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Economia

Campanha ‘limpa nome’ da Serasa renegocia dívidas por até R$ 100; saiba como participar

Mais de 14 milhões de dívidas podem ser negociadas com até 99% de desconto até o fim do mês.

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Foto: Natalia Filippin/G1

Brasileiros endividados podem renegociar suas dívidas por até R$ 100 com a ajuda da Serasa, durante a campanha Limpa Nome, que acontece durante o mês de julho, com possibilidade de prorrogação.

São 24 empresas de diversos setores que, em parceria com a Serasa, permitem que consumidores paguem seus débitos com descontos que chegam a 99% (veja a lista das empresas participantes abaixo).

Na edição de 2020, a ação possibilitou que mais de 6 milhões de dívidas fossem quitadas. Neste ano, o objetivo é oferecer mais de R$ 12 bilhões em descontos em mais de 14 milhões de dívidas.

O número de famílias endividadas no Brasil chegou a 69,7% em junho – maior percentual desde 2010, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a Serasa, o valor médio das dívidas por negativado é o maior dos últimos 12 meses, chegando a R$ 3.937,38.

Como fazer a negociação?
Os acordos são fechados em menos de 3 minutos e as consultas podem ser feitas de forma gratuita nos seguintes canais:

. Site: serasalimpanome.com.br

. App Serasa no Google Play e Apple Store

. WhatsApp: 11 99575-2096

. Ligação gratuita: 0800 591 1222

Por conta da pandemia do coronavírus, a empresa aconselha o uso dos meios digitais, mas para quem preferir negociar presencialmente, é possível fazer isso em uma das unidades dos Correios. Para isso, é preciso acessar o site www.correios.com.br para conferir os horários de funcionamento antes de ir a uma das agências.

Como negociar on-line?
A negociação é feita pela plataforma do Serasa Limpa Nome, seguindo o passo a passo abaixo:

1. Acessar o site www.serasa.com.br/limpa-nome-online ou baixar o aplicativo no celular, digitar o CPF e preencha o cadastro. É possível também regularizar débitos financeiros pelo WhatsApp, no número (11) 98870-7025.

2. Ao entrar na plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela, incluindo as dívidas que tiver. Se quiser conhecer as condições oferecidas para pagamento, basta clicar em uma delas e serão apresentadas as opções para renegociar cada débito.

3. Depois de optar por uma das opções de valor, é só escolher se vai ser à vista ou em parcelas e a melhor data de vencimento.

4. A plataforma gera um ou mais boletos, dependendo da forma de pagamento escolhida, já com a data de vencimento correta. O boleto poderá ser pago on-line, em agências bancárias e casas lotéricas.

Empresas participantes
Ativos
Atlântico
Avon
BMG
Bradesco
Calcard
Casas Bahia
Claro
Colombo
Crediativos
Credsystem
Digio
Hoepers
Itapeva
Itaú
MGW
Pernambucanas
Ponto Frio
Recovery
Renner
Riachuelo
Tribanco
Vivo
Zema

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

Grupo Pão de Açúcar vende 71 pontos do Extra ao Assaí e deixa segmento de hipermercados

Negócio é avaliado em R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões serão pagos de forma parcelada pelo Assaí até 2024.

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Fotos: Fabiana Assis/G1 e Reprodução

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) fechou a venda de 71 pontos comerciais da bandeira Extra Hiper para o Assaí e anunciou que deixará de operar com o modelo de hipermercado no Brasil.

Segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira (14), a transação envolve uma valor estimado em R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões serão pagos pelo Assaí, de forma parcelada, entre dezembro deste ano e janeiro de 2024. O R$ 1,2 bilhão restante será pago ao GPA por um fundo imobiliário que tem garantia do Assaí.

As lojas serão convertidas para o formato cash & carry (atacarejo) e passarão a ser operadas pelo Assaí.

“A bandeira Extra Hiper será descontinuada e as lojas não abarcadas pela transação serão convertidas em formatos com maior potencial de rentabilidade”, informou o GPA.

