Conecte-se Conosco

Cinema e TV

Deezer D, ator de ‘Plantão Médico’, morre aos 55 anos

Segundo o TMZ, Dearon Thompson foi encontrado morto em sua casa em Los Angeles. Família acredita que ele tenha sofrido uma parada cardíaca.

Publicado

em

Foto: Reprodução/Instagram

Deezer D, ator conhecido por seu trabalho como o enfermeiro Malik McGrath na série “Plantão Médico”, morreu aos 55 anos, segundo informações do site TMZ.

De acordo com a publicação, Dearon Thompson, nome de batismo de Deezer, foi encontrado inconsciente em sua casa, em Los Angeles, na manhã desta quinta-feira (8).

A causa da morte não foi anunciada, mas o irmão do ator contou ao TMZ que a família acredita que o Deezer tenha sofrido uma parada cardíaca. Em 2009, o ator passou por uma cirurgia no coração.

Deezer D participou de mais de 200 episódios de “Plantão Médico” entre 1994 e 2009, período em que a série foi ao ar.

Além disso, o ator também participou de filmes como “Romy e Michele”, “CB4 – Uma História Sem Rap End” e “Fear of a Black Hat”, entre outros projetos.

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/

Comentários

Cinema e TV

Larry King, lenda da televisão americana, morre aos 87 anos

Presidentes, celebridades e pessoas comuns foram entrevistados por King, que era sempre direto em suas perguntas; ele estava internado desde o início do mês por conta de complicações da Covid-19.

Publicado

em

Foto: Reprodução/Twitter/@kingsthings

O apresentador de TV dos Estados Unidos Larry King morreu, neste sábado (23), aos 87 anos. King comandava um tradicional programa de entrevistas na CNN americana há mais de duas décadas.

“É com profundo pesar que a Ora Media anuncia a morte de nosso co-fundador, apresentador e amigo Larry King, que morreu nesta manhã aos 87 anos no Centro Médico Cedros Sinai de Los Angeles”, diz um comunicado publicado em seu perfil oficial no Twitter.

O apresentador estava internado desde o início do mês por conta de complicações do coronavírus. Ele tinha diabetes do tipo 2, um dos fatores de risco para a Covid-19, e retirou um câncer de pulmão em 2017.

No ano passado, ele perdeu dois de seus filhos, Andy e Chaia, de forma repentina. Andy sofreu um ataque cardíaco no final de julho e, menos de três semanas depois, Chaia morreu por complicações de um câncer de pulmão que ela recém havia sido diagnosticada. King deixa três filhos.

Com mais de 60 anos de carreira, King começou sua trajetória profissional como locutor esportivo em uma rádio local no estado da Flórida em 1957.

Larry King em programa de rádio em 1º de maio de 1957 — Foto: Divulgação

“Larry sempre viu seus entrevistados como verdadeiras estrelas de seus programas, e ele mesmo como um canal imparcial entre o convidado e o público”, disse sua produtora, Ora Media, em um comunicado.

Dalai Lama, Elizabeth Taylor, Mikhail Gorbachev, Barack Obama, Bill Gates e Lady Gaga são alguns dos muitos que já se sentaram à famosa mesa do seu talk show.

“Se ele estava entrevistando um presidente dos EUA, líder estrangeiro, celebridade, personagem cheia de escândalos, ou um homem comum, Larry gostava de fazer perguntas curtas, diretas e descomplicadas.”

Foram mais de 50 mil entrevistas transmitidas, segundo uma estimativa feita pela agência de notícias Associated Press.

“As entrevistas de Larry em seus 25 anos de ‘Larry King Live’, ‘Larry King Now’ e ‘Politicking with Larry King’ são referência para os meios de comunicação de todo o mundo e fazem parte do registro histórico do final do século 20 e início do século 21”, disse a Ora Media.

Em 1995, ele foi o convidado para presidir uma conferência sobre a paz no Oriente Médio com a presença dos então líderes palestino e israelense Yasser Arafat e Yitzhak Rabin.

O ex-presidente Bill Clinton em entrevista com Larry King na CNN em Nova York em 3 de setembro de 2002 — Foto: Reuters

Pouco convencional, King dizia nunca se preparar para fazer uma entrevista. Se o convidado fosse um autor, que iria divulgar uma nova publicação, apenas perguntava: “sobre o que fala o livro?”. Ele, que evitava parecer intelectual demais, dizia ser apenas “um cara curioso que faz perguntas”.

