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Esportes

Com Marta de volta e Giovana, do Barça, entre as novidades, Pia convoca Seleção para treinos em Portugal

Pela pandemia de coronavírus, treinadora chamou apenas jogadoras que atuam no exterior e comandará atividades na Data Fifa entre os dias 19 e 27 de outubro, em Portimão.

Publicado

em

Fotos: CBF e Reprodução

A técnica Pia Sundhage divulgou na manhã desta quinta-feira a lista de convocadas para um período de treinamentos entre os dias 19 a 27 de outubro, em Portimão, Portugal, mesma localidade usada em 2019 para a preparação do Brasil à Copa do Mundo do último ano. Entre os nomes está o retorno de Marta, que voltou a jogar com o Orlando Pride, nos Estados Unidos, pela NWSL Fall Series no último mês.

No restante da lista, diversas novidades. Entre elas, Valéria, que marcou o gol da vitória do Madrid CFF contra o Tenerife na primeira rodada do Espanhol, e Giovana, jovem revelação brasileira e que atua pelo Barcelona. Foram também chamadas pela primeira vez pela treinadora a goleira Daniele Neuhaus, a defensora Rayanne, as meias Laís e Ana Vitória, além das atacantes Mylena e Nycole.

Nesta convocação, a treinadora chamou apenas atletas que atuam em países da Europa, na China e também Estados Unidos. A medida foi tomada em razão das barreiras sanitárias ainda vigentes pela pandemia de coronavírus. O período é válido pela Data Fifa e o objetivo é seguir a preparação aos Jogos Olímpicos de Tóquio, que ocorrerão em julho de 2021.

Esta é a terceira convocação da treinadora sueca em 2020. Em setembro, a seleção brasileira esteve na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), para um período de treinamentos com atletas que atuam no Brasil. Em março, a equipe participou do Torneio Internacional da França diante de Holanda, Canadá e as donas da casa.

Confira a lista de convocadas:

Goleiras:
Aline Reis – UD Granadilla Tenerife (Espanha)
Daniele Neuhaus – Benfica (Portugal)
Natascha – Paris FC (França)

Defensoras:
Antonia – Madrid CFF (Espanha)
Kathellen – Internacional de Milão (Itália)
Jucinara – Levante UD (Espanha)
Rafaelle – Changchun Dazhong (China)
Rayanne – Sporting Club Braga (Portugal)

Meio-campistas:
Ana Vitória – Benfica (Portugal)
Andressa Alves – Roma (Itália)
Debinha – North Carolina Courage (EUA)
Formiga – Paris St Germain (França)
Giovana – Barcelona (Espanha)
Laís Araújo – Apollon Limassol (Chipre)
Luana – Paris St Germain (França)
Maria – Juventus (Itália)
Millene – Wuhan Xinjiyuan (China)

Atacantes:
Bia Zaneratto – Wuhan Xinjiyuan (China)
Ludmila – Atlético de Madrid (Espanha)
Marta – Orlando Pride (Estados Unidos)
Mylena – FC de Familicão (Portugal)
Nycole Raysla – Benfica (Portugal)
Raquel – Sporting Lisboa (Portugal)
Valéria – Madrid CFF (Espanha)

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Esportes

Medalhista do Pan 2007, ginasta Ana Paula Scheffer morre aos 31 anos no oeste do Paraná

Ex-atleta da seleção brasileira de ginástica rítmica, ela foi encontrada morta em casa. Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) lamenta a morte e a define como uma das mais notáveis de sua geração.

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em

Ana Paula Scheffer foi bronze no Pan 2007 — Foto: ge/arquivo

A ginasta Ana Paula Scheffer, ex-atleta da seleção brasileira de ginástica rítimica, morreu nesta sexta-feira, aos 31 anos, em Toledo, no oeste do Paraná. Medalhista nos Jogos Panamericanos do Rio, em 2007, ela foi encontrada morta em casa, onde morava com os pais, no início da tarde. A suspeita inicial é que ela tenha sofrido um infarto fulminante. As informações foram repassadas pela assessoria de ginástica rítmica de Toledo ao G1 PR.

Ainda segundo a assessoria, Ana Paula Scheffer estava deitada na cama do quarto quando foi encontrada, por volta das 12h30, pela mãe.

– Ela era uma menina muito alegre, muito querida. Nunca me deu trabalho, era muito amorosa. Foi nosso orgulho, meus dois filhos são orgulhos para mim. Vai ser mais difícil, porque parece que é um sonho o que estou passando. A hora que cair a ficha vai ser difícil, disse a mãe Sonia Scheffer .

Como atleta, Ana Paula Scheffer disputou competições pela equipe brasileira de ginástica rítmica e conquistou o bronze no individual de arco no Pan de 2007.

Ela trabalhou também como treinadora nas seleções transitórias de Ginástica Rítmica Individual e de Conjunto e também vinha atuando como técnica da modalidade em Cascavel, no oeste do Paraná.

