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Saúde

‘Declaro aberta a campanha de vacinação contra o coronavírus no Paraná’, diz Ratinho Junior

Início da imunização deve acontecer nesta segunda-feira (18), às 17h. De acordo com o governo, primeira dose será aplicada no Hospital do Trabalhador, em Curitiba.

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Fotos: Reprodução/Instagram e Reprodução/Twitter

A vacinação contra a Covid-19 no Paraná deve começar nesta segunda-feira (18), de acordo com o governador do estado, Ratinho Junior. Após um encontro de governadores com o ministro da Saúde Eduardo Pazuello, Ratinho escreveu em uma rede social que declarava aberta a campanha de vacinação no Paraná.

“Declaro aberta a campanha de vacinação contra o coronavírus no Estado do Paraná. A partir de hoje, escreveremos um novo futuro”, escreveu o governador Ratinho Junior em uma rede social.

A primeira dose será aplicada em um evento simbólico no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, às 17h.

O início da imunização depende da chegada das doses no estado. As caixas com as vacinas começaram a ser enviadas pelo governo federal na manhã desta segunda-feira.

As primeiras doses que serão aplicadas no Paraná devem ser descarregadas no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 14h.

De acordo com Ratinho Junior, mesmo com o início da vacinação, as medidas de segurança em saúde devem ser mantidas.

“Não nos iludamos, pois a pandemia ainda não acabou. Devemos seguir com as medidas preventivas que nos trouxeram até aqui. A luta não acabou, porém, de agora em diante, unidos, temos uma arma importante, a vacina, contra o mesmo inimigo, o vírus”, afirmou.

De acordo com o governo estadual, as demais doses serão distribuídas aos municípios pelos próximos dois dias.

O início da campanha estava previsto para acontecer simultaneamente em todo o Brasil na quarta-feira (20), mas o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, autorizou que os estados adiantem a imunização e comecem a vacinar a partir das 17h desta segunda-feira.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou no domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19.

Momentos depois, o governo de São Paulo aplicou a primeira vacina da Coronavac. O governo federal, no entanto, ainda não havia iniciado a distribuição do imunizante pelo país, o que foi programado para esta segunda.

De acordo com a programação do Ministério da Saúde, o Paraná receberá 242 mil doses na primeira remessa de vacinas enviadas aos estados.

Ao todo, são quase 6 milhões de doses da Coronavac em todo o país. 4,6 milhões serão enviadas pelo governo federal aos estados brasileiros, e outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de São Paulo.

Na primeira fase da vacinação, o Ministério da Saúde prevê que sejam vacinadas no Paraná:
.102.959 trabalhadores de saúde,

.12.224 pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência,

.10.816 indígenas,

.482 pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência.

Caixas com as doses começaram a ser enviadas aos estados na manhã desta segunda-feira (18) — Foto: Divulgação/Governo do Paraná

Plano de vacinação
O governo informou que os seguintes grupos serão vacinados até o fim do 1º semestre de 2021:

Primeira fase
.Trabalhadores da saúde;

.Idosos a partir dos 75 anos de idade;

.Pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e instituições psiquiátricas;

.População indígena.

Segunda fase
.Pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase
.Pessoas com comorbidades, que possuem doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras.

Os insumos para a vacinação no estado começaram a ser distribuídos aos municípios do Paraná no sábado (16), segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

Segundo o governo, o Paraná tem 11 milhões de seringas e agulhas para o começo da campanha de vacinação. Outras 16 milhões já foram adquiridas e devem chegar ao estado nos próximos dias.

Para a distribuição das doses, a gestão estadual reservou quatro caminhões, três aviões e um helicóptero.

Além disso, o estado também tem quatro contêineres refrigerados com capacidade para armazenar 100 mil doses, além de 21 câmaras frias.

O Paraná conta ainda com 1.850 salas de vacinação espalhadas pelos munícipios. A expectativa do governo é que esse locais de imunização sejam ampliados.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/

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Saúde

Vacina da Pfizer é a 1ª contra a Covid a obter registro definitivo no Brasil

Registro autoriza a importação pela rede privada, mas ainda não há acordo para compra. Governo afirma que não fechou negócio por causa de cláusula que isenta fabricante de responsabilidade por efeitos adversos.

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Fotos: Reprodução e Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. A vacina é a primeira a obter o registro sanitário definitivo no país, mas ela ainda não está disponível em solo brasileiro.