Em um livro de memórias, King disse que “há muitos entrevistadores que recitam três minutos de fatos antes de fazer uma pergunta. Parece que querem dizer ‘vejam como sou inteligente’. Eu acho que é o convidado quem tem que ser o especialista”.

O apresentador, que não se identificava como jornalista, foi responsável pela cobertura – em tempo real – da perseguição policial ao carro do jogador de futebol americano O.J. Simpson, que era suspeito de ter matado sua ex-mulher Nicole Brown.

Por meses seu programa deu espaço para os advogados de defesa e acusação. Quando Simpson foi inocentado, a primeira entrevista que ele concedeu em liberdade foi a King por sua “cobertura limpa e imparcial”.

King não era muito dado para confrontos e raramente fazia perguntas difíceis ou técnicas para importantes figuras políticas, mas sempre que possível, ele dava pequenas alfinetadas para estimular seus convidados a dizerem coisas interessantes sobre si mesmos.

Para o ex-presidente Richard Nixon, ele perguntou uma vez: “Quando você dirige pela ponte Watergate, você se sente estranho?”. O republicano havia renunciado depois de denúncias de corrupção durante seu mandato que ficaram conhecidas como o Caso Watergate.

Larry King entrevista Dalai Lama — Foto: CNN

Filho de imigrantes – de mãe austríaca e pai bielorrusso –, King nasceu no Brooklyn em Nova York em 19 de novembro de 1933. Por muitos anos ele morou em Miami e Washington DC, até se fixar em Beverly Hills, na Costa Oeste dos EUA.

Casado oito vezes, sua vida pessoal também despertava o interesse popular, e não era raro King estampar as capas de revistas de fofocas. Viciado em jogos de azar, ele quebrou duas vezes e já foi preso por fraude fiscal.

Figura presente na cultura pop, em 2007 King emprestou sua voz para um personagem da animação Bee Movie – A História de uma Abelha, que levou para o cinema seus famoso bordões Great (ótimo), Terrific (tremendo), Gee whiz (poxa vida) em suas entrevistas.

No ano passado, King apresentou seu talk show “Larry King Now”, participou do programa de notícias “Extra”, do seriado “Maxxx” e de dois especiais de TV, além de ter produzido quatro episódios da série “In Case You Didn’t Know with Nick Nanton”.

Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte

Comentários
Continue lendo

Cinema e TV

Nicette Bruno morre no Rio, vítima de Covid-19

Atriz estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.

Publicado

em

Fotos: Nathalia Fernandes/TV Globo e Arquivo variedades/AE

A atriz Nicette Bruno morreu na manhã deste domingo (20), aos 87 anos. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.

De acordo com o boletim médico divulgado neste domingo (20), o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.

A informação da morte foi confirmada pela hospital por volta das 13h20. De acordo com a Casa de Saúde São José ela morreu por “complicações decorrentes da Covid-19”.

“A Casa de Saúde São José informa que a atriz Nicette Bruno, que estava internada no hospital desde 26 de novembro de 2020, faleceu hoje, às 11h40, devido a complicações decorrentes da Covid-19. O hospital se solidariza com a família neste momento”, diz a nota de divulgação do hospital.

A filha de Nicette Bruno, a também atriz Beth Goulart, fez uma corrente de oração nas redes sociais para a recuperação da mãe. Na última publicação, ela deixou um recado para os familiares de pacientes de coronavírus e agradeceu o trabalho dos profissionais de saúde.

“Minha mãe, minha vida, meu amor #teamomaezinha #deuscuidadaminhamãe”. “ORAÇÃO PARA NICETE” e para todos os doentes de Covid, fortalecimento para os familiares e para as equipes de saúde que estão trabalhando incansavelmente. Gratidão a todos”.

Nicette Bruno com a filha, a também atriz Beth Goulart. Foto: Reprodução/Instagram

Relembre trajetória
Nicette Xavier Miessa nasceu em Niterói (RJ), no dia 7 de janeiro de 1933. Começou a carreira ainda pequena, aos 4 anos, em um programa infantil na Rádio Guanabara.

Ela dizia que até por isso resolveu adotar o sobrenome da mãe, Eleonor Bruno Xavier, de família com tradição artística.

Com cerca de 9 anos de idade, a jovem tomou gosto pelo teatro ao ingressar no grupo da Associação Cristã de Moços (ACM).

Depois disso, passou pelo Teatro Universitário e pelo Teatro do Estudante, criado pelo ator Paschoal Carlos Magno.

