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Cotidiano

Cervejarias param produção e doam cilindros de oxigênio para hospital, no Paraná

Três empresas fizeram doações para uma instituição de Clevelândia, na região sudoeste do estado. Paraná tem 97% de ocupação nos leitos de UTI Covid-19 para adultos, no SUS.

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Foto: RPC Foz do Iguaçu

Três cervejarias da região sudoeste do Paraná pararam as próprias produções para doar cilindros de oxigênio para um hospital. O estado enfrenta situação crítica no sistema de saúde por causa da pandemia.

Neste sábado (13), o Paraná registrou 97% de lotação nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) reservados para adultos em tratamento da Covid-19, no Sistema Único de Saúde (SUS).

Na macrorregião oeste, que abrange o sudoeste paranaense, a situação é a mais crítica do estado, onde os leitos estão 99% ocupados, segundo a secretaria.

A mobilização começou após Pedro Reis, dono de uma empresa da região, enviar um áudio em uma rede social fazendo um apelo.

“Quem tiver disponibilidade e ajudar em doar oxigênio, para nós levarmos para o hospital de Clevelândia. O estado lá é de calamidade”, disse na mensagem.

Os cilindros doados são usados na fermentação das bebidas, pelas cervejarias. As doações foram entregues ao hospital de Clevelândia, no sudoeste do Paraná.

O motorista Alex dos Santos, que levou os cilindros até o hospital, relatou a situação no momento da entrega e disse que chorou ao deixar o local.

“Tinha gente esperando ali, saíram correndo para ajudar a descarregar e levar para dentro do hospital. Saí chorando dali, sinceramente.”

Alta demanda
Empresas que fornecem oxigênio para 12 hospitais da região sudoeste enviaram um comunicado às prefeituras afirmando que estão enfrentando dificuldades para atender a alta demanda.

As indústrias afirmaram que não estão dando conta de fazer a entrega de cilindros na mesma velocidade que os oxigênios são consumidos nos hospitais.

A Regional de Saúde de Pato Branco, no sudoeste, está pedindo aos moradores da região para que doem cilindros residenciais. Além disso, a unidade afirmou que vai alugar cilindros para servir de reserva.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Saúde

Vacinação contra a gripe começa nesta segunda; idosos não serão os primeiros a serem vacinados

Ministério da Saúde alterou ordem dos grupos prioritários a fim de evitar conflitos com o calendário de vacinação contra a Covid-19, que acontece paralelamente.

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Vacina contra a gripe começa nesta segunda (12). — Foto: Anselmo Cunha/PMPA

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, o vírus da gripe, começa nesta segunda-feira (12) e vai até 9 de julho. Excepcionalmente neste ano, idosos não serão os primeiros a serem imunizados para evitar conflito com o calendário de vacinação contra a Covid-19.

A vacinação contra a gripe será dividida em três grupos prioritários:

1ª etapa — de 12 de abril a 10 de maio:
crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde;

2ª etapa — de 11 de maio a 8 de junho:
idosos e professores;

3ª etapa — de 9 de junho a 9 de julho:
demais grupos prioritários;

O governo federal recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe. A recomendação é que haja um intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação das duas vacinas.

Campanhas simultâneas
O Ministério da Saúde realiza todos os anos, a partir do começo do outono, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Neste ano, o Governo terá o desafio de coordenar a vacinação contra a gripe e ao Covid-19 ao mesmo tempo.

Para evitar aglomerações nos postos de saúde e cruzamento entre os públicos-alvo da vacina contra a gripe e contra o coronavírus, foram feitas adaptações na ordem dos grupos prioritários a serem vacinados.

A vacinação começa no dia 12 de abril e será dividida em três grupos prioritários, distribuídos de forma escalonada. Primeiro, serão vacinadas as crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Em seguida, será a vez dos idosos e dos professores e, por último, os demais grupos.

O público-alvo é estimado em 79,7 milhões de brasileiros, e a meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários.

Excepcionalmente este ano, pessoas com mais de 60 anos não serão o primeiro grupo a ser imunizado contra a gripe para evitar conflito com o calendário de vacinação contra a Covid-19, que estará acontecendo paralelamente.

Caso a pessoa se enquadre dentro do grupo prioritário das duas vacinas, o Ministério da Saúde recomenda que seja tomado primeiro a vacina contra a Covid-19, e depois a vacina contra a gripe. É necessário dar um intervalo mínimo de 14 dias entre as duas vacinas porque ainda não se sabe os efeitos da coadministração simultânea dos dois imunizantes.

Grupos prioritários
A OMS (Organização Mundial da Saúde) definiu como grupos de elevada prioridade para a vacinação os profissionais da área da saúde e os idosos. Em seguida, sem ordem de prioridade, vêm as crianças de 6 meses a 5 anos, as gestantes e os portadores de determinadas doenças crônicas.

No Brasil, outros grupos também serão contemplados na campanha deste ano. Fazem parte do grupo prioritário, segundo o Ministério da Saúde:

.Crianças entre 6 meses e 6 anos de idade
.Gestantes e puérperas
.Povos indígenas
.Trabalhadores da saúde
.Idosos com 60 anos ou mais
.Professores das escolas públicas e privadas
.Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
.Pessoas com deficiência permanente
.Forças de segurança e salvamento
.Forças Armadas
.Caminhoneiros
.Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso
.Trabalhadores portuários
.Funcionários do sistema prisional
.Adolescentes e jovens entre 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas
.População privada de liberdade

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar

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Saúde

Vacinação contra Covid-19 de profissionais da segurança pública começa nesta segunda em SP

Plano de vacinação também inclui os policiais federais que atuam no estado. Expectativa do governo é a de imunizar 180 mil profissionais da área.