Foco na venda para o governo
Por meio de nota e de esclarecimento da assessoria de imprensa, a Pfizer informou que só vai negociar as doses da vacina contra a Covid com o governo, descartando especulações sobre a venda para a rede privada.

O G1 questionou o Ministério da Saúde sobre uma previsão de compra da vacina, mas, até a mais recente atualização desta reportagem, não havia recebido resposta. A Anvisa vai conceder uma entrevista no fim da tarde sobre o registro da vacina.

As vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a de Oxford e a CoronaVac, mas ambas têm autorização de uso emergencial, e não o registro definitivo. Com isso, elas só podem ser aplicadas em grupos prioritários.

Os dois imunizantes também serão produzidos no Brasil, graças a acordos de transferência de tecnologia entre as fabricantes (AstraZeneca e Sinovac, respectivamente) e instituições brasileiras (Fiocruz e Butantan).

Já as negociações para compra da vacina da Pfizer não incluem transferência de tecnologia – por isso, a vacina não será fabricada em solo brasileiro, e, sim, comprada de fora.

Impasse nas negociações
A vacina da Pfizer foi uma das quatro testadas no Brasil. No início do ano, a farmacêutica disse ter oferecido 70 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro para entrega ainda em dezembro, mas a oferta foi recusada.

O Ministério da Saúde disse que as doses propostas pela Pfizer causariam “frustração” aos brasileiros.

O governo também afirmou que não comprou a vacina devido a uma cláusula no contrato prevendo que a Pfizer não se responsabilizaria por efeitos adversos graves do imunizante.

O Congresso avalia incluir trecho em medida provisória que permita a compra e que o Brasil assuma os riscos legais previstos em contrato.

Na segunda-feira (22), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reuniu com representantes dos laboratórios Pfizer e Janssen, do grupo Johnson&Johnson, para viabilizar a compra das vacinas contra Covid-19 produzidas pelas farmacêuticas.

No domingo (21), o Ministério da Saúde havia afirmado, em nota, que esperava até a próxima sexta-feira (26) uma orientação do Palácio do Planalto sobre como solucionar o impasse nas negociações das vacinas. A Johnson também pediu isenção de responsabilidade por eventuais efeitos adversos graves.

Prioridade deve ser o SUS
O pesquisador Daniel Dourado, médico e advogado do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Paris, afirma que a medida autoriza, também, que clínicas privadas comprem a vacina.

Ele avalia, entretanto, que é dever do Estado brasileiro usar quaisquer vacinas que sejam compradas pela iniciativa privada para vacinar as pessoas pelo SUS.

“A obrigação do Estado brasileiro é garantir o direito à saúde – neste momento, o principal elemento para garantir o direito à saúde é vacina. Qualquer vacina que entrar no território nacional é obrigação do Estado incorporar no PNI [Programa Nacional de Imunizações]. É a única maneira de o Estado garantir o direito à saúde neste momento – é a minha leitura constitucional”, afirma Dourado.

Veja íntegra da nota da Anvisa:
“Como diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informo com grande satisfação que, após um período de análise de dezessete dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a Covid-19, para uso amplo, nas Américas. O imunizante do Laboratório Pfizer/BioNTech teve sua segurança, qualidade e eficácia aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro. Esperamos que outras vacinas estejam em breve sendo avaliadas e aprovadas. Esse é o nosso compromisso.” Diretor-presidente Antonio Barra Torres.

“Entre as autoridades de referência pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a Anvisa é a primeira a conceder o registro de uma vacina Covid-19, com sete locais de fabricação certificados, refletindo a dedicação, o planejamento e o compromisso da Agência com o combate à pandemia. O registro abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa concessão.” Diretora Meiruze Freitas.

“O registro da primeira vacina contra a Covid, no Brasil, tem muitos significados. O reconhecimento dos esforços da ciência é um deles, sem dúvida. O mais importante, contudo, é que continuamos na luta pela preservação da saúde e da vida das pessoas.” Diretor Alex Machado.

