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Acidente entre ônibus e caminhão mata 7 pessoas e deixa outras 32 feridas

Entre as vítimas fatais, dois homens, que estavam no caminhão, foram identificados como irmãos e moradores de Lucélia. Acidente ocorreu na Rodovia Assis Chateaubriand, em Parapuã. Ônibus saiu do Pará e seguia para o Rio Grande do Sul.

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Fotos: Paula Sieplin e Paschoalotto/TV Fronteira

Um acidente próximo à cidade de Parapuã, a 660 km de São Paulo, deixou 7 mortos e 32 feridos na noite desta segunda-feira (21), às 21h10. Um ônibus que saiu do Pará, com destino ao Rio Grande do Sul, colidiu com um caminhão na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), na região do km 385.

Equipes do Corpo de Bombeiros da região trabalharam no resgate das vítimas.

Entre os feridos, 14 foram socorridos em estado grave.

Segundo a Polícia Rodoviária, o ônibus de linha regular com placa de Pelotas (RS) iniciou viagem em São Félix do Xingu, no Pará, e seguia para Carazinho, no Rio Grande do Sul.

As primeiras vítimas identificadas são dois irmãos que estavam no caminhão: o motorista, Donizete Alexandre dos Santos Filho, de 30 anos, e Bartogaleno Alexandre dos Santos, de 33 anos.

Ainda não há informações sobre o número de passageiros nem sobre a identidade das vítimas no ônibus.

O ônibus é da empresa São Jorge, de Pelotas, contratado pela empresa Helios Coletivos e Cargas, com registro em Carazinho.

Ônibus tinha 39 passageiros e dois motoristas. Veículo chegaria nesta terça-feira (22), em Carazinho.

As circunstâncias ou causas do acidente serão investigadas.

De acordo com a Santa Casa de Misericórdia de Osvaldo Cruz, 21 vítimas do acidente foram atendidas na unidade, que fica a cerca de 13 quilômetros de Parapuã. Outras vítimas foram levadas para hospitais em Parapuã, Tupã e Marília.

Dos pacientes atendidos em Osvaldo Cruz, seis continuam internados, seis em observação e dois foram transferidos para Marília. Os demais foram liberados.

Na Santa Casa de Parapuã, dez pessoas receberam atendimento médico, duas pessoas foram transferidas para Marília, três crianças foram liberadas e enviadas a um abrigo em Osvaldo Cruz e cinco pessoas tiveram alta.

Em Tupã, a Santa Casa recebeu cinco vítimas e todas continuam internadas. Uma está em observação, três na enfermaria e uma está estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Ao todo, nove pessoas foram encaminhadas à Santa Casa de Marília. A unidade informou à TV Fronteira que na unidade, uma das vítimas está com politraumatismo, em estado grave.

Acidente
De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o ônibus seguia sentido Parapuã-Martinópolis. Já o caminhão, fazia o sentido contrário.

A polícia ainda explicou que o motorista do ônibus se deparou com uma roda (aro e pneu) completa no meio da via e tentou desviar, mas acabou danificando a roda do ônibus.

Com isso, conforme a polícia, o condutor perdeu o controle da direção, atravessou na diagonal e bateu de frente com o caminhão, que estava no acostamento e seguia no sentido contrário.

A Polícia Rodoviária suspeita de que os passageiros do caminhão chegaram a ver o momento da colisão, pois o veículo estava no acostamento da outra via, no sentido contrário.

Ainda segundo a polícia, a suspeita é de que a roda que estava no meio da via seja o estepe de algum caminhão que tenha se desprendido e caído.

O caminhão e o ônibus foram levados à Central da Polícia Judiciária (CPJ), em Tupã.

O G1 tentou com a Polícia Civil, porém, a corporação informou que não pode dar detalhes da ocorrência, pois trabalha no levantamento das informações e identificação das vítimas.

Sobrevivente
O G1 conseguiu conversar com um dos sobreviventes do acidente. O agricultor José Carlos Rammerr contou que seguia para Cascavel (PR), cidade onde vive a família. Ele relatou que saiu de Araguaína (TO), onde trabalha, com outra empresa de ônibus, e embarcou no veículo envolvido no acidente na cidade de Goiânia, às 9h desta segunda-feira (21).