Aos 14 anos, já era atriz profissional na Companhia Dulcina-Odilon, da atriz Dulcina de Morais, na qual estreou na peça “A filha de Iório”. Pela atuação como Ornela, recebeu prêmio como atriz revelação da Associação Brasileira de Críticas Teatrais.

A paixão pelo teatro também teve reflexo na vida pessoal. Aos 19 anos, conheceu Paulo Goulart, com quem compartilhou quase 60 anos de casamento, ao contracenar com o ator na peça “Senhorita Minha Mãe”, no Teatro de Alumínio, futuro Paço Municipal, em São Paulo.

Os dois se casaram dois anos depois, em 1954, e ficaram juntos até a morte de Paulo, em 2014. Juntos, tiveram três filhos que seguiram a carreira dos pais: Paulo Goulart Filho, Bárbara Bruno e Beth Goulart.

“Eu e Paulo tínhamos uma afinidade cênica muito grande. Tanto que nos conhecemos em cena, né?“, disse a atriz.

“Trabalhar juntos era muito bom, porque tínhamos a mesma seriedade, sabíamos separar a nossa relação. Quando estávamos em cena, éramos personagens, não a nossa individualidade.”

O casal também fundou em 1953 a companhia Teatro Íntimo de Nicette Bruno, que teve participação de nomes como Tônia Carrero e Walmor Chagas.

Nicette Bruno em Tenda dos Milagres — Foto: Bazilio Calazans

Pouco tempo antes, começou também sua carreira na televisão. Em 1950, com a estreia da TV Tupi, participou de recitais e de teleteatros.

“Tudo isso era a época de televisão ao vivo, não havia ainda o videoteipe. Nós fazíamos televisão como fazíamos teatro. Era um teatro televisionado”, afirmou Nicette. “Com o videoteipe, começou-se a se criar uma nova linguagem de atuação em televisão.”

Na emissora, atuou na primeira adaptação do “Sítio do Picapau Amarelo”, exibida entre 1952 e 1962. Anos depois, estrelaria uma segunda versão da obra de Monteiro Lobato, produzida pela Globo entre 2001 e 2004, como Dona Benta.

“O diretor Roberto Talma queria que a Dona Benta tivesse uma identificação com a criança de hoje, mas preservando a essência da personagem”, contou sobre a atuação.

“Achei muito interessante a ideia de ela se comunicar com o Pedrinho via internet, ao mesmo tempo dizendo ao neto: ‘Olha, tem tempo que você não me escreve uma carta ou um bilhete. Não devemos nos comunicar só por meio do computador. A emoção da escrita é muito grande, e eu quero sentir essa sensação’. Fiquei conhecida pelo público como Dona Benta.”

Nicette Bruno com a turma do Sítio do Picapau Amarelo — Foto: Renato Rocha Miranda

Após trabalho na TV Continental com Paulo Goulart, estreou em sua primeira novela com “Os fantoches”, em 1967, na TV Excelsior.

Voltou então à Tupi para grandes sucessos, como “Meu pé de laranja lima” (1970), “Éramos seis” (1977) e “Como salvar meu casamento” (1979) – inacabada, a novela foi a última da extinta emissora.

Nicette foi para a Globo em 1981 após convite do diretor e ator Fabio Sabag para fazer parte do elenco do seriado “Obrigado, doutor” como a freira Júlia, auxiliar do protagonista interpretado por Francisco Cuoco.

Na emissora, sua primeira novela foi “Sétimo Sentido” (1982), de Janete Clair. Na obra, deu vida a Sara Mendes, mãe da paranormal de Regina Duarte.

Depois, esteve em “Louco Amor” (1983), de Gilberto Braga, na qual interpretava a cozinheira Isolda.

“Era uma personagem interessantíssima, que guardava o segredo da novela. Foi um trabalho muito contido. Só no fim é que a personagem tinha uma grande cena, na qual se esclarecia o grande mistério da história”, disse sobre o trabalho.

Nicette Bruno em Rainha da Sucata — Foto: Nelson di Rago

Ao longo dos anos, integrou elencos de novelas como “Selva de Pedra” (1986), “Rainha da Sucata” (1990) e “Mulheres de areia” (1993).

Em 1997, interpretou sua primeira vilã em novelas da Globo, a malvada Úrsula, em “O amor está no ar”.

Depois de anos no novo “Sítio do Picapau Amarelo”, voltou a novelas em 2005 como a Ofélia de “Alma Gêmea”, de Walcyr Carrasco. Depois, esteve em outra obra do autor, “Sete pecados” (2007), como Juju, grande amor do personagem de Ary Fontoura.