A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) publicou uma nota de pesar pela morte da ginasta e lembrou que ela era uma das mais notáveis de sua geração, além de destacar o seu trabalho atual como treinadora. (leia a nota completa abaixo)

– Ana Paula Scheffer é uma das atletas que construíram a nossa Ginástica Rítmica, e que a transformaram em motivo de grande orgulho para todos os brasileiros. Além de inspirar, tinha um importante trabalho de formação de novas atletas no Paraná, disse a presidente da CBF, Maria Luciene Cacho Resende.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Toledo. O velório deve ser realizado em Toledo, no sábado, ainda sem local definido.

Ana Paula Scheffer era treinadora na cidade de Cascavel — Foto: Emanuel Rocha/CBG

Íntegra da nota da CBG
A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) lamenta profundamente o falecimento da ex-ginasta Ana Paula Scheffer.

Uma das atletas de Ginástica Rítmica mais notáveis de sua geração, Ana Paula conquistou a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, no aparelho arco.

Treinadora, atuava em Cascavel na formação de atletas. “Ela deu continuidade à carreira na GR como treinadora; suas atletas obtiveram títulos nacionais e sul-americanos”, diz Marcia Aversani, presidente da Federação Paranaense de Ginástica.

Ana Paula morava com os pais. Segundo relatos, a mãe da treinadora foi chamá-la, e, ao não receber resposta, encontrou-a sem vida.

O corpo foi levado ao IML de Toledo para apuração da causa da morte. O velório deverá ser realizado apenas na manhã deste sábado (17), a fim de dar tempo para que um irmão, que mora no Canadá, possa estar presente.

Além do feito nos Jogos Pan-Americanos do Rio, Ana Paula participou do Pan da modalidade, em 2005; dos Jogos Sul-Americanos de 2006, em Buenos Aires, e de 2010, em Medellin, além do Mundial de GR de 2009, no Japão.

“Como árbitra, via em Ana Paula uma ginasta que fazia uma bela figura em quadra, sempre apresentando elementos de dificuldade e de muita beleza também”, acrescenta Marcia.

“Ana Paula Scheffer é uma das atletas que construíram a nossa Ginástica Rítmica, e que a transformaram em motivo de grande orgulho para todos os brasileiros. Além de inspirar, tinha um importante trabalho de formação de novas atletas no Paraná. Parte cedo demais, mas não será esquecida. Meus sentimentos aos familiares e amigos”, declarou a presidente da CBG, Maria Luciene Cacho Resende.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

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Esportes

LeBron lidera massacre sobre o Heat, e Lakers conquistam título da NBA dedicado a Kobe Bryant

Time californiano desequilibra na defesa e no ataque, vence por 106 a 93, fecha as finais em 4 a 2 e iguala recorde de títulos dos Celtics, 17; LeBron se torna o jogador com mais partidas em playoffs.

Publicado

em

Fotos: Mike Ehrmann e Douglas P. DeFelice/Getty Images e Reprodução Twitter/@NBA

A cidade de Los Angeles vibra. A espera de uma das torcidas mais apaixonadas da NBA acabou. Dez anos depois de um título conquistado quando Kobe Bryant ainda usava o uniforme amarelo no auge de seu talento, o Los Angeles Lakers finalmente volta a ser campeão da NBA. O ano de domínio em meio ao luto pela morte de Kobe desembocou, nesse domingo, numa conquista emblemática.

Liderado por um triplo-duplo de LeBron James e com um Anthony Davis implacável na defesa, o time californiano proporcionou um espetáculo coletivo, venceu o Miami Heat por 106 a 93 no jogo 6, e fechou as finais em 4 a 2. Agora, os Lakers igualam os Celtics em número de títulos na NBA, com 17 no total.

Os Lakers resolveram mudar de estratégia no jogo 6. Sacaram Dwight Howard do time titular, colocaram Alex Caruso, ganharam em dinamismo e apoiaram seu jogo em defesa com transição fatal. Logo no início, com duas bolas de três seguidas, Duncan Robinson até pôs aquela pulga atrás da orelha do torcedor dos Lakers. Só que a força-tarefa montada pelos Lakers para segurar o ataque do Heat foi perfeita.

LeBron e Davis não eram espetaculares e nem precisavam ser. King James atacava o aro com propriedade e Davis era um general defensivo, mas o fator de desequilíbrio foi a eficiência dos coadjuvantes, especialmente Rajon Rondo e Kentavious Caldwell-Pope. A superioridade do Los Angeles esteve estampada no aproveitamento dos arremessos, nos rebotes, nos pontos no garrafão e principalmente nos pontos em transição.