“No ônibus só tinha trabalhador. Gente de muitas cidades. Eu não sei bem o que aconteceu porque acordei com a batida. Fiquei ferido, estou sentido dores”, relatou.

Outro lado
Por telefone, a Helios Coletivos e Cargas confirmou ao G1 que o ônibus envolvido no acidente é da empresa. Contudo, disse apenas que “no momento se concentra em atender as vítimas e familiares e não pode dar mais informações sobre o ocorrido”.

A Polícia Rodoviária afirmou que se trata de uma empresa de linha regular, com cadastros regular na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Fonte: https://g1.globo.com/

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Acidente com ônibus deixa 19 mortos e 31 feridos na BR-376, em Guaratuba

Ônibus, que viajava do Pará a Santa Catarina, saiu da pista e tombou na margem da rodovia na altura do km 668, no trecho conhecido como Curva da Santa, segundo a PRF.

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Fotos: Arquivo pessoal/Juliano Neitzke e Divulgação/BPMOA

Um acidente com um ônibus na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná, deixou 18 mortos na manhã desta segunda-feira (25), segundo o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

Segundo a polícia, pelo menos 20 pessoas foram socorridas feridas, sendo sete delas em estado grave, seis com ferimentos moderados.

O acidente aconteceu na altura do km 668, no trecho conhecido como Curva da Santa, por volta das 8h30, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A PRF informou que ônibus, com placa de Belém, no Pará, descia a Serra do Mar em direção ao litoral catarinense quando bateu na mureta de contenção, saiu da pista e tombou às margens da rodovia.

Acidente aconteceu na pista que leva ao litoral catarinense — Foto: Arte/G1

De acordo com a PRF, o ônibus saiu de Ananindeua (PA) e tinha como destino Balneário Camboriú (SC).

Resgate
Ambulâncias e helicópteros dos bombeiros do Paraná e de Santa Catarina socorreram os feridos moderados e graves e encaminharam as vítimas para Curitiba e Joinville. As pessoas com ferimentos leves foram levadas para Garuva.

De acordo com o BPMOA, há crianças entre as vítimas.

Segundo a PM, 54 passageiros e dois motoristas estavam no ônibus no momento do acidente.

Os feridos foram levados a hospitais de Curitiba e Joinville.

De acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul, que administra o trecho, a pista está bloqueada para atendimento do caso. Às 10h45, a fila de veículos era de dez quilômetros.

Atualizado às 21h31

Fonte: https://g1.globo.com/pr/

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Em Londrina, homem é preso suspeito de oferecer vagas de empregos inexistentes

Suspeito utilizava os dados para abrir contas digitais e ficar com os cartões de crédito em nomes das vítimas. A prisão foi realizada nesta quarta-feira (6).

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Fotos: Reprodução

Um homem foi preso suspeito de oferecer empregos que nunca existiram para roubar dados das vítimas em Londrina, no norte do Paraná, nesta quarta-feira (6).

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito alugava uma sala em um espaço coworking e no local atraia vítimas com a promessa de que elas saíram do local com empregadas e com a carteira de trabalho assinada.

Para isso, os interessados deveriam entregar documentos pessoais e precisavam habilitar uma conta bancária virtual, por onde receberiam o suposto salário.

O delegado Edgar Soriani, responsável pelas investigações, conta que ao cadastrar os documentos e abrir as contas, o suspeito inseria outro endereço, que não o indicado pelas vítimas. Dessa forma, os cartões de crédito enviados pelas instituições bancárias eram entregues para o golpista.

“Com esses cartões em mãos, ele fazia compras, realizava gastos no nomes das pessoas que o procuraram. As vítimas, todas desempregadas, tiveram os nomes sujos e contraíram dívidas após a ação deste criminoso”, explicou.

O homem foi flagrado por investigadores tentando aplicar o golpe em uma vítima na manhã desta quarta-feira. Os policiais foram ao espaço coworking, onde ele alugava uma sala, e ficaram de campana. O suspeito foi preso quando ele tentava abrir uma conta.

“Assim que esse homem chegou ao espaço os investigadores o reconheceram, ele tinha passagens pela polícia por agiotagem, por extorsão. O flagrante ocorreu assim que uma vítima foi buscar uma carteira de trabalho que estava com esse homem”, detalhou o delegado Edgar Soriani.

