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Avião se parte em dois durante pouso na Índia e deixa 17 mortos

Aeronave da Air India Express ultrapassou a pista durante pouso no aeroporto de Calicute; Voo repatriava indianos que ficaram presos em Dubai durante a pandemia.

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Fotos: Stringer/Reuters e AP Photo

Um avião da Air India Express se partiu em dois após derrapar na pista durante o pouso no aeroporto de Calicute, Índia, nesta sexta-feira (7). A aeronave repatriava cidadãos indianos que ficaram presos fora do país por conta da pandemia de coronavírus; há ao menos 17 mortos.

Em um comunicado, a Air India Express detalhou que a aeronave transportava 184 passageiros e 6 tripulantes a bordo do voo IX-1344. A empresa confirmou a morte dos dois pilotos do Boeing 737, os capitães Deepak Sathe e Akhilesh Kumar. Outros quatro membros da tripulação estão em segurança.

“Ofereço minhas mais sinceras condolências aos parentes mais próximos e rezo por uma rápida recuperação dos feridos.” – Hardeep Singh Puri, ministro da Aviação Civil da Índia.

Segundo o governo indiano, duas equipes desembarcam em Calicute na madrugada deste sábado (8) para investigar as causas do acidente.

O aeroporto de Calicute está fechado e todos os voos foram desviados para o aeroporto de Kannur, a 100 km do local. Todos os passageiros já foram retirados dos escombros, segundo o governo indiano.

A aeronave que saiu de Dubai, nos Emirados Árabes, ultrapassou a pista e caiu em um barranco após perder a pista de pouso. Imagens feitas no local mostraram que a fuselagem da aeronave se partiu em dois com o impacto.

Voos comerciais estão proibidos na Índia desde o início da pandemia de coronavírus e segundo as autoridades locais, o voo tinha como objetivo repatriar cidadãos indianos que estavam fora do país.

Amitabh Kant, chefe da Comissão de Planejamento do governo indiano explicou que o aeroporto está localizado em uma região de difícil aterrissagem, no topo de uma colina com grandes depressões em ambos os lados.

“O acidente aconteceu por causa de fortes chuvas e pouca visibilidade. Isso é realmente devastador.” – Amitabh Kant, chefe da Comissão de Planejamento

Mapa mostra rota do avião que se acidentou ao chegar em Calicute — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, escreveu em uma rede social que lamentava o acidente em Calicute e que já havia entrado em contato com as autoridades regionais. A operadora Air India Express, é um braço low-cost (de baixo custo) da Air India, maior companhia aérea do país.

A Associated Press relembrou que o pior desastre aéreo na Índia foi em 12 de novembro de 1996, quando um voo da Saudi Arabian Airlines colidiu no ar com um voo da Kazakhastan Airlines perto de Charki Dadri no estado de Haryana, matando todos os 349 a bordo dos dois aviões.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo

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Voos que partem do Brasil já podem pousar em todos os aeroportos dos EUA; turismo continua proibido

Só podem entrar em território norte-americano aqueles que têm permissão de entrada, como cidadãos americanos, portadores de green card e de visto de residente ou de trabalho.

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Fotos: Getty Images e Reprodução

Voos que partem do Brasil já estão autorizados a pousar em todo os Estados Unidos.

O governo norte-americano suspendeu parte das restrições para brasileiros entrarem no país que estavam em vigor desde maio, por causa da pandemia de coronavírus.

Os voos que saem do nosso país agora podem pousar em qualquer um dos 149 aeroportos dos Estados Unidos que recebem voos internacionais. Antes, os pousos só estavam permitidos em 15 aeroportos, com centros médicos maiores e procedimentos mais rígidos.

Apesar da flexibilização, ainda não está permitida a entrada para turistas vindos do Brasil.

Só podem entrar em território norte-americano aqueles que têm permissão de entrada, como cidadãos americanos, portadores de green card e de visto de residente ou de trabalho.

Além do Brasil, o relaxamento será aplicado para aeronaves que saírem da China, do Irã, do Reino Unido, da Irlanda e outros países da União Europeia.

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Ex-vice-presidente do Paraguai é sequestrado

Dentro do carro de Oscar Denis foram encontrados panfletos do grupo armado Exército do Povo Paraguaio.

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Foto: Reuters

O ex-vice-presidente do Paraguai Oscar Denis, de 74 anos, foi sequestrado na tarde de quarta-feira (9) no departamento Concepción, a cerca de 500 km a nordeste de Assunção.

O presidente Mario Abdo Benítez foi até a região para acompanhar as investigações, de acordo com o jornal “ABC Color”.