Nos últimos anos, passou por novelas como “A vida da gente” (2011), “Salve Jorge” (2012), “Joia Rara” (2013), “I love Paraisópolis” (2015) e “Pega Pega” (2017).

Em 2020, foi homenageada na versão da Globo de “Éramos seis” ao interpretar madre Joana, uma freira que na reta final encontrava Lola (Gloria Pires), personagem que deu vida na original da TV Tupi.

Mesmo com o sucesso na televisão, a atriz nunca deixou o teatro, e integrou a maior parte dos principais grupos do país, recebeu prêmios e foi celebrada.

Fonte: https://g1.globo.com/rj/

Comentários
Continue lendo

Cinema e TV

Internado com Covid-19, ator Eduardo Galvão falece aos 58 anos

O ator estava na UTI do Hospital Unimed Rio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Publicado

em

Fotos: Rafael Gomes/Divulgação, Dilson Silva e Delson Silva/AgNews e Reprodução/Instagram

O ator Eduardo Galvão, de 58 anos de idade, morreu após dias hospitalizado por conta da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O ator estava internado na UTI do Hospital Unimed Rio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e foi intubado na última terça-feira (1). Na web, na madrugada desta terça-feira (8), amigos famosos lamentaram a notícia na web.

“Meu pai precisou ser intubado, mas, no momento, está estável, com os rins funcionando bem, a pressão arterial estabilizada e os pulmões descansando para desinflamar como tem que ser. E está descansando, o que vai fortalecê-lo com certeza”, contou Mariana Galvão, filha do artista, para a Quem.

Na última segunda-feira (30), Mariana, que é filha única de Eduardo e mãe da única neta do ator, a pequena Lara, de um ano, também falou sobre o quadro de saúde do pai. “Meu pai passou melhor essa noite. O médico disse que ele conseguiu dormir um pouco e está menos incomodado com a sonda do que com a máscara (de oxigênio). E com certeza está melhor para ele em relação à oxigenação, ele está conseguindo respirar melhor”, contou.

Mariana afirmou ainda que o ator também estava se alimentado melhor. “Ele estava tomando aqueles shakes de nutrição, mas agora conseguiu comer alguma coisa. Meu pai estava muito sem apetite, mas precisava dos nutrientes. E aí acho que ele está mais forte”, pontuou.

Com a melhora do quadro, Mariana comemorou os bons resultados dos exames de Eduardo Galvão. “O exame da Proteína C-reativa (PCR), que precisava diminuir, diminuiu mais um pouco. Tinha ido para 24 mg/L e agora está 17 mg/L, graças a Deus. Os exames estão todos melhores e só o pulmão dele que ainda está precisando do oxigênio. Por isso que ainda não tem nem previsão de sair da UTI por conta do pulmão que ainda está necessitando muito do oxigênio”, explicou.

O ator Stepan Nercessian falou sobre o diagnóstico do amigo no dia 27 de novembro. “Ele pegou o vírus há uma semana. Ontem se sentiu mal e foi para o hospital. Durante a pandemia, ele veio aqui em casa duas vezes e eu até briguei com ele, falei: ‘Galvão, toma cuidado!’ Tenho falado com ele cinco, seis vezes por dia”, contou ele à Quem.

CARREIRA
Eduardo estreou nas novelas em O Salvador da Pátria, em 1989, com apenas 27 anos. Porém, se destacou em 1992, quando viveu o boa praça Paschoal Papagaio em Despedida de Solteiro. Ainda atuou em novelas como “Despedida de Solteiro” (1992), “A Viagem” (1994), “As Pupilas do Senhor Reitor” (1995), na série Chiquinha Gonzaga (1999), “Porto dos Milagres” (2001) e “O Beijo do Vampiro” (2002).

Na TVE, emplacou mais um personagem voltado para crianças ao interpretar o pai do Menino Maluquinho, personagem criado por Ziraldo, em 2006. Ele teve ainda passagens pela Record, onde integrou o elenco de “Apocalipse” (2017), e pela Band, onde fez “Dance Dance Dance” (2007). No GNT e na HBO, participou das séries “Questão de Família” (2014) e “Magnífica 70” (2015).

Porém, um de seus personagens mais lembrados é o divertido Arthur, da série Caça Talentos, em que atuou com Angélica, Helena Fernandes e Ana Furtado. Sua última atuação foi comno dr. Machado em Bom Sucesso, que chegou ao fim em janeiro deste ano.

Fonte: https://revistaquem.globo.com/ e https://www.uol.com.br/

Comentários
Continue lendo

Mais Lidas