“O registro sanitário de um imunobiológico ou qualquer outro medicamento é a chancela de um órgão regulador sobre a qualidade, a eficácia e a segurança desse tipo de produto. Durante a análise de um dossiê de registro são realizadas avaliações minuciosas, por especialistas, de todos os documentos e estudos que o compõem, como, por exemplo, das informações sobre o desenvolvimento farmacotécnico, do relatório técnico do produto (características de qualidade, dados de fabricação, controle de qualidade e estabilidade) e do relatório de experimentação terapêutica (ensaios não clínicos e clínicos). Essas avaliações são pautadas em marcos regulatórios e legislações vigentes, além de referências bibliográficas científicas, nacionalmente e internacionalmente reconhecidas. A Anvisa ainda participa dos mais importantes fóruns internacionais de discussão técnica, como do Conselho Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos de Produtos Farmacêuticos para Uso Humano (ICH, sigla em inglês). Dessa forma, a Agência está alinhada com as principais diretrizes regulatórias internacionais e adota o estado da arte dos critérios técnicos e regulatórios para a aprovação de medicamentos no país, promovendo e protegendo a saúde da população brasileira.” Diretor Romison Mota.

Resumo:

. Registro definitivo foi concedido 17 dias após o pedido da Pfizer.

. Com autorização, a vacina poderá ser aplicada em todos com 16 anos ou mais, e não apenas nos grupos prioritários, como ocorre com o registro emergencial.

. Registro autoriza a importação da vacina, mas o Brasil não tem doses disponíveis ou acordo de compra.

. Registro sanitário definitivo permite a comercialização da vacina pelos setores privados.

. Congresso avalia incluir trecho em MP para esclarecer que o Brasil poder assumir os riscos legais previstos em contrato.

. Vacinas CoronaVac e Oxford (Covishield) receberam outro tipo de aprovação: a de uso emergencial.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/vacina

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Saúde

Paraná vai receber 2,4 milhões de doses de vacina até março

Os imunizantes serão encaminhados pelo Ministério da Saúde em lotes distintos, divididos entre as vacinas AstraZeneca e Coronavac.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

O Paraná vai receber 2.421.355 doses da vacina contra a Covid-19 entre a semana que vem e o fim de março. O cronograma de distribuição por unidades da Federação foi divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Ministério da Saúde. Ainda neste mês chegarão ao Estado 452.366 doses, divididas em dois lotes – 10.113 aplicações do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca em parceria com a Fiocruz; e 442.253 doses da Coronavac, produzidas pelo laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Em março, de acordo com o Ministério da Saúde, outras 1.968.989 aplicações serão encaminhadas ao Paraná, entre AstraZeneca (961.451) e Coronavac (1.007.538). A perspectiva é que com as novas remessas a Secretaria de Estado da Saúde consiga concluir a imunização dos idosos acima de 60 anos.

“A previsão é que essas novas doses cheguem a partir da próxima semana. Seguiremos com a logística de distribuição em todo Estado, fazendo com que a vacina chegue a todos os paranaenses de forma segura”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

As novas remessas são cerca de quatro vezes maior do total recebido pelo Paraná até o momento, de 539.900 doses. Deste montante, 91.790 estão em estoque, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e serão enviadas para as Regionais de Saúde para complemento das etapas de vacinação em andamento.

NACIONAL
Os lotes de fevereiro e março integram o cronograma de entregas anunciado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em reunião com os governadores na quarta-feira (17) – o Paraná foi representado pelo vice-governador Darci Piana. Segundo o ministério, a distribuição começa na próxima terça-feira (23).

Na ocasião, Pazuello mostrou que, do final de fevereiro até julho, serão distribuídas aos estados mais de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

Além da Coronavac e AstraZeneca, o cronograma apresentado pelo Governo Federal também leva em conta as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que garantirão ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V, e da indiana Covaxin, respectivamente.

VACINADOS
O Paraná atingiu nesta quinta-feira (18), um mês após o início do processo de imunização, 308.972 mil doses aplicadas da vacina contra a Covid-19, sendo 271.275 da primeira dose e 37.697 da segunda. Até o final desta manhã, 271.275 paranaenses haviam sido vacinados.

Se usado o cálculo de média por 31 dias, o Estado apresenta cerca de 9,96 mil doses aplicadas/dia.

PLANO ESTADUAL
A Sesa publicou, no dia 15 de janeiro, o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, documento elaborado seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Imunização (PNI) com a colaboração do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná. O Plano estadual prevê os grupos prioritários para a imunização, processos de distribuição de doses, estrutura disponibilizada, além de informações técnicas e recomendações do Ministério da Saúde.