Junto com o suspeito, a polícia encontrou diversos cartões bancários e máquinas de passar cartão.

“Esse indivíduo tem alto poder lesivo. Se a gente não o prende, muitas outras pessoas seriam enganadas e lesadas”, concluiu o delegado.

Soriani pede que pessoas que foram vítimas do golpe comparecem ao 1° Distrito Policial de Londrina para denunciar e fazer um Boletim de Ocorrência contra o suspeito.

O homem, que utilizava tornozeleira eletrônica porque tinha sido condenado por tráfico de drogas e agiotagem, agora deve ter o benefício suspenso e ainda responder pelo crime de estelionato.

Fonte: https://g1.globo.com/pr

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Homem é preso pela PF no Acre por vender materiais arqueológicos na internet

Operação Elona foi deflagrada na manhã desta terça-feira (5). Garrafas são de outros países e teriam mais de 100 anos.

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Fotos: Asscom/PF-AC

Um homem, que se autointitula “caçador de relíquias”, foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (5) em Rio Branco por vender material arqueológico na internet. De acordo com a PF, o homem retirava os materiais arqueológicos sem autorização no Rio Acre e depois vendia de forma ilegal.

A OLX esclareceu que não recebeu evidências de que o caso tenha ocorrido na plataforma e reforça que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração dos fatos.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o material consiste em garrafas de Stoneware (feita de grés, um tipo de material cerâmico) do século XIX e garrafas de vidro provenientes da Holanda, Irlanda, Inglaterra e Portugal. Ainda de acordo com o órgão, são garrafas de diversos tamanhos e tipologia, “que chegaram na região na época da Revolução Acreana e, sobretudo, durante os Ciclos da Borracha, possuindo, portanto mais de 100 anos e, consequentemente, um grande valor histórico”.

O delegado da Polícia Federal Maurício Rocha disse à CBN Rio Branco que ainda não é possível precisar a quantidade de objetos históricos apreendidos, mas garantiu que um vasto material foi encontrado na casa do suspeito.

“Até agora não tem condições de individualizar, mas foram sete caixas contendo aproximadamente 50 garrafas em cada caixa, então é um vasto material a ser catalogado pelo Iphan. Agora, o Iphan vai individualizar e catalogar e aí gente vai ter uma noção precisa daquilo que esse cidadão tinha em posse para ser comercializado”, disse.

Rocha disse ainda que esse tipo de crime tem sido comum no Acre por ser uma região que possui muito material histórico de fácil acesso.

“A cultura brasileira não tem essa preocupação em preservar esses materiais arqueológicos, paleontológicos, materiais históricos em si. Então, por isso que não é muito comum [o crime], mas nessa região do Acre temos muitos sítios arqueológicos, uma vasta área a ser preservada, que possui esse material, então a incidência aqui é maior. O Acre tem precedentes de combate a esse tipo de delito”, afirmou.

O homem deve responder por crimes ambientais por alterar o local protegido por lei em razão de seu valor arqueológico e por estelionato porque vendia os materiais como se fossem dele.

A PF disse que as investigações continuarão para identificar possíveis outros envolvidos no esquema de comercialização ilegal de relíquias arqueológicas.

‘Elona’
A operação foi batizada de Elona em referência a um mosteiro na Grécia. Em meados do século XIX, ladrões invadiram o local e retiraram materiais arqueológicos e relíquias sagradas do mosteiro.

Veja a nota da OLX
“A OLX esclarece que não recebeu evidências de que o caso tenha ocorrido na plataforma e reforça que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração dos fatos. Segurança é uma prioridade para a OLX e a plataforma investe constantemente em tecnologia e serviços de orientação ao usuário, com indicação das melhores práticas de negociação. A plataforma esclarece ainda que disponibiliza um espaço democrático em que os usuários possam anunciar e comprar produtos e serviços de forma rápida e simples, sempre com respeito aos Termos e Condições de Uso. Caso o usuário perceba que nossas políticas estão sendo infringidas, contamos também com a sua denúncia para investigar anúncios irregulares e removê-los.”

Fonte: https://g1.globo.com/ac

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