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Economia

Amazon anuncia 5º centro de distribuição no Brasil com ‘expansão extraordinária’ do ecommerce

Novo centro será o maior da empresa no país, com mais de 100 mil metros quadrados.

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Foto: Mike Segar/Reuters/Arquivo

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (3) a inauguração de seu quinto e maior centro logístico no Brasil, na esteira da expansão do comércio eletrônico com as medidas de isolamento social para conter a pandemia da Covid-19.

Localizado em Cajamar, região metropolitana de São Paulo, o centro tem mais de 100 mil metros quadrados e, segundo a empresa, ajudará nos planos de atender mais clientes de entregas rápidas.

“A Amazon está animada em expandir nossas operações de logística na região de São Paulo, gerando empregos adicionais e aumentando nossa capacidade para lidar com o crescimento extraordinário que temos registrado no Brasil”, afirmou em nota o responsável pela Amazon no Brasil, Alex Szapiro.

O centro é o quarto da Amazon na Grande São Paulo, além de outro em Cabo Santo Agostinho, Pernambuco, lançado em novembro de 2019 para atender a região Nordeste.

O movimento da companhia norte-americana, que diz oferecer no país cerca de 30 milhões de produtos, incluindo itens de pequenas e médias empresas, acontece simultaneamente aos esforços de empresas da cadeia para ampliarem suas estruturas de logística para dar conta do aumento da demanda do ecommerce.

Em agosto, a companhia de logística Sequoia, especializada em ecommerce, pediu registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e listagem na B3.

O Mercado Livre contratou 60 carretas e buscará outras 90 até o fim do ano para ajudar nas entregas de encomendas, enquanto busca dar vazão ao aumento expressivo das operações e depender menos de terceiros.

Em abril, a Via Varejo anunciou a compra da startup ASAPlog, especializada em soluções de logística e conexão de transportadoras em longas distâncias.

https://g1.globo.com/economia/

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Economia

Sexta parcela do auxílio emergencial, com novo valor, começa a ser paga esta semana

Beneficiários do Bolsa Família vão poder sacar a 6ª parcela do auxílio, agora no valor de R$ 300, a partir de quinta-feira (17).

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A sexta parcela do auxílio emergencial, agora com novo valor de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) começa a ser paga na próxima quinta-feira (17) para os beneficiários do Bolsa Família.

O calendário de pagamentos segue a ordem do dígito final do número do NIS, habitual do programa, sempre nos dez últimos dias úteis do mês.

Na quinta-feira (17), recebem os beneficiários com NIS de final 1 e assim por diante (veja calendário completo abaixo) até 30 de setembro.

Para os cadastrados no programa via Cadastro Único, aplicativo e pelo site do auxílio emergencial, a sexta e as demais parcela do auxílio emergencial residual de R$ 300 (mais quatro parcelas no total) ainda não tiveram as datas de pagamento definidas pelo governo.

Calendário da sexta parcela do auxílio emergencial para quem tem Bolsa Família

Fonte: https://valorinveste.globo.com

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Economia

Portos do Paraná registram alta de 8% na movimentação até agosto

Faltando quatro meses para o fim de 2020, os portos do Estado já movimentaram 38,67 milhões de toneladas de cargas – o equivalente a 73% do total transportado no ano passado inteiro.

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Fotos: Claudio Neves

O volume de cargas movimentado pelos portos paranaenses já passa das 38,67 milhões de toneladas em 2020. O total acumulado de janeiro a agosto deste ano é 8,4% maior que o registrado no mesmo período em 2019, quando foram transportadas 35,65 milhões de toneladas.

“O volume movimentado no ano passado foi o melhor da história. Até o momento, já movimentamos quase 73% desse movimento e as expectativas são muito boas. Se conseguirmos manter a mesma média para os próximos meses, de setembro a dezembro, deveremos encerrar 2020 com um novo recorde”, adianta o diretor-presidente da empresa Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

De acordo com ele, apesar de um ano totalmente atípico em decorrência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, o comércio exterior teve um bom desempenho, com alta constante nas exportações, principalmente. “Isso é reflexo das medidas que foram adotadas pelo Governo do Estado e pelas empresas que atuam em nossos portos, para proteção aos trabalhadores e garantia de que os serviços não seriam interrompidos”, afirma Garcia.

Somente em agosto, 5,37 milhões de toneladas chegaram ou saíram do Brasil pelos portos do Paraná – 2,27% a mais que o registrado no mesmo mês em 2019.

A alta na atividade portuária paranaense, em 2020, foi regular, com crescimento médio de 8% ao mês. O melhor mês do ano foi maio, com 5.717.200 toneladas.

SEGMENTOS
Quase 67% das cargas movimentadas em 2020 nos portos de Paranaguá e Antonina foram graneis sólidos. A soma dos produtos de importação e exportação do segmento ultrapassa 25,78 milhões de toneladas. O volume é 9% superior que nos mesmos oito meses de 2019.