Os 71 pontos comerciais representam cerca de 70% das lojas do Extra Hiper no país. Das outras 32 lojas que ficaram de fora da venda para o Assaí, 28 serão convertidas paras as bandeiras Pão de Açúcar e Mercado Extra, e 4 serão fechadas.

Segundo Jorge Faiçal, CEO do GPA, a saída do segmento de hipermercado visa intensificar o foco e a aceleração da expansão dos negócios de maior rentabilidade da companhia “por meio dos segmentos premium e de proximidade”, através das bandeiras Pão de Açúcar, Minuto e Mercado Extra.

O Assaí abriu 150 lojas na última década, sendo 25 conversões de unidades do Extra Hiper.

Tanto o GPA como o Assaí (Sendas Distribuidora) são empresas sob controle comum do grupo francês Casino. Em março, o Assaí estreou na bolsa de valores brasileira após uma reorganização e cisão dos ativos do Grupo Pão de Açúcar no Brasil.

Segundo o presidente do Assaí, Belmiro Gomes, a companhia viu uma oportunidade única de acelerar sua expansão com a aquisição de lojas do Extra Hiper em um momento de corrida do setor de atacarejo por abertura de lojas.

“Este movimento teve dois eventos neste ano que mudaram a geografia do mercado: o primeiro foi a aquisição do grupo BIG pelo Atacadão, principal concorrente do Assaí e líder do setor”, disse Gomes em teleconferência com analistas.

“Havia na nossa visão um distanciamento que nós precisávamos buscar uma maneira de acelerar nossa expansão de forma rentável”, disse o executivo. “O ativo que nos parecia mais vital para isso era o parque de lojas do Extra Hipermercado”, concluiu, citando fatores como baixa sobreposição de lojas, velocidade de incorporação dos pontos e custo de reforma para o formato de atacarejo.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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Economia

Ações da Embraer têm salto na bolsa com encomenda bilionária de empresa de Warren Buffett

NetJets recebeu 100 aeronaves e fez um pedido adicional de até mais 100, em contrato de US$ 1,2 bilhão.

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Fotos: Divulgação/Embraer e Reprodução

As ações da Embraer tiveram alta de 5% nesta segunda-feira (11) ao anunciar uma encomenda bilionária de jatos da companhia aérea da Berkshire Hathaway, empresa de investimentos de Warren Buffett. Foi a maior alta de hoje do Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3.

A Embraer afirma que terminou a entrega de 100 jatos executivos Phenom 300 à NetJets, que fez um pedido de até 100 aeronaves adicionais, somando mais de US$ 1,2 bilhão. O primeiro acordo entre as empresas foi assinado em 2010.

Em comunicado, a fabricante brasileira afirmou que a NetJets começará a receber as encomendas no segundo trimestre de 2023, para operação nos Estados Unidos e na Europa.

“Com este novo pedido, que inclui um abrangente contrato de serviços, a NetJets não apenas reforça seu compromisso em criar uma experiência aprimorada para o cliente, à medida que a demanda por aviação privada continua a crescer, mas também sua confiança no inovador portfólio da Embraer para oferecer a experiência perfeita a seus clientes”, diz nota da empresa.

O Phenom 300 é um jato executivo de ocupação máxima de 10 passageiros. Originalmente lançado em 2005, o modelo entrou no mercado em 2008. Liderando o segmento de jatos leves desde 2012, o jato tem sido o avião executivo mais entregue do mundo desde 2013.

Segundo a Embraer, um em cada quatro jatos de pequeno e médio porte entregues no mundo era da família Phenom ou Praetor em 2020. A empresa entregou mais de 1.500 aeronaves do tipo em mais de 80 países.

Recuperação em curso
Em 2021, a Embraer acumula valorização de 194% na bolsa após ano difícil de impacto da pandemia do coronavírus, que afetou todo o setor aéreo. O impulso vem do aumento na demanda por viagens.

No segundo trimestre, a empresa registrou lucro líquido ajustado de R$ 212,8 milhões, primeiro lucro recorrente da companhia desde o primeiro trimestre de 2018.