“Mesmo com a vacina, lembramos que o recebimento da dose não é álibi para descuido das medidas de proteção; reforçamos que é fundamental que todos sigam usando as máscaras de proteção individual, que façam constantemente a higienização das mãos e que mantenham o distanciamento social”, ressaltou Beto Preto.

DOSES
Veja a quantidade de doses da vacina contra a Covid-19 que chegarão ao Paraná nos próximos dias.

FEVEREIRO

AstraZeneca: 10.113

Coronavac: 442.253

Total: 452.366.

MARÇO

AstraZeneca: 961.451

Coronava: 1.007.538

Total: 1.968.989.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

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Saúde

No Paraná, 57,2 mil pessoas já foram vacinadas contra a Covid-19

Foram vacinadas até as 17h30 desta sexta-feira (22). Número representa 43% das 132.771 doses distribuídas. Algumas regionais ultrapassaram 70%.

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Fotos: Gustavo Tacaki e Rodrigo Felix Leal

As secretarias municipais de Saúde vacinaram 57.200 pessoas contra a Covid-19 até as 17h30 desta sexta-feira (22), o que representa 43% das 132.771 doses distribuídas pelo Governo do Estado. Os imunizantes CoronaVac, produzidos pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, foram aplicados em profissionais de saúde, pessoas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), pessoas com deficiência severa e indígenas.

O balanço foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde a partir de um levantamento interno realizado com as 22 Regionais de Saúde e os respectivos municípios. Nos próximos dias ele será disponibilizado no sistema integrado do Ministério da Saúde, que ainda está indisponível, o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). O DataSUS, sistema macro no qual está o SI-PNI, desenvolveu um módulo especial para receber os dados de todos os estados e que contempla informações como registro de vacinados, público-alvo, origem e lote de vacinas.

De acordo com o levantamento, as 57.200 aplicações foram divididas entre 40.509 profissionais de saúde, 3.125 vacinadores, 4.366 indígenas e 9.200 idosos asilados, profissionais cuidadores e pessoas com deficiências severas.

As Regionais que mais imunizaram em números absolutos foram Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS), Maringá (15ª RS), Londrina (17ª RS), Guarapuava (5ª RS), Cascavel (10ª RS) e Ponta Grossa (3ª RS). Proporcionalmente à quantidade de doses, os destaques foram Cianorte (13ª RS), com 79%; União da Vitória (6ª RS), com 78,4%; Campo Mourão (11ª RS), com 77,7%; Ivaiporã (22ª RS), com 72,3%; Irati (4ª RS), com 71,8%; e Cornélio Procópio (18ª RS), com 71,3%.

NÚMEROS ABSOLUTOS
A Regional que mais aplicou foi a de Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS). Foram 7.761, sendo 4.316 em profissionais de saúde, 842 em vacinadores, 96 em indígenas e 2.507 em idosos e trabalhadores de instituições asilares. A segunda que mais aplicou foi a de Maringá (15ª RS), com 5.846, sendo 4.576 em médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, além de 867 em idosos e deficientes.

Em Curitiba, por exemplo, os grupos da primeira fase envolvem os 250 profissionais da enfermagem que atuarão como vacinadores; 6 mil moradores, funcionários e cuidadores de 127 ILPIs; 93 indígenas aldeados da aldeia Kakané-Porã, no Tatuquara; 12 mil profissionais de saúde da linha de frente; e as equipes das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além de profissionais de remoção médica particulares.

Londrina (17ª RS) aplicou em 4.456 pessoas, sendo a maioria profissionais de saúde: 2.645. Guarapuava (5ª RS) aplicou 3.521 doses, sendo 2.533 em profissionais de saúde, 538 em indígenas, 150 vacinadores e 300 em idosos e deficientes severos. Na regional de Cascavel (10ª RS), a última a receber as doses, foram 3.321 aplicações: 2.718 profissionais de saúde, 134 vacinadores, 134 indígenas e 335 idosos em ILPIs. Em Ponta Grossa (3ª RS) também foram mais de 3 mil aplicações.