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Fotos: Reprodução

O governo de São Paulo começa nesta segunda-feira (5) a vacinação contra a Covid-19 das equipes de segurança pública e administração penitenciária em todo o estado. A expectativa é a de vacinar 180 mil profissionais da área. Além de São Paulo, outros estados também iniciam nesta segunda a imunização de profissionais de segurança pública (leia mais abaixo).

O plano de vacinação inclui os policiais federais que atuam em São Paulo, policiais militares, civis, bombeiros, da Polícia Científica, agentes de segurança e de escolta penitenciária, e guardas civis metropolitanos municipais.

Para evitar aglomerações em postos de saúde, os profissionais serão vacinados nos próprios quarteis e batalhões.

Outros estados
A vacinação desses profissionais também foi iniciada nesta segunda (5) no Distrito Federal, em Porto Alegre, em São Luís e nas cidades de Macapá e Santana, no Amapá.

Entre as capitais, a imunização de trabalhadores da segurança pública já começou em Salvador, Goiânia, Manaus, Porto Velho e Campo Grande.

Além das capitais, a categoria começou a ser vacinada em cidades do Rio Grande do Sul, do Paraná e em Sobral, no Ceará. No Piauí, a imunização começou nesta segunda, com a vacinação de um militar na cidade de Corrente.

Vacinação de profissionais de segurança pública nos estados:

. Preveem começar hoje: AL, AP, DF, MA, PI e SP
. Já tinham começado: AM, BA, CE, GO, MS, PA, PR, RO e RS
. Ainda não começaram e não começam hoje: AC, ES, MG, MT, PB, PE, RJ, RN, RR, SC, SE e TO

Vacinação em SP
Na sexta-feira (2) teve início a vacinação de idosos de 68 anos e de trabalhadores do serviço funerário no estado de São Paulo.

Na próxima segunda-feira (12) será a vez dos 350 mil profissionais da educação com 47 anos ou mais, que atuam nas redes municipal, estadual e privada, com prioridade para os profissionais do Ensino Básico.

O governo de São Paulo lançou um site para cadastro obrigatório desses profissionais. Nesta etapa, o plano prevê a imunização de professores, inspetores, diretores de escola, faxineiros e merendeiras a partir de 47 anos.

Histórico da vacinação
A vacinação contra a Covid-19 começou no Brasil em 17 de janeiro, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, foi a primeira pessoa, fora dos estudos clínicos, a receber a vacina.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) brasileiro teve início no dia 18 de janeiro, e começou a ser feito após a distribuição das 6 milhões de doses da CoronaVac importadas já prontas da China.

No estado de São Paulo, a vacinação começou com profissionais de saúde da linha de frente no combate ao coronavírus, indígenas, quilombolas e idosos que viviam em instituições, e foi avançando conforme a chegada de vacinas.

Vacinômetro
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, mais de 6,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas no estado.

Dessas, cerca de 4,7 milhões correspondem a aplicações de primeira dose, e 1,6 milhão já com a segunda dose.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/

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Saúde

Paraná começa a distribuir 525 mil doses de vacinas contra a Covid-19 e remédios para intubação

Estado recebeu novo lote na quinta-feira (1º) e faz a distribuição durante esta sexta-feira (2). Secretaria comprou medicamentos e recebeu itens do Ministério da Saúde.

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Foto: Jose Fernando Ogura/Sesa

O Paraná começa a distribuir aos municípios, nesta sexta-feira (2), 525 mil doses de vacinas contra a Covid-19, que foram recebidas na quinta-feira (1º). Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também irá enviar remédios para intubação de pacientes.

Até agora, 1,1 milhão de pessoas foram vacinadas contra a Covid-19, no Paraná, sendo que 242 mil receberam as duas doses do imunizante.

De acordo com o governo do estado, a maior parte do novo lote será destinada para a aplicação da segunda dose, de reforço.

O estado irá enviar aos municípios 5,5 mil doses para a vacinação de idosos com 65 anos ou mais. Outras 2,2 mil unidades serão usadas para vacinar servidores das forças de segurança, como policiais.

A expectativa da Secretaria de Estado da Saúde é que os municípios consigam retomar a vacinação, a partir de domingo. Em algumas cidades, a aplicação foi suspensa por falta de doses.

Remédios
Segundo a Sesa, 108 mil medicamentos serão enviados para as 22 regionais de saúde junto com o novo lote de vacina. Os remédios fazem parte do chamado “kit intubação” e usados para tratar pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O governo informou que comprou a maior parte dos medicamentos e que recebeu 20 mil unidades do Ministério da Saúde.

Os remédios foram comprados de fornecedores estrangeiros, segundo a secretaria, por causa da alta demanda pelos kits, com a escalada da pandemia.

Um balanço publicado pela secretaria, na quinta-feira, apontou que o Paraná tem 2.214 pessoas internadas na UTI com suspeita ou diagnóstico da doença.

Entre os leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) para adultos, exclusivos Covid-19, a taxa de ocupação das UTIs está em 95%.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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