Em igual período do ano passado, a Embraer havia reportado prejuízo de R$ 1,071 bilhão, em momento em que lutava para reestruturar operações para enfrentar a pandemia e o fracasso de um acordo de 4 bilhões de dólares com a Boeing, destaca a Reuters.

O resultado ajustado exclui impostos diferidos e itens especiais. Já o lucro líquido atribuído aos acionistas totalizou R$ 438,1 milhões no 2º trimestre, contra prejuízo de R$ 1,68 bilhão no mesmo período de 2020 e prejuízo de R$ 489,8 milhões nos 3 primeiros meses de 2021.

A receita líquida ais que dobrou e atingiu R$ 5,9 bilhões no período entre abril e junho, com aumento de 107% em relação ao 2º trimestre do ano passado.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/

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Economia

INSS: prova de vida deixa de ser obrigatória até o fim do ano

Congresso votou pela suspensão da obrigatoriedade da prova de vida, que havia retornado em junho e a decisão foi promulgada pelo presidente da República.

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Fotos: Divulgação e Reprodução/INSS

Foi publicado nesta quarta-feira (6), em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) o decreto do Legislativo, promulgado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que suspende, até o final do ano, a obrigatoriedade da prova de vida junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com isso, aposentados e pensionistas não terão seus benefícios suspensos caso não façam o procedimento.

O presidente Bolsonaro havia vetado a suspensão temporária da prova de vida. No entanto, no dia 27 de setembro o Congresso derrubou o veto presidencial, garantindo a retomada da suspensão até 31 de dezembro.

A prova de vida é obrigatória para aposentados e pensionistas que recebem benefícios por meio de conta corrente, poupança ou cartão magnético. O procedimento serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento.

Calendário deixa de valer
A obrigatoriedade da comprovação de que os segurados estão vivos para continuarem recebendo os benefícios previdenciários ficou suspensa desde o início da pandemia e foi retomada em 1º de junho. O INSS divulgou um calendário para os segurados fazerem a prova de vida e não terem os benefícios suspensos. Com a nova suspensão, o calendário deixou de valer.

O INSS informa que os segurados não estão impedidos de fazer a prova de vida, mesmo que a obrigatoriedade esteja suspensa até dezembro.

Segundo levantamento do órgão, feito a pedido do g1, do total de 36.238.880 de pessoas que precisariam realizar a prova de vida nos bancos todos os anos, 31.259.263 já fizeram o procedimento entre 2020 e 2021 (até agosto). Assim, a prova de vida ainda precisaria ser feita por 4.979.617 até 2022.

Enquanto no ano passado apenas 6,5 milhões de pessoas fizeram a prova de vida devido à suspensão da obrigatoriedade em decorrência da pandemia, neste ano, até agosto, já chega a 24,7 milhões o número de segurados que comprovaram que estão vivos para continuar recebendo os benefícios do INSS.

Os estados com maior número de segurados que ainda não fizeram a prova de vida são São Paulo, Minas Gerais e Bahia. Veja na tabela abaixo:

Como fazer a prova de vida
A forma mais comum de fazer a prova de vida é no banco onde o segurado recebe o pagamento do benefício.

Os aposentados e pensionistas que tiverem a biometria bancária cadastrada poderão usar qualquer caixa eletrônico para fazer a prova de vida.

Muitos bancos aceitam qualquer transação realizada como prova de vida, como a retirada de um extrato bancário no caixa eletrônico.

No caso dos beneficiários sem biometria, é possível ir à agência bancária com CPF e documento com foto.

Entre os maiores bancos do país, apenas o Banco do Brasil oferece a opção de fazer a prova de vida por meio do aplicativo.

O segurado fica sabendo que precisa fazer a prova de vida no próprio banco em que recebe o benefício, pelo aplicativo do Meu INSS, caso tenha sido selecionado para fazer a biometria facial, ou pelo telefone 135.

Fonte: https://g1.globo.com/economia

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