As regionais de Pato Branco (7ª RS), Campo Mourão (11ª RS), Apucarana (16ª RS), Cornélio Procópio (18º RS), Jacarezinho (19ª RS) e Toledo (20ª RS) vacinaram mais de 2 mil pessoas; as de Paranaguá (1º RS), Irati (4ª RS), União da Vitória (6ª RS), Francisco Beltrão (8ª RS), Foz do Iguaçu (9ª RS), Umuarama (12ª RS), Paranavaí (14ª RS), Telêmaco Borba (21ª RS) e Ivaiporã (22ª RS) vacinaram entre mil e 2 mil pessoas; Cianorte (13ª RS) teve 980 aplicações.

PROPORCIONAL
Proporcionalmente à quantidade de doses, os destaques foram Cianorte (13ª RS), Campo Mourão (11ª RS), União da Vitória (6ª RS), Ivaiporã (22ª RS), Cornélio Procópio (18ª RS) e Irati (4ª RS), com mais de 70%, em relação à quantidade de doses recebidas. Jacarezinho (19ª RS), Francisco Beltrão (8ª RS), Pato Branco (7ª RS), Telêmaco Borba (21ª RS) e Maringá (15ª RS) tiveram 60% ou mais de aplicação. Guarapuava (5ª RS), Apucarana (16ª RS) e Ponta Grossa (3ª RS) tiveram mais de 50%. Os dois núcleos mais populosos (Curitiba/RMC e Londrina) variaram entre 19,7% e 31,9%.

LOGÍSTICA
O Governo do Estado montou uma verdadeira força-tarefa para a logística de distribuição das primeiras vacinas, que incluiu três aeronaves e uma frota de caminhões. O Paraná recebeu do Ministério da Saúde 265.600 doses da Coronavac na segunda-feira (18), vindas do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

As primeiras 132.771 doses (metade do lote) saíram do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) na terça-feira (19) de manhã. Elas foram entregues a Curitiba, pelas 8 horas, e às 9 horas aviões decolaram do Aeroporto do Bacacheri levando cerca de 80 mil frascos para o Interior. Outras regionais que ficam perto da Capital foram atendidas por via terrestre. Elas chegaram a todas as regionais em 27 horas.

Na quarta-feira (20), pouco depois das 15 horas, todos os municípios haviam retirado as suas cargas e a maioria iniciou a vacinação no mesmo dia, de maneira simbólica ou definitiva. Na quinta-feira (21), às 14h30, todos os municípios já haviam começado as suas campanhas.

O outro lote será encaminhado para aplicação da segunda dose em três semanas. O armazenamento está sendo feito no Cemepar, que conta com ampla estrutura de freezers e câmaras frias, além de questões de segurança.

Confira o balanço de aplicação por Regional de Saúde

1ª RS – Paranaguá – 1.075 (47,9% das 2.240 doses recebidas)

2ª RS – Metropolitana – 7.761 (19,7% das 39.371 doses)

3ª RS – Ponta Grossa – 3.272 (54,5% das 6.000 doses)

4ª RS – Irati – 1.092 (71,8% das 1.520 doses)

5ª RS – Guarapuava – 3.521 (59,4% das 5.920 doses)

6ª RS – União da Vitória – 1.208 (78,4% das 1.540 doses)

7ª RS – Pato Branco – 2.921 (60,3% das 4.840 doses)

8ª RS – Francisco Beltrão – 1.759 (65,6% das 2.680 doses)

9ª RS – Foz do Iguaçu – 1.652 (32% das 5.160 doses)

10ª RS – Cascavel – 3.321 (40,3% das 8.240 doses)

11ª RS – Campo Mourão – 2.673 (77,7% das 3.440 doses)

12ª RS – Umuarama – 1.293 (41,4% das 3.120 doses)

13ª RS – Cianorte – 980 (79% das 1.240 doses)

14ª RS – Paranavaí – 1.249 (41% das 3.040 doses)

15ª RS – Maringá – 5.846 (62,4% das 9.360 does)

16ª RS – Apucarana – 2.440 (59,5% das 4.100 doses)

17ª RS – Londrina – 4.456 (31,9% das 13.960 doses)

18ª RS – Cornélio Procópio – 2.568 (71,3% das 3.600 doses)

19ª RS – Jacarezinho – 2.285 (67,2% das 3.400 doses)

20ª RS – Toledo – 2.572 (47,9% das 5.360 doses)

21ª RS – Telêmaco Borba – 1.260 (67% das 1.880 doses)

22ª RS – Ivaiporã – 1.996 (72,3% das 2.760 doses)

TOTAL – 57.200 (43% das 132.771 doses).

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

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