O veículo do ex-presidente foi encontrado por funcionários de sua fazenda com as portas abertas e panfletos do autodenominado Exército do Povo Paraguaio (EPP) em seu interior, na estrada que leva à sua propriedade, conhecida como Tranquerita. O EPP é um pequeno grupo armado de esquerda que atua no país desde 2008.

O carro foi deixado a cerca de 20 km do local onde ocorreu o confronto do grupo armado com a Força Tarefa Conjunta (JTF), em 2 de setembro. O conflito resultou na morte de duas meninas de 11 anos, supostamente filhas dos dois principais líderes do EPP.

Nesta quarta-feira, os senadores recebiam em sessão reservada um relatório do Executivo sobre o caso da morte das meninas, quando foi anunciada a notícia do sequestro. A sessão foi interrompida abruptamente, de acordo com a France Presse.

“Obviamente, é a primeira reação deste grupo criminoso”, disse o ex-presidente do Paraguai Federico Franco (2012-2013), de quem Denis foi vice-presidente, referindo-se a uma possível vingança pela morte das meninas.

O EPP é uma divisão do partido político de esquerda “Pátria Livre”, que participou das eleições há 20 anos. Mais de 50 assassinatos, incluindo de policiais e militares, são atribuídos ao grupo, além de mais de uma dezena de sequestros.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo

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Com rajadas de vento atingindo 140 km/h, tufão Maysak assola as duas Coreias

Em Busan, na Coreia do Sul, uma mulher morreu e mais de 2 mil moradores tiveram que ir para abrigos.

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Fotos: Yonhap via Reuters e Nasa via AP

Um poderoso tufão atingiu as duas Coreias nesta quinta-feira (3), causando pelo menos uma morte no Sul e inundando as ruas de uma cidade portuária do Norte.

O tufão Maysak atingiu o continente em Busan, na costa sul da Coreia do Sul, com rajadas de vento atingindo 140 km/h.

Nesta cidade, uma mulher morreu por uma forte tempestade que destruiu as janelas de seu apartamento.

As ruas foram inundadas, o vento arrancou árvores e semáforos e mais de 2.200 residentes tiveram que ir para abrigos.

No sul da península, bem como na ilha de Jeju, mais de 120.000 residências estavam sem eletricidade.

O tufão então se dirigiu para o norte, passando pelo Mar do Japão, antes de atingir o continente pela segunda vez em Kimchaek, uma cidade da Coreia do Norte.

As catástrofes naturais geralmente causam mais estragos na Coreia do Norte do que na Coreia do Sul, devido à fragilidade da infraestrutura norte-coreana.

O país também é muito vulnerável ao risco de inundações devido ao desmatamento.

Na Coreia do Norte, o tufão foi acompanhado por fortes chuvas.

Na cidade portuária de Wonsan, localizada na costa leste do país, caíram 385 milímetros de chuva em poucas horas.

Pyongyang estava em alerta, com a mídia oficial transmitindo imagens ao vivo como as de um jornalista no meio de uma rua inundada na cidade portuária.

As autoridades, no entanto, suspenderam o alerta de tufão quando ele começou a enfraquecer ao seguir em direção à China.

“O tufão passará por Musan [na fronteira com a China] e deixará nosso país”, disse um meteorologista na televisão norte-coreana.

“Não espero que haja consequências”, acrescentou.

No Japão, as buscas no Mar da China Oriental continuavam para encontrar sobreviventes do naufrágio de um navio com 43 tripulantes a bordo e 5.800 vacas.

Resgate de um homem após navio afundar na costa do Japão durante um tufão — Foto: 10ª Sede Regional da Guarda Costeira / AFP

Uma única pessoa foi resgatada na tarde desta quinta-feira pela Guarda Costeira japonesa.

O “Gulf Livestock 1” emitiu um pedido de socorro na madrugada de quarta-feira, quando estava em um mar agitado pela passagem do tufão, a cerca de 185 quilômetros da ilha de Amami Oshima (sudoeste do Japão).

Um dos motores do navio parou de funcionar quando uma grande onda o virou, de acordo com o testemunho do único sobrevivente por enquanto, um filipino citado nesta quinta em um comunicado da Guarda Costeira japonesa.

Ele explicou que pulou no mar quando o barco estava virando e só teve tempo de colocar o colete salva-vidas. O navio então afundou, segundo ele.

Maysak é o segundo tufão a atingir a península coreana em uma semana.

O líder norte-coreano Kim Jong Un visitou uma região agrícola atingida pelo tufão Bavi em 28 de agosto, dizendo que estava aliviado pelo dano ser “menos significativo do que o previsto”.

Meteorologistas alertaram sobre a aproximação do tufão Haishen, que deve atingir a península coreana na manhã de segunda-feira. São esperadas rajadas de vento de até 144 km/h.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo

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