De carga geral, foram cerca de 8,05 milhões de toneladas. O equivalente a 21% da movimentação no ano. Na comparação com igual período do ano passado, crescimento de 9%.

Os granéis líquidos representaram 12% das cargas de exportação e importação nos portos paranaenses, com 4,83 milhões de toneladas movimentadas no segmento. Alta de 5% em relação a 2019.

CONTÊINERES
A movimentação de contêineres nos últimos oito meses também registra crescimento de 5%. Este ano, já são 604.787 unidades (TEUs). Em 2019, no mesmo período, foram 575.860. Em 2020, 51,3% das unidades foram importadas (310.282 TEUs) e 294.505 TEUs exportadas.

GERAL
Na movimentação geral, considerando todos os tipos de cargas, as exportações representaram quase 66% de toda a atividade nos portos do Paraná. De janeiro a agosto, 25,46 milhões de toneladas de produtos brasileiros seguiram para outros países. O volume exportado é 13% maior que o mesmo período, em 2019 (22,55 milhões de toneladas).

Já as importações, que este ano somaram 13,2 milhões de toneladas, registraram alta de 1% em relação ao volume registrado em 2019 (13,1 milhões).

Confira o resumo da movimentação por produto.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/

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Economia

Embraer vai demitir 2,5 mil funcionários nas fábricas do Brasil

Empresa anunciou nesta quinta-feira 900 cortes, que irão se somar aos 1,6 mil desligamentos de funcionários que aderiram a um PDV.

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Fotos: Embraer/Divulgação e Reprodução

A Embraer anunciou a demissão de 2,5 mil funcionários nas fábricas no Brasil. Segundo a empresa, serão 1,6 mil desligamentos em adesões ao Plano de Demissões Voluntárias, que foi encerrado na quarta-feira (2), e mais 900 cortes por dispensa para ajuste do quadro de funcionários.

A empresa alega que a medida é consequência dos impactos causados pela pandemia de Covid-19 e pelo cancelamento da parceria com a Boeing.

Ao todo, a Embraer mantinha cerca de 16 mil funcionários no país, sendo 10 mil apenas em São José dos Campos, sede da empresa. O número de desligamentos por unidade não foi informado.

A Embraer havia encerrado na quarta-feira (2) o prazo para inscrição no terceiro Plano de Demissão Voluntária aberto durante a pandemia. A medida era uma tentativa de ajustar o quadro de funcionários frente aos impactos causados pela pandemia.

Foram 1,6 mil adesões aos PDVs, mas como o volume não atingiu a meta necessária, a Embraer anunciou nesta quinta-feira (3) que vai fazer mais 900 cortes. Parte dos pedidos no PDV serão efetivados nesta sexta (4).

Os funcionários que estão no grupo de 900 demitidos nesta quinta estão sendo avisados da dispensa por e-mail. São trabalhadores que estavam em licença remunerada ou em home office.

Pandemia e fracasso em parceria
A fabricante alega impacto provocado pela pandemia de coronavírus e o cancelamento da parceria com a Boeing, além da falta de expectativa de recuperação do setor de transporte aéreo no curto e médio prazo.

Segundo a empresa, os cortes foram feitos com o “objetivo de assegurar a sustentabilidade da empresa e sua capacidade de engenharia”. Desde o início da pandemia, a Embraer adotou uma série de medidas como férias coletivas, redução de jornada, lay-off e licença remunerada.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos afirma que foi pego de surpresa com as demissões. O órgão considera as demissões anunciadas nesta quinta ilegais e promete ir à Justiça para tentar reverter as demissões.

Prejuízo bilionário
A Embraer registrou prejuízo de R$ 2,95 bilhões nos primeiros seis meses de 2020. Somente no segundo trimestre, o prejuízo líquido foi de R$ 1,68 bilhão, pior resultado para um trimestre em 20 anos.

Segundo a Embraer, nos seis primeiros meses de 2020, foram entregues somente quatro aeronaves comerciais e 13 executivas, consequência da pandemia de coronavírus.

No primeiro semestre, o prejuízo líquido acumulado da empresa brasileira foi de R$ 2,95 bilhões, enquanto no primeiro semestre de 2019 a empresa apresentou prejuízo de R$ 134 milhões.

A empresa afirma que não teve nenhum cancelamento na carteira comercial, apenas mudanças no prazo de entregas.

Fracasso com Boeing
No final abril, a Boeing anunciou a rescisão do acordo que daria à gigante norte-americana o controle sobre a divisão de aviação comercial da Embraer, em meio às crises no setor de aviação e na economia global, deixando a Embraer sem um plano B claro.

A Embraer informou no balanço que os custos de separação dos negócios relacionados com a parceria estratégica com a Boeing, agora encerrada, reconhecidos em janeiro, foram de R$ 96,8 milhões.

Na tentativa de diminuir os impactos na companhia, a Embraer assinou contrato em julho com cinco bancos públicos e privados para contrair US$ 300 milhões em empréstimos para financiar o capital de giro para exportações.

Fonte: https://g1.globo.com/sp

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