Absolutamente sem respostas, o Heat fez sua pior partida nos playoffs e viu os Lakers festejarem o título. Foi uma noite em que Jimmy Butler não teve coelho para tirar da cartola, a volta de Dragic foi insípida e Tyler Herro invisível. Apesar da derrota, a grande campanha do time da Flórida nos playoffs foi uma das grandes histórias da temporada.

LeBron James, o rei dos playoffs
O jogo 6 foi o 260º da carreira de LeBron James em playoffs. King James deixou Derek Fischer (259 jogos) para trás e se tornou o jogador com mais partidas disputadas na história da pós-temporada. Esse foi também o quarto título de LeBron na NBA.

Lakers igualam os Celtics em número de títulos
Com a conquista desse domingo, o Los Angeles Lakers igualou o rival Boston Celtics em número de títulos da NBA. Agora são 17. Muito à frente das franquias que vêm atrás no ranking. Veja na tabela os times que mais foram campeões.

COMO FOI A SÉRIE
(1º Oeste) Lakers 4 x 2 Heat (5º Leste)
Jogo 1: Lakers 116 x 98 Heat
Jogo 2: Lakers 124 x 114 Heat
Jogo 3: Heat 115 x 104 Lakers
Jogo 4: Heat 96 x 102 Lakers
Jogo 5: Lakers 108 x 111 Heat
Jogo 6: Heat 93 x 106 Lakers

Fonte: https://globoesporte.globo.com/

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Esportes

Nadal atropela Djokovic, vence 13º título em Roland Garros e iguala Federer com 20 Grand Slams

Espanhol tem atuação de gala na decisão contra o atual número 1 do mundo em jogo que marcou a 100ª vitória no saibro de Paris.

Publicado

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Fotos: Christian Hartmann/Reuters e Reuters

O Rei do Saibro agora se torna também um dos imperadores do tênis. Com uma atuação de gala neste domingo, Rafael Nadal superou Novak Djokovic por 3 sets a 0, parciais de 6/0, 6/2 e 7/5, em 2h41, conquistou o 13º título em Roland Garros e, de quebra, chegou ao 20º Grand Slam de sua carreira, igualando o recorde de Roger Federer como o maior vencedor nos torneios mais importantes do circuito profissional.

A vitória deste domingo foi a de número 100 na carreira de Rafael Nadal atuando em Roland Garros. Um feito expressivo de quem foi derrotado apenas duas vezes em 16 participações no Grand Slam – o espanhol ainda teve uma desistência em 2016, quando sofreu uma lesão no punho. Não deixou de ser uma espécie de revanche também sobre Novak Djokovic, que o tinha vencido no último encontro entre eles em Paris, nas quartas de final de 2015.

Rafael Nadal ainda emplaca uma sequência impressionante de 26 vitórias consecutivas em Roland Garros, garantindo os títulos de 2017, 2018, 2019 e 2020, além dos dois triunfos em 2016, quando houve desistência e o W.O na terceira rodada. O espanhol não soma pontos no ranking, uma vez que defendeu sua conquista.

A campanha em 2020 foi impecável do início ao fim. Mesmo com as condições diferentes para essa temporada, com o clima mais frio, quadra pesada e bolinhas consideradas mais lentas, Rafael Nadal se adaptou rapidamente e conquistou as seis vitórias sem perder um set sequer. Foi a quarta vez que o espanhol conseguiu alcançar o título sem ter um set perdido em Roland Garros: 2008, 2010, 2017, 2020

Vencer um torneio por 13 vezes na história do tênis se torna um feito único na conta de Rafael Nadal. Jamais um jogador, em qualquer nível de competição, sejam ATPs 250, 500 ou Masters 1000, conseguiu vencer tantas vezes no mesmo lugar e o espanhol alcançou a marca num Grand Slam.

O jogo

Foi um início avassalador de Rafael Nadal. Apesar de Novak Djokovic imprimir um ritmo forte e buscar variações, curtinhas… o espanhol esteve em todas as bolas. Foram apenas dois erros não forçados ao longo de todo o primeiro set, 10 winners marcados e um volume de jogo impressionante. Assim, construiu uma vitória por 6/0, com três quebras de serviço, algo que poucos imaginavam. O sérvio ainda teve três break points, mas não conseguiu converter nenhuma das oportunidades.

O segundo set foi uma certa continuação do que vinha acontecendo. A tática de Nadal funcionava bem, o backhand estava afiado e as curtinhas de Djokovic pouco incomodavam. O sérvio, mentalmente abalado, passou a errar mais, não conseguiu chegar a qualquer break point e viu o espanhol passear mais uma vez, fazendo 6/2.

O título estava a caminho e Nadal chegou a conquistar mais uma quebra de serviço, mas Novak Djokovic dessa vez reagiu. Empatou em 3/3 e levantou o público. O sérvio elevou o nível, mas não foi o suficiente para incomodar o espanhol. Com um game de serviço mal jogado, cometeu dupla falta e viu Nadal sacar com autoridade em 6/5 para garantir o título da competição.

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