo como base os números de outubro, o valor da Vox seria de R$ 89 milhões, conforme divulgado pela Movida.

O pagamento será feito em dinheiro, sendo 50% à vista e 50% no primeiro aniversário da transação.

Segundo a Movida, o movimento inorgânico está alinhado à estratégia de gerar valor, combinando preços compatíveis, crescimento e rentabilidade. “A aquisição fortalece a companhia em nichos específicos de mercado”, destaca a administração em comunicado.

A Vox atua em todas as etapas do processo de gestão de frota, com aquisição, gestão e renovação dos ativos. A frota da empresa é composta por vários tipos de veículos leves — desde veículos de luxo, sendo grande parte blindada, a veículos leves de carga e de passeio. Atualmente, a companhia é dona de 1,8 mil carros com idade média de 1,2 ano.

Em 2019, a receita da Vox somou R$ 47 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 9 milhões e o índice de alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) foi de 1,9 vez.

Os números não auditados de 2020 mostram receita de R$ 53 milhões, Ebitda de R$ 22 milhões, lucro líquido de R$ 9 milhões e índice de alavancagem em 2,3 vezes, conforme a Movida.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

BB anuncia programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades, sendo que 112 são agências do banco.

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Foto: Adriano Machado/Reuters

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (11) a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários.

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento – no primeiro semestre deste ano – veja mais informações abaixo.

As chamadas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários são as seguintes:

. Programa de Adequação de Quadros (PAQ), a fim de otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco. Além da opção de desligamento, o PAQ incentiva movimentações laterais para unidades onde existam vagas.

. Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), disponível a todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos e é específico para o incentivo ao desligamento, com limite de 5 mil adesões.
Os programas possuem regulamentos específicos que estabelecem as regras para adesão, que não foram especificados no fato relevante anunciado aos investidores.

O número final de adesões, assim como o impacto financeiro, serão informados ao mercado após o encerramento dos períodos de adesão, que ocorrerá até 5 de fevereiro, informa o banco.

Em ambos os programas, a adesão é voluntária e de caráter pessoal. Os incentivos variam de acordo com as condições estabelecidas por cada programa e pelas condições de cada funcionário.

Em julho de 2019, o Banco do Brasil anunciou um plano de desligamento incentivado para promover adequação nos quadros de funcionários, além de regularizar vagas e excessos em dependências e praças, otimizando a distribuição da força de trabalho nas unidades. Aderiram ao PDV 2.367 funcionários.

Em setembro de 2020, de acordo com último balanço de resultados, o Banco do Brasil tinha 92.106 funcionários, queda de 1,9% em relação a setembro de 2019 (93.872).

Caixa reabre PDV após baixa adesão
A Caixa Econômica Federal anunciou um PDV em novembro do ano passado para o número limite de 7,2 mil empregados – 2,3 mil funcionários manifestaram interesse e fizeram adesão à possibilidade de desligamento. Com a baixa adesão, o banco reabriu o programa em dezembro. De acordo com a Caixa, a média de confirmação de adesões aos PDVs varia entre 1,8 mil e 2 mil.

Fechamento de agências
O Banco do Brasil anunciou que a reorganização da rede de atendimento, incluindo o fechamento de unidades, deve trazer uma economia líquida anual estimada com despesas administrativas de R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025.

O objetivo do fechamento das unidades, segundo o banco, é trazer mais eficiência à rede de atendimento, propiciar recursos para abertura das unidades de atendimento especializado e melhorar a experiência do cliente.

O Banco do Brasil informa que manterá sua presença nos locais em que houve fechamento, seja com outras unidades próprias já existentes, em 221 municípios, ou com correspondentes bancários Mais BB nos demais.

As mudanças nas agências acontecem a partir de 22 de fevereiro, e os clientes dessas unidades serão informados por meio de SMS, aplicativo para celular, internet banking, terminais de autoatendimento, além de correspondências, e-mail marketing e cartazes nas agências.

A mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

O banco construiu um hotsite para esclarecer as medidas aos clientes. Em caso de dúvidas, poderão ser atendidos tanto via WhatsApp – (61) 4001-0001, assim como poderão entrar em contato com Central de Atendimento 0800 729 5291, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20h.

Além do fechamento das 361 unidades, o BB anunciou:

. Conversão de 243 agências em postos de atendimento e outros 8 postos de atendimento serão transformados em agências.

. Transformação de 145 unidades de negócios em Lojas BB, sem a oferta de guichês de caixa, com maior vocação para assessoria e relacionamento.

. Relocalização compartilhada de 85 unidades de negócios.

. Criação de 28 unidades de negócios, sendo 14 Agências Especializadas Agro e 14 Escritórios Leve Digital (unidades especializadas no atendimento a clientes com maturidade digital), com aproveitamento de espaços existentes, não envolvendo contratação ou locação de novos imóveis.

Segundo o Banco do Brasil, a reorganização da rede de atendimento tem o objetivo de adequar ao novo perfil e comportamento dos clientes e abrange outros movimentos de revisão e redimensionamento nas diretorias, áreas de apoio e rede, privilegiando a especialização do atendimento e a ampliação da oferta de soluções